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Homossexualismo: que trilha seguir?

É fato que o homossexualismo é algo extremamente complexo. Há profundezas da psique humana que não são claras para nós, até mesmo para grandes cientistas.

A verdade, penso, é que o ser humano tem um interior despedaçado, que precisa ser integrado e assumido. No pêndulo da vida, alguns não integram bem a figura do homem e da mulher e confundem os papéis. Pode ser resultado de uma série de frustrações de infância/adolescência, e até mesmo do ventre materno. A figura dos pais foi assimilada de maneira confusa e há neurocientistas que falam de uma formação neuronal singular, intermediária à de homem e mulher. Geneticistas ainda seguem mais longe, notando diferenças em algumas seqüências de aminoácidos na cadeia de DNA. Talvez fosse conveniente compreender isso como se compreende todo ser humano. Todos somos doentes, em maior ou menor medida, mais ou menos conscientes disso. Há quem se inflame fácil e jogue todas as suas frustrações na agressividade. Alguns vão até presos por isso. Outros têm uma queda pelo que é dos outros. Vai desde o ladrão de rua até o colarinho branco que age sobretudo através dos poderes públicos, passando por aqueles que, legalmente, fazem sua "carreira", passando por cima de amigos e inimigos, e até mesmo da própria família.

 
Não precisamos nos estender muito para ver que somos um tanto doentes, desequilibrados, parciais (como quem teve uma paralisia facial)... O homossexualismo, como tantas outras formas, é uma expressão dessa realidade, que é triste, mas não menos é o ponto de partida para uma vida que valha à pena. Não é favorecendo ou oficializando a união homossexual (casamento é outra coisa, porque pressupõe uma integração de contrários, desde o corpo até as profundezas, e quem achar ruim, paciência!), pois só faz mascarar uma pane humana. Mas, essa é uma visão como tantas. Vivemos numa sociedade em pane, quase em colapso. E, de fato, há de se dar uma resposta a isso.

Talvez não possamos mudar muitas coisas, mas certamente há algo ao nosso alcance. Quem sabe, se, interpelados pelas questões externas, não possamos ver algo dentro de nós que antes não víamos? O monstro, o homossexual, o viciado, o ladrão, o covarde... Quem sabe não temos meios para mudar essas coisas? Talvez seja muito mais lento esse processo, mas certamente encontrará um alicerce bem fundamentado. Mudar o mundo sem nos mudar, não será uma luta inglória? Será que vale à pena?

Mas autoconhecimento é um trabalho árduo. Revela nossas loucuras, mexe com um inconsciente guardado como um tesouro, e quando pensamos que já nos conhecemos demais, o monstro desperta e pode nos levar à loucura.

Assim, não quero trazer lições de moral. Acho que naõ precisamos disso. Mas acho importante esse diálogo intra-humano, que muito antes de estar nos homossexuais ou nos legisladores, ou no governo (irresponsável!), precisa ser travado dentro de nós. Não temos respostas prontas. Talvez elas estejam lá no fundo, onde mais estejamos alienados de nós mesmos, lá de onde Agostinho dizia estar tão longe, aquela Beleza antiga e nova e que constitui o Ser.

Além disso, fala-se muito em comprovação científica da homossexualidade no reino animal, mas dificilmente se observa o que se está por detrás dessas afirmações que são mais postas de maneira a dar legitimação social a uma ideologia do que expôr a verdade.

No mais, fica difícil falar em sexualidade humana tendo como base a sexualidade animal. Há diferenças substanciais tanto no funcionamento do cérebro do ser humano como nas conseqüências do mesmo. O homem é capaz de consciência, de cultura, de observação, de uma visão que sempre vai mais além... Nem um macaco, um golfinho ou uma abelha podem trazer a intensidade dessas características.

