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Missa baixa versus concelebração

Instituto Cristo Rei, Gricigliano - Itália: Canôn da missa rezada todas as manhãs na capela projetado para esta finalidade.

Segundo o Padre Demétrio, do site Presbíteros: "O Concílio indica que se celebre a concelebração segundo “a primitiva norma dos Padres”. A dificuldade reside na falta de informação sobre a sua forma nos primeiros séculos. Como mostra a história, era um rito celebrado pelo Bispo, que associava ao seu presbitério os domingos; muito cedo, essa concelebração foi reduzida a determinadas solenidades. Os concelebrantes, geralmente poucos, se revestiam da casula e se colocavam ao redor do altar. Não se têm conhecimento da concelebração sem a presença do povo. A boa notícia é que o Concílio restabelece a concelebração para certas ocasiões, quando já se tinha limitado praticamente ao rito das Ordenações. Mas a posterior extensão do rito, em frequência e em número de concelebrantes, nunca a teriam imaginado os Padres conciliares."

Prefiro a concelebração em missas pontificais, mas a concelebração não expressa necessariamente apenas a unidade com o Bispo, mas também a fraternidade da ordem presbiteral. Aqui, dependendo do viés com o qual se olha a questão – pode-se querer entender que é para diluir o sacerdócio ministerial... – trata-se de um enriquecimento (o qual, entretanto, não deve se tornar uma regra). Com a Reforma da Reforma, a concelebração será fixa em ocasiões solentes fazendo assim com que aumente, em todo mundo, o número de missas celebradas. Continue vendo as fotos abaixo:








 

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