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Dom Antônio celebra seu terceiro aniversário como bispo de FW.

Vossa Excelência Reverendíssima, Dom Antonio Carlos Rossi Keller, celebra hoje o seu terceiro aniversário como Bispo diocesano de Frederico Westphalen.

Dom Antônio na Vigília Pascal de 2009
Além de ser um ótimo bispo, Dom Antônio é um bispo muito piedoso, que tem resgatado a tradição litúrgica em FW, como nos manda a Igreja.

" Hoje, a meu ver, vivemos ainda tempos tristes... Muita coisa já mudou e melhorou em relação à liturgia. Mas ainda há do que se lamentar. O espírito do "brincar" com a liturgia sagrada, expressão reveladora de uma mentalidade absurda, predomina em muitos recantos deste Brasil. " (Dom Antônio Carlos Rossi Keller)


Louvemos a Deus pelo terceiro de episcopado de Dom Antôniona diocse de
Obrigado, senhor, por enviar dignos pastores para seu rebanho!

A vaidade do rapaz católico


É impossível que um rapaz não tenha vaidade. Ao ser arrumar para ir na Missa, na casa da namorada ou um simples passeio ele procura no seu guarda-roupa uma melhor camisa para a ocasião. Vaidade. Quando vai fazer a barba quer estar com o rosto limpo e tem cuidado para não se cortar ou apara de leve as costeletas ou o cavanhaque que julga ser o seu charme. Vaidade.

E a preocupação com a vaidade hoje não é algo exclusivo das mulheres, há um forte crescimento entre os homens que querem uma boa saúde física, mental e externa. O que não é aceitável, e isso vi numa discussão de uma determinada rede social, é ridicular os rapazes que tem um zelo mais profundo com a sua estética como se isso fosse uma particularidade de homossexuais.

Há um 'modelo padrão' nos tempos atuais que exige que o sujeito masculino seja robusto e com modos bruscos, quanto mais
ogro o indivíduo for mais 'macho' será a sua característica.

Tradição em foco com Roma no Facebook


Houve um debate de rico conteúdo sobre a Missa na página do Facebook e gostaria de compartilhar com as pessoas que não tem essa rede social ou que tem mas não pode visualizar.



A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo (1ª Parte, Tópico 24)


“A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo” do Pe. Tomas Pégues, O. P., é uma excelente obra para aqueles que desejam iniciar o estudo da Obra Magna de Santo Tomás. Um tanto raro aqui no Brasil, haja vista que sua última edição em português data do início da década de 40, este livro é formulado como todos os catecismos tradicionais em perguntas e respostas e é de agradável leitura.

PRIMEIRA PARTE: DE DEUS, SER SOBERANO E SENHOR DE TODAS AS COISAS

XXIV. DA AÇÃO DOS ANJOS BONS NO HOMEM; OS ANJOS DA GUARDA

Prece pela Canonização de Mons Lefebvre. Mas qual dos dois?



Santa Missa na Forma Extraordinária na UERJ


O Círculo Católico Acadêmico inicia a abertura período acadêmico do seu apostolado com a Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano que é o pilar do Círculo reunindo os católicos tradicionais da UERJ e UFRJ e demais universidades que desejam um grupo universitário para formação católica tradicional.

A Missa foi celebrada pelo Reverendíssimo padre José Edilson Lima da Administração Apostólica São João Maria Vianney.

Segue abaixo as fotos:


14 de setembro, o “11/09/2001” da FSSPX


Foi com ânimos exaltados que a notícia da visita de Sua Excelência Dom Fellay à Santa Sé no próximo 14 de setembro foi recebida. Como de praxe, leigos lefebvristas auto-teólogos já entram em discussão entre si sobre o futuro parecer do seu superior e de como irão reagir mediante um acordo. Ou seja, essa independência de obediência à Hierarquia ainda que seja o próprio bispo lefebvrista é mais uma consequência do Estado de Necessidade oriunda pela falsa doutrina da FSSPX de que leigos tem carta branca para examinar o Magistério dos Papas e [com a sua concepção pessoal] averiguar se o mesmo está de acordo com a Tradição podendo acatá-lo ou rejeitá-lo. Tal doutrina escapou do limite do aceitável e é praticado até entre os próprios padres e os quatros bispos lefebvristas. O leigo lefebvrista não vê mais em seu clero uma âncora segura, tudo é motivo de análise e questionamento, não existe mais uma unidade lefebvrista no seio da Fraternidade.