Observe-se, entretanto, que não há corpo humano sem mente e espírito e vice-versa. O corpo é a manifestação material humana, a mente, a imaterial, reflexiva, consciente, e o espírito revela sua capacidade de deificação. Todos esses aspectos estão integrados. Sem essa integração, não existe homem. Dado isso, observe-se bem o corpo de um homem e de uma mulher. O que se pode esperar dessa observação, da maneira como estes funcionam e são capazes de se encontrar?

Mas é claro que a mente humana e o corpo humano têm suas dificuldades em se encontrar e seguir o mesmo caminho. Isso seria o ideal do homem equilibrado. Fora disso, estamos falando do desequilíbrio humano. E isso não é necessariamente culpável. É simplesmente um fato, com o qual ou tem de se aprender a conviver ou transformar. Isso vai depender de muita coisa. Ser cleptomaníaco, bipolar ou depressivo não é algo culpável, mas é preciso que se atente para isso para que muitos males não venham a se produzir a partir disso.

O violento, o ladrão e outras figuras que temos como gritantes, na verdade, são expressões desse desequilíbrio, dessa doença humana, dessa inaptidão em conciliar o que se é ao que se pode vir a ser. As possibilidades do vir a ser não são exatamente ilimitadas. A ilimitação dessas possibilidades pode levar a desequilíbrios ainda maiores.

Sobre a homossexualismo, que dizer? Diria que é igualmente uma expressão desse desequilíbrio. Homossexuais não são melhores ou piores por isso, assim, como depressivos, cleptomaníacos, irascíveis, tetraplégicos, tímidos, disléxicos, etc. também não o são. Diria, entretanto, que não é motivo de se acomodar a isso, mas de buscar a integração. Muito menos de incentivar o homossexualismo como um fenômeno que deva ser equiparado à união heterossexual. A união homossexual não surge de uma expressão da integralidade dos pares.

Fala-se ainda dos tamanhos de órgãos como hipófise ou do hipotálamo. Há casos em que os de homossexuais são de dimensões diferentes dos de heterossexuais. Trata-se de uma dissonância corporal que dificulta a integração. É semelhante ao que acontece com alguém que nasce com uma atrofia ou hipertrofia nas mãos ou uma deficiência ventricular no coração. Ou seja, nesses casos, a homossexualidade estaria associada a uma formação anômala de um órgão de função sexual.

Mas, quê fazer? Não se luta para viver com uma mão a menos ou com uma formação cardíaca anômala. Igualmente, do ponto de vista moral, é possível se viver uma realidade como a homossexualidade trazendo à tona o que há de melhor na pessoa, sem no entanto deformar as informações trazidas em seu ser numa relação homossexual. É um drama, como tantos dramas, como aqueles dos deprimidos, dos endividados e dos diversos seres humanos que aí existem. Mas não existe vida sem dramas. Trata-se de assumi-los e integrá-los. Também não se trata de um homossexual buscar uma relação heterossexual; isso seria uma traição primeiramente a si próprio. Até mesmo porque genitalidade não é o que há de principal numa pessoa apesar das ideologias reinantes quererem através de todos os meios fazer acreditar o contrário. E isso também vale para a heterossexualidade. O fato de termos essas ca racterísticas produzem uma série de outros aspectos humanos que podem ser aproveitados para o bem.

Pensemos por exemplo nos tantos depressivos que foram poetas, por exemplo, Fernando Pessoa. Como o sofrimento interior foi capaz de produzir beleza! Pensemos nos irascíveis que foram capazes de ser líderes, pessoas capazes de dar significado à vida de seus liderados. Assim, há características que sempre podem ser exploradas para o bem.

E com isso, vemos sim a homossexualidade como um fenômeno possível, associado à geração ou à história das pessoas sob essa condição. É uma expressão da fragilidade humana, mas não menos capaz de produzir coisas grandiosas. Entretanto, o homossexualismo, como expressão corporal e até mesmo genital, apesar de poder ser instintivamente chancelado e ideologicamente legitado como algo normal, produz uma agressão às próprias características do corpo. E tudo isso porque o homem tem corpo, mente e espírito, como uma unidade, diferente dos outros animais.

Penso que, dentro das limitações de linguagem, pude destacar aspectos muito positivos daqueles que eventualmente carregam consigo a singularidade da homossexualidade. Singularidade, sim, porque não corresponde ao pleno equilíbrio do ser humano, mas um ponto de partida para o mesmo.

Espero ter sido claro, mas em caso contrário, e já que se considera irresistível o ato homossexual, vamos a uma linguagem mais simples: para que serve uma mão? Certamente, para pegar objetos, para escrever, para tocar, para levar o alimento à boca. São essas características fundamentais de uma mão. Igualmente, um ouvido serve essenciamente para ouvir. E daí por diante. Agora, por favor, para que serve um pênis? Onde se deve usá-lo? Como se deve usá-lo? Deve-se sempre usá-lo, a qualquer custo? Será que serve para ser posto no interior de um ânus? E um ânus carrega em si essa função natural? Raciocínio análogo pode ser aplicado à função vaginal. Nesse sentido, o ato homossexual é comparável à injeção de uma dose de cocaína injetada na corrente sangüínea. Ou seja, a corrente sangüínea não existe para receber qualquer carga de cocaína, a menos que se odeie a si próprio. A corrente sangüínea está aí para conduzir nutrientes, oxigênio e água e purificar o organismo de toxinas. Mas o narcótico não consegue perceber isso, quando está na espiral de seu drama com a droga.

E igualmente não é fácil de uma pessoa que carrega esse drama sempre perceber que carrega um tal desequilíbrio, ainda mais numa cultura em que foi injetada a perspectiva de que o sexo (homo e heterossexual) é um imperativo. O desequilíbrio é chamado de "natureza", e as ideologias jacobinianas e neo-marxistas se aproveitam disso para alimentar sua fome de domínio social. Mas isso é outro assunto. Quanto a este específico aspecto, me limito a dizer que acreditar que a relação homossexual é algo normal é pura submissão consciente ou inconsciente às ideologias socialistas e de mercado (na atualidade, dialogam muito bem entre si!)

Penetrar em profundezas simboliza muito bem penetrar no seio da vida, no interior do ambiente sacro, como quem se dirige a um templo em prece. Na verdade, numa relação sexual situada na verdade, o outro é espaço de minha prece. É espaço íntimo onde posso adorar a Deus. O clímax pode ser igualmente um símbolo dos altos cumes da contemplação. É claro que as coisas não se situam somente aí. A vida do dia-a-dia precisa, para tanto, ser espaço de uma práxis que alimenta e se alimenta dessa vivência. Numa palavra, o sexo só pode existir se for expressão de uma doação radical. Caso contrário, fica como última alternativa submeter-se às comparações com os animais, anteriormente citadas. Na verdade, fora disso, o homem é só isso: um animal, o pior deles...

A doença não é só a da homossexualidade, mas a da sexualidade em si.

E não só da sexualidade, mas do homem. Do homem e da mulher.

E não é porque alguém não é homossexual que não pode inferir algo sobre algum assunto. Afinal de contas, um pode ser homossexual, outro pode ser violento, outro pode ser guloso, outro ainda depressivo e ainda desonesto ou ter uma outra dessas características. Ou seja, cada um tem seus dramas e sei que os homossexuais também têm os seus.

É no lidar com os próprios desequilíbrios (e isso todo homem tem) que o homem aprende a escutar os dos outros e perceber que há dramas associados a eles. Trata-se, entretanto, de observar a natureza e a essência dos seres e dar-se à verdade acerca dos mesmos, e não ficar sujeito a percepções subjetivas que só alimentam os sentidos. Aliás, o fenômeno da homossexualidade acontece, como já disse acima, unicamente dentro de uma sexualidade globalmente doente, o que também vale para certa heterossexualidade em questão. Perceba, pois, que minhas colocações sobre a homossexualidade não têm exatamente um foco apenas nela, mas na sexualidade como um todo. O problema é que a sexualidade de nossa cultura está toda doente, alimentada pelos anseios do mercado e das ideologias pós-jacobinianas, pós-marxistas e pós-niilistas, desembocando num relativismo cultural exacerbado e sem fronteiras, com apoio de uma mídia, de uma ONU e de governos por demais imbuídos dessas causas.

O problema é: posso fazer o que quero com meu corpo? Muitos aqui respondem sem pestanejar a essa questão. E as supracitadas instâncias sócio-políticas chancelam essa resposta. É o que chamamos de cultura do "politicamente correto". Mas a pergunta mais uma vez não quer calar: "posso fazer o que quero?"

A resposta reflete o quanto estamos reféns do corpo. E veja bem: não é alguém que não tem fantasias e exigências do corpo quem vos fala. Não se trata de não sentir essas coisas, seja com relação a alimento, sexo, atividade física, afetiva, etc. Não se trata de um platonismo que se mede no abandono do corpo, como se ele fosse uma prisão à alma.

Trata-se de uma subordinação necessária para que o homem encontre o seu Real: a subordinação do corpo (onde os fatos acontecem) à alma (onde as decisões acontecem). Caso o contrário se estabeleça, o homem já não é homem; é apenas um animal dotado de uma sub-razão. E o que é a sub-razão, senão a razão subordinada ao corpo. Pobre do homem: de nada lhe adianta ter uma razão assim. Seria melhor não tê-la ou mesmo ser um outro ser. Mas não é, e aí é que se encontra o problema e o desequilíbrio.

Mas e a razão? Seria dona de si mesma? Seria soberana de todas as decisões acerca do corpo? Pode ser que a razão se engane muitas vezes acerca das decisões a tomar acerca do corpo. Pode mesmo ser enganada por ele. A razão em absoluta soberania pode ser escrava de si mesma quando não da fantasia. Somente uma razão aberta e em relativa soberania é que pode seobreviver enquanto tal, sob pena de se degenerar. A razão só pode sê-la quando aberta ao Outro. Ou seja, há elementos externos que a razão necessita assimilar para ser o que foi destinada a ser.

Primeiramente, o outro está nos pais (= casal homem-mulher, objetivamente), naturais formadores da razão na criança. Mas os pais não são tudo. Há um momento em que a sociedade terá sua importância. Aí estarão a escola, a universidade, a religião, o ambiente de trabalho, a natureza. Mas isso também não é tudo. Há um momento na vida apartir do qual é necessário silenciar para que a razão assuma sua verdadeira maturidade. É verdade que para aprender algo com todas essas instâncias foi necessário silenciar e até mesmo obedecer para só depois perceber os efeitos de tal atitude. Por vezes, nossa vontade quis se impôr por causa de nosso medo de deixar de ser quem somos. Mas na realidade, só aprendemos a ser o que somos perante o outro, como diria Emanuel Lévians, ou melhor, perante o Outro.

E para que esse silêncio? Não se trata de ficar zanzando por entre as emoções, frustrações e carências de si próprio, embora também seja interesante escutá-las, mas elas ainda não têm o veredito.

Há um Nada em nós que precisa ser percebido. E ao sê-lo é que começa a aventura da maturidade. Há como que uma garganta do tamanho do universo aberta e esperando ser preenchida. Certamente esse sentimento já aconteceu quando a mãe negou uma bala na infância, ou quando uma mulher nos disse "não", ou ainda quando estivemos sem emprego ou não fomos compreendidos em nossa família ou comunidade. Mas agora já naõ se trataria de visões do Nada, mas o próprio Nada. O Nada que sou, o Nada que minha alma é, o Nada que ainda mais justamente é o meu corpo.

Pois bem, penetrar no Nada é perceber que se é humano. Eis a Verdade sobre o homem: ele é Nada! E tudo o que seu corpo produz pode estar fadado a se dissolver em nada. Mas isso é uma visão terrivelmente desoladora. Não será por isso que nossa humanidade procura nas consolações do corpo a fuga do nada? Não será a doença da sexualidade ferida de nossos tempos um sinal de desespero? Não será o fenômeno hodierno da homossexualidade um sinal de que as próprias relações estão em crise? E assim, por diante, sexo sem prole, prole sem sexo, tudo à mercê do bel prazer do hipotálamo.

Mas o nada... o nosso nada, apesar de necessário,... não é tudo. Por longos séculos, o Ocidente teve a oportunidade de aprender que nosso nada é amado. Não precisa ser explicado, não precisa ser esquadrinhado. Precisa ser assumido. Mas a capacidade do homem assumir seu nada é pequena. Nessa hora, ele está encurralado - tem de se entregar: ou ao desespero ou à fé. Pronto: agora o homem está diante de questões verdadeiramente fundamentais: ou se desespera e perde tudo o que pensava ter ou crê e entrega tudo o que ainda tem para recebê-lo ao cêntuplo...

A fé é a instância do jogar-se, de verdadeiramente abrir à razão a uma realidade que ela pode até conhecer, em certo sentido, mas jamais esuqadrinhá-la por si só. A fé, nessa hora, abre caminho para que a razão encontre seu verdadeiro sentido e mesmo seu agir honesto. Se se opta por isso, a razão agora há de se subordinar finalmente à fé.

É na fé que o homem encontra sua medida. Ele sabe que é nada, mas há agora uma diferença: seu nada é amado. E amado por quem? Por Deus? Seria assim que responderia o homem moderno? Talvez titubeasse muito em responder. Responderia facilmente que pode fazer o que quiser com o próprio corpo (na verdade, a essa altura, o corpo manda nele), mas nessa hora a resposta desaparece. Somente a fé responde. E fé é aprendida em comunidade, onde essa escuta se dá no aprendizado do amor que aí é derramado. E não é primeiramente nosso amor não. É o amor de Deus.

Mas vamos ao concreto disso tudo: o Ocidente aprendeu isso e deve tudo o que tem a uma cultura formada dentro dessa fé. Deus entrou na carne humana, assumiu nosso nada e se fez Nada. É na carne crucificada de Cristo que todas as nossas elucubrações sobre Deus se mostram pequenas, porque o aparente absurdo está ali. É exatamente o que muitos de nós afirma: não pode ser Deus ali. É justamente no aparente absurdo que se dá a graça. Cristo entra profundamente do Nada que ser humano algum deseja estar: o Nada da ausência de Deus. O homem não agüenta isso (sozinho!). ELe precisa de uma referência para continuar, mesmo que seja uma devoção, mesmo que seja uma idéia de Deus, mesmo que seja a razão fechada em si, mesmo que seja a natureza, mesmo que seja o corpo. Deixar tudo só é possível se o Impossível acontecer: Deus entrar na história de maneira radical e indelével.

Tudo isso para dizer que nossa cultura, fechada sobre a razão e já mesmo sujeita ao corpo e suas fantasias perde seu sentido de ser, se não se abre ao Espírito, a um Sopro que não nos pertence, mas nos conhece e nos ama mais do que nós a nós mesmos. A doença da sexualidade, onde se encontra o hodierno fenômeno das ideologias de gênero (?!?), bem como de toda a nossa cultura está em não dar espaço a Ele.

É por essas e outras que a Igreja, desde seu fundamento, que é Cristo, passando pela sua doutrina, sua Tradição, seu magistério, seus membros hierárquicos até seu povo, simples cristãos, que no dia-a-dia procuram dar testemunho do Amor que gera e regenera o homem, não cessa de dizer isso: "é pela sua graça que somos salvos!" Só por Ele, somente com referência a Ele, encontramos a medida do homem e a cura. Pode ser que ainda a vida de cada um de nós esteja em processo de cura, mas a esperança é que a move, dia após dia.

Saudações em Cristo!

 

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