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Tumulto na USPício pelo uso da maconha


Universitários ou bandidos? A foto acima por incrível que pareça são de esquerdistas estudantes da Universidade de São Paulo. Mas qual a razão do tumulto que mobilizou até a imprensa nacional para dar cobertura no evento? Por causa da luta pelos pobres e oprimidos? Pela igualdade enconômica social? Não. Porque querem fumar maconha sem a intervenção da polícia militar.

Eles querem fumar sem a polícia atrapalhando em detrimento da segurança dos alunos de bem.

Olha a inversão...

A Cidade universitária é um mundo fora de SP e do Brasil?

A maioria dos estudantes, depois dos assaltos, mortes e estupros que aconteceram na USP, provavelmente agradece a presença da PM.

MAs esses palhaços da FFLCH, em nome do seu sagrado direito de fumar maconha, acham que a polícia não pode por os pés no campus porque é um "órgão da repressão".

Só que tem um detalhe. A PM agia como repressora política, na USP e em outros lugares, na época da ditadura, que acabou 26 anos atrás!

Época em que esses filhinhos de papai metidos a Che Guevara e parasitas que são eternos estudantes para morar no CRUSP até morrerem de velhice ou arrumarem um cargo de assessor de algum político não haviam nem nascido nessa época. Mss mesmo assim, vivem no passado, querendo agir como "bravos militantes lutando contra a repressão".


Onde existe base da PM há um sentimento maior de segurança.

Onde há patrulhamento constante pela PM existem menos assaltos. Digo MENOS e não NENHUM.

E, de fato, a PM PODERIA reprimir o trafico de drogas na USP e prender os que abastecem os maconheiros do campus Butantã.

Sim, a PM PODERIA ir de pronto impedir uma ação de destruição do patrimônio público promovida pelo SINTUSP ou DCE.

E NÃO DÁ PARA ESQUECER que quem matou o estudante era uma 'pessoa diferenciada'. Nunca se deve esquecer que 'pessoas diferenciadas' quando se tornam bandidos, assim como os não diferenciados, não tão nem aí se a vítima é 'diferenciada' ou playba. São todos comida em potencial.

Essa história de que a PM só ia reprimir é o pensamento de certos grupos dentro da universidade que se acham o centro do universo. Ninguém fora da universidade se sente 'reprimido' porque a PM está nas ruas. Sente na verdade necessidade de ver mais polícia nas ruas.

O Rodas é linha dura, professor titular e ex. diretor da Faculdade de Direito da USP (FDUSP). Além da graduação em direito, é graduado em letras e em pedagogia. Possui mestrados em: Diplomacia - Fletcher School Of Law And Diplomacy (1985), mestrado em Ciências Político Econômicas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1970), mestrado em Direto - Harvard University (1978), além de doutorado em Direito pela Universidade de São Paulo (1973).

Por toda a experiência jurídica que tem, conseguiu "calar" os movimentos sindicalistas que orquestram greves e mais greves aqui na USP. Como ele fez isso?

Simplesmente ele desmontou o esquema colocando cada repartição administrativa isolada uma da outra, por exemplo: retirou de dentro campus serviços como os "protocolos gerais", para tanto, alocou prédios nos arredores da USP, dificultando a fácil reunião desses sindicalistas profissionais. Além de ser linha dura na área orçamentária, cortou gastos, mas não deixou de investir: está construindo grandes edifícios na USP, como o centro de convenções, antiga carência do campus.

Refez (fez) o plano de carreira dos funcionários concursados (isso está sendo feito por etapas, os primeiros foram os técnicos de laboratórios de pesquisa e demais concursados de nível médio), o que deixou muita gente satisfeita, enfraquecendo o apelo sindicalista. O seu mérito é reconhecido pelos próprios funcionários.

Em contra partida, parte da comunidade estudantil, a porção marxista, é hostil a ele (já dá pra entender porquê). Além de ser um homem com um currículo invejável (pelo menos do ponto de vista acadêmico), é um homem sério e que tem feito muito pela USP, sua atuação na segurança tem sido um esforço de resolver a questão do fácil acesso ao campus e de aumentar o contingente efetivo dentro dele (usando para isso a PM).

Infelizmente esses vagabundos o detestam, como eu disse: é um homem de obra acadêmica vigorosa, é trabalhador e é disciplinador, logo, é odiado pelos maconheiros travestidos de estudante.



Um estudante de verdade da USP denuncia: “Isto é uma farsa!” Outro estudante de verdade, em nome dos alunos, pede desculpas aos PMs: “Vieram trabalhar e apanharam”

Denunciei num post nesta manhã que a confusão de ontem no campus do Butantã na USP foi provocada por pessoas que não representam os estudantes da USP. Tratou-se de uma armação entre os interesses do narcotráfico e os da extrema-esquerda. É a versão nativa das Farc. Muito bem! Leiam o que informa o Estadão Online.

Segundo Rodrigo Souza Neves, de 24 anos, bacharel em História pela USP e graduando em Gestão de Políticas Públicas, o confronto de ontem entre alunos e PMs foi “lamentável”. Ele diz que a presença da PM no campus é um tabu apenas para “setores ostracizados” da universidade. “Setores radicalizados, que não consultam nem dialogam com os estudantes, estão depredando o patrimônio”, reclamou. Rodrigo é representante dos alunos na comissão de seu curso.

Lucas Sorrillo, aluno de Engenharia de Materiais na USP, ficou sabendo da confusão ontem pela internet. “A manifestação desses estudantes não representa a vontade dos alunos de outras unidades” disse. “Pelo que soube, não houve abuso por parte da PM.” Para ele, a ocupação da FFLCH não tem motivo e atende a interesses políticos-partidários. “Inclusive, peço desculpas aos PMs em nome dos alunos, porque vieram trabalhar e apanharam”. Lucas é colaborador do Grêmio Politécnico, instituição que representa alunos da Poli.

Por Reinaldo Azevedo

BRUNO QUELICONI

USP: Cidade Universitária ou zona de crimes?

Pretendo manter uma linha de textos com temas os mais abrangentes possíveis, mas desta vez vou me permitir falar especificamente da USP. Nesses últimos anos, a USP deixou de ser a Cidade Universitária que todos conhecemos, com gramados tranquilos onde podíamos andar despreocupados com o tempo e com a sorte.

Agora temos de andar rápido de um lugar para o outro, e melhor se for acompanhado. Os caminhos para as repúblicas viraram zonas de assaltos constantes e agora a novidade é que o sequestro relâmpago chegou à USP!!! Há pouco menos de um mês, duas amigas foram sequestradas a uns 50 metros dos vigias, e ainda eram umas 19h, ou seja, hora em que as pessoas estão chegando para as aulas noturnas!

Portanto, eu gostaria de deixar claro a todos que essa maldita opinião de que a polícia não é bem vinda no câmpus é uma completa MENTIRA!!! Essa é a opinião de uma minoria eloquente, que não representa a maioria dos alunos. O DCE, o Sintusp, a Adusp, essas entidades não representam de maneira efetiva os alunos (eu estou na USP há 7 anos e nunca votei no DCE). Eu, como representante discente da pós no IQ, posso afirmar que queremos a polícia no câmpus já! E posso dizer que essa opinião não se limita ao IQ.

Bruno Queliconi é doutorando no Instituto de Química da USPBRUNO QUELICONI

Nas fotos tiradas pela Folha, tinha um esquerdopata maconheiro tentando agredir um policial com um livro de Karl Marx.

A grande alegação a muito tempo é que só a POLICIA FEDERAL poderia fazer algo por lá.

A PM por ser estadual, não teria efeitos sobre um órgão federal. Vai entender.

E o estudo?


 

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