Com essa sobrecarga mental no cérebro lefebvrista, alguns desistem de tudo e optam pela religião imaginária do sedevacantismo.

Vejamos como poderá seguir o processo da situação pós-14/09:

Expansão do Motu Proprio pelo mundo afora.



Cada vez mais é noticiado que algum padre, bispo e diocese estão celebrando a Missa tradicional não por obrigação para atender o público devoto do rito mais por devoção e amor ao Patrimônio Litúrgico da Igreja.

Como isso, o Novus Ordo Missae local é influênciado e sacralizado, objetivo primário da intenção do Santo Padre para realizar a Reforma da Reforma.

Vejamos os locais onde a Missa tradicional vem sido celebrada:


II ENCONTRO SUMMORUM PONTIFICUM – BRASIL



PROMOÇÃO
ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO
ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA
SÃO JOÃO MARIA VIANNEY
15-18 DE NOVEMBRO DE 2011
RIO DE JANEIRO - RJ


PROGRAMAÇÃO

O chip lefebvrista



Este artigo tem o objetivo primário prestar solidariedade fúnebre à antiga postagem sobre um determinado agrupamento que trajavam vestes inapropriadas e se comportavam de modo estranho dentro de um cômodo que reúne pessoas para praticarem atos religiosos. Tal repercussão foi tanta dentro e fora do Brasil que alguns lefebvristas quiseram colocar meu nome na boca do sapo, me agredir, rogar praga, fazer um sequestro relâmpago, iniciar um processo por difamação e calúnia, contar pra minha mãe para me colocar de castigo, etc. Isso porque caiu a máscara da excelência interna da FSSPX que seus membros e "ligados" pelas comunidades amiguinhas tanto gostavam de arrotar pela internet.

Como estava dando dor de cabeça para muita gente, a postagem tomou doril.

E o objetivo secundário é compreender na luz da razão o segredo da influencia e da aparente “força” que a fé lefebvrista exerce sobre seus membros; que reside no fato de que seus adeptos são treinados/programados para nunca usar o raciocínio em cima daquilo que acreditam.

O Feminismo não deu certo.

O livro que vendeu o feminismo com humor.

O chamado "feminismo" foi um dos mais eficazes instrumentos do comunismo gramscista e do socialismo fabiano - os modelos que, combinados, atacaram, a partir da segunda metade do século XX, toda a estrutura civilizacional do ocidente.

Ao atacar o cerne, o miolo da família, que é o fundamento mesmo da estrutura, esses dois modelos deram um golpe mortal nela. Uma geração inteira foi abandonada, porque mulher que não trabalhava fora era considerada "burra" - e eu sei bem que não é todo mundo que é dotado de segurança intelectual suficiente para encarar a pressão externa. Então viram-se casos extraordinários, nos quais alguém deixava os filhos com terceiros, abrindo mão da criativíssima tarefa de criá-los - para ir ocupar alguma tediosa e massacrante função, como ser gerente de departamento ou secretária.

Sumorum Pontificum: Mais uma paróquia celebra a Missa tradicional

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Mais uma paroquia na Arquidiocese de Boston EUA tem a Missa Tridentina. Essa belíssima Igreja, segundo o relato do confrade Paulo Ghetti, foi conservada no seu estado original durante décadas. Os fiéis fizeram a petição para o pároco e em menos de 3 semanas receberam autorização para terem a primeira Missa que foi celebrada na Festa da Assunção de Nossa Senhora. A Missa foi celebrada no Altar-Mor. Mais de 130 fiéis assistiram a Santa Missa na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. A homilia do padre também foi catequética e ortodoxa. Ele que antes não se interessava e nem gostava da Missa Tridentina e muito menos do latim teve sua vocacão rejuvenescida pelo Rito Tridentino. Tudo, segundo ele mesmo, graças ao exemplo do Santo Padre o Papa Bento XVI.

A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo (1ª Parte, Tópico 23)



“A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo” do Pe. Tomas Pégues, O. P., é uma excelente obra para aqueles que desejam iniciar o estudo da Obra Magna de Santo Tomás. Um tanto raro aqui no Brasil, haja vista que sua última edição em português data do início da década de 40, este livro é formulado como todos os catecismos tradicionais em perguntas e respostas e é de agradável leitura.




PRIMEIRA PARTE: DE DEUS, SER SOBERANO E SENHOR DE TODAS AS COISAS



XXIII. DA AÇÃO DOS ANJOS BONS NO MUNDO CORPÓREO



Rixa regional linguística não tem motivo


Um costume bem comum e antigo entre os brasileiros é a comparação dos costumes regionais de Estados vizinhos gerando dessa forma uma espécie de competição para outorgar para si a melhor condição de moradia, aspecto climático, turístico e esportivo. Mas o que realmente não faz sentido algum é o deboche sobre os dialetos, feito com muito mais enfânse sobre os nodertinos que com isso ganham uma característica de pessoas desinformadas e menos instruídas fato esse desmentido muito antes na história pelo rol de escritores renomados que são em sua maioria oriundos do Nordeste brasileiro.

Mas, será que todos sabem a origem fonológica dos dialetos e se de fato qual deles se aproximam mais do português de raíz?

Curta




Um leitor me escreveu dizendo que o artigo "Nazismo foi de direita?" foi de rico conteúdo para a conclusão de seu trabalho acadêmico cujo professor esquerdista da PUC teve que engolir em seco as argumentações que eram, por si só, irrefutáveis.

Muito obrigado!

Confissão: sacramento do rejuvenescimento



Sempre nutri um desejo na alma de pode ver o Santo Padre com meus olhos, uma vez que na sua última visita à São Paulo eu ainda não era católico e não tinha interesse de viajar tanto para esse fim. Hoje, ainda sendo o pior da raça dos pecadores imundos, o Senhor que é rico em bondade e misericórdia vai me conceder poder estar com o Vigário de Cristo no quintal da minha casa em 2013. Já que sou carioca.

Que graça tiveram as pessoas que se confessaram com ele em Madri. Eu quero estar diante de Pedro confessando meus pecados também e estarei cursando Alemão I na faculdade para facilitar a vida do Sumo Pontífice. Quem sabe não serei contemplado a estar de joelhos diante desse Papa que tanto amo?

Quão tolos são os que desprezam esse Santo Sacramento da Reconciliação, diante de uma das minhas constantes conversões [Uma vez que ela é diária] eu tomei a decisão de querer ir pro céu e tenho ficado menos tempo na internet e mais tempo no confessionário.

Conheça o Círculo Católico Acadêmico, a PU da Tradição


Com o crescimento do amor pela Tradição Católica entre os jovens brasileiros, fazia-se necesserário uma organização universitária tradicional para atender a quantidade de católicos na linha de Bento XVI que se encontram na UFRJ e UERJ e nasce então o
Círculo Católico Acadêmico, um movimento laical aprovado pela Hierarquia Eclesiástica da Arquidiocese do Rio de Janeiro, dirigido à evangelização no próprio meio de universitários e estudantes do Ensino Médio.

O Círculo tem uma rotatividade de palestras de temas da atualidade cujas respostas sobre os acontecimentos tem o parecer final da Sã Doutrina, acompanhada com a análise sociológica, filosófica, teológica com profissionais católicos do ramo e solidificamos o apostolado com a Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano.

Algumas das atividades realizadas:


Santa Missa na UERJ em Agosto.


Perguntas espanholas


Diante das notícias sobre manifestações contra a visita do Papa à Espanha, fiquei pensando...

Por que a imprensa dá tanta ênfase a uma manifestação de 2.000 a 5.000 pessoas? Por que esse gosto de alargar, aumentar, amplificar e sublinhar tudo quanto seja contra Cristo e de modo particular contra a Igreja? Por que não se mostra de modo honesto a agenda positiva e real: milhares de jovens do mundo inteiro, na casa dos vinte a vinte e cinco anos ali, felizes, com o Papa?

Será que os tolos que fizeram essa manifestação não compreendem que não são somente eles que pagam impostos, mas os católicos também os pagam? A grande maioria dos espanhóis não reclamou e está contente com a visita do Santo Padre! Além do mais, não fosse a cegueira e a má vontade anticlericais desses grupelhos radicais, eles veriam que a visita do Papa e a Jornada da Juventude traz compensações financeiras para a Espanha em crise...

Mas, ainda que não trouxesse compensação alguma. será que a vida e os acontecimentos devem ser medidos somente pelo útil, pelo lucrativo, pelo resultado imediato? E o bem que um encontro desses traz a milhares de jovens que procuram um sentido, um rumo para a existência, num mundo cansado de si e temeroso quanto ao futuro? Mas, esses obtusos, esses tolos de má vontade não enxergam nada disso. São movidos somente pelo ódio e pelo preconceito.

Mais uma pergunta? Por que é que alguns gays sentem prazer em se beijarem quando veem o Papa? Interessante forma de tara! Quando vão compreender que podem se beijar até cair a língua, que isso não afetará ao Papa em nada? Tanto é direito deles beijarem-se à vontade como é direito e dever da Igreja dizer o que é contrário ou de acordo com o doutrina cristã e a lei natural. Quantas vezes é necessário dizer que a Igreja não é contra ninguém? O resto é circo! Como seria bom que esses homossexuais – que não representam a maioria dos homossexuais - tratassem com seriedade de argumentos as suas questões! Beijaços à passagem do Papa não resolvem. No máximo, se chegasse a ver tais cenas, o Papa talvez dissesse: “Não, obrigado!”

Fonte:

http://costa_hs.blog.uol.com.br/

Maria Imaculada - Apologética anti-protestante.



Escreve a respeito (defendendo a tese da morte) o Pe. Gino Concetti, teólogo da Casa Pontifícia: “Assim como Cristo preservou Maria do pecado mediante uma única e singular Redenção, precisamente de igual modo concedeu a Maria o privilégio único a um ser humano, de ser subtraída, preservada da corrupção do sepulcro. O seu corpo não se dissolveu na sepultura, mas foi elevado ao Céu pelos méritos e pelo poder de Cristo” (Observatório Romano, edição em português, 4/11/00). Porém, “até a véspera da proclamação dogmática, era muito viva uma corrente mariológica que afirmava a não-morte de Nossa Senhora”. Tais teólogos eram chamados de “imortalistas”.

Conservador de direita, com muito orgulho


O cenário da cultura política tupiniquim é tão sombrio que palavras como "direitista", "conservador" e "reacionário" soam, pelas terras de Vera Cruz, como verdadeiros xingamentos. O horror que a ideia de um direitista causa no imaginário popular é tão veemente que até oposição faz questão de dizer, num claro golpe midiático, que está "à esquerda do governo". Essa situação é fruto do patrulhamento ideológico pelo qual passou a cultura brasileira desde que o esquerdistas tomaram as universidades e os editoriais dos jornais. Demonizar o adversário talvez tenha sido o meio que a esquerda achou de mitigar seus próprios crimes, haja vista ter ela em suas costas o peso da matança de 100 milhões de pessoas no século XX, constituindo esse crime a maior carnificina da história humana conhecida.

Fogo no Inferno. Metáfora ou realidade?


Jesus fala muitas vezes da "Geena", do "fogo que não se apaga", reservado aos que recusam até o fim de sua vida crer e converter-se, e no qual se pode perder ao mesmo tempo a alma e o corpo. Jesus anuncia em termos graves que "enviar seus anjos, e eles erradicarão de seu Reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade, e os lançarão na fornalha ardente" (Mt 13,41-42), e que pronunciar a condenação: "Afastai-vos de mim malditos, para o fogo eterno!" (Mt 25,41).

Assunção de Nossa Senhora



Nossa Senhora passou pela morte terrestre?

O Catecismo, no ponto 966, cita textualmente:

"Finalmente, a Imaculada Virgem, preservada imune de toda mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste. E para que mais plenamente estivesse conforme a seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte, foi exaltada pelo Senhor como Rainha do universo." A Assunção da Virgem Maria é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos

A fórmula dogmática propositadamente não definiu como foi esse "término da vida terrestre": se não houve morte, ou se houve morte e ressurreição. Há fortes argumentos teológicos para ambas as hipóteses.

É verdade que na Revelação a morte se apresenta como castigo do pecado. Todavia, o fato de a igreja proclamar Maria liberta do pecado original por singular privilégio divino não induz a concluir que Ela recebeu também a imortalidade corporal.

A mãe não é superior ao Filho, que assumiu a morte, dando-lhe novo significado e transformandoa em instrumento de salvação. Empenhada na obra redentora e associada à oferta salvífica de Cristo, Maria pôde compartilhar o sofrimento e a morte em vista da redenção da humanidade.

Também para Ela vale quanto Severo de Antioquia afirma a propósito de Cristo: “Sem uma morte preliminar, como poderia ter lugar a ressurreição?” (Antijulianistica, Beirute 1931, 194 s.). Para ser partícipe da ressurreição de Cristo Maria devia compartilhar antes de mais a Sua morte.

Nalguns Padres da Igreja encontramos a descrição de Jesus mesmo que vem acolher a sua Mãe no momento da morte, para introduzir na glória celeste. Assim, estes apresentam a morte de Maria como um evento de amor que a levou a alcançar o seu Filho divino para participar da Sua vida imortal.

No final da sua existência terrena, ela terá experimentado, como Paulo e mais do que ele, o desejo de se libertar do corpo para estar com Cristo para sempre (cf. Fl. 1,23).

A experiência da morte enriqueceu a pessoa da Virgem: passando pela comum sorte dos homens, ela pode exercer com mais eficácia a sua maternidade espiritual em relação àqueles que chegam à hora suprema da vida.


DO Livro: A VIRGEM MARIA - 58 CATEQUESES DO PAPA JOÃO PAULO II

A Igreja não se pronunciou definitivamente sobre isso. O dogma fala apenas na Assunção, na subida da Santíssima Virgem aos céus, de CORPO e alma, levada pelos anjos, pela virtude de Cristo. Pode ter ocorrido uma dormição (um sono e em seguida a Assunção), ou uma morte (com dor para associar-se ao seu Filho; ou sem dor, porque não tinha pecado) seguida esta da Ressurreição.
Alinhar ao centro

A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo (1ª Parte, Tópico 22)


“A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo” do Pe. Tomas Pégues, O. P., é uma excelente obra para aqueles que desejam iniciar o estudo da Obra Magna de Santo Tomás. Um tanto raro aqui no Brasil, haja vista que sua última edição em português data do início da década de 40, este livro é formulado como todos os catecismos tradicionais em perguntas e respostas e é de agradável leitura.


PRIMEIRA PARTE: DE DEUS, SER SOBERANO E SENHOR DE TODAS AS COISAS

XXII. DA AÇÃO DOS ANJOS NO GOVERNO DO MUNDO: ORDENS E HIERARQUIAS ANGÉLICAS

Parabéns pelo seu dia pai!





Zelemos pelo sacerdote, nosso pai espiritual que pelo seu SIM à sua vocação nos concede a graça de termos Cristo pelos Sacramentos!

Nazismo foi de direita?


Mediante o fato do comunismo sanguinário de Stálin ter sido igual ao nazismo de Hitler, os esquerdistas usam como contra-argumento que o Nazismo foi de direita. Foi mesmo?

A juventude ao encontro da Confissão na JMJ 2011



Esse será o confessionário usado na Jornada Mundial da Juventude em Madri. São 20 destes localizados em uma praça que será chamada "Espaço penitênciário" e Sua Santidade Bento XVI estará em algum desses atendendo confissões.

Não é preciso dizer que a fila para o confessionário do Santo Padre será um ato de covardia (rs) comparando com a dos outros confissionários.

Viva o Papa! Viva Bento XVI!

A questão do Molinismo



O molinismo deve seu nome a Luis de Molina, cuja ânsia de contrapor-se aos protestantes, acabou levando-o a cometer alguns erros filosóficos, no que tange ao entendimento que podemos ter, por analogia, sobre a onisciência divina e sobre a causalidade.

Uma vez que o ser pode existir em ato e em potência, é óbvio que a ciência de Deus abrange tudo o que é, e o que pode ser. Chamamos a essa ciência dos atos de “ciência de visão”, e a essa ciência das possibilidades de “ciência de simples inteligência” .

Ora, para salvar o considerava ser a liberdade humana, Molina inseriu também o conceito de “ciência média”, que seria a ciência dos futuríveis, isto é, dos atos humanos, submetidos a tais e tais circunstâncias.

Sedevacantistas: Os sociopatas da religião




Não! Não temos a mínima pretenção de levantar debates doutrinários sobre a falácia do ativismo sedevacante, devidamente refutados nas redes sociais e que os adeptos fingem que não é com eles. Quando eles eram levados a sério e estavam na moda também procurei adquirir informações e debatia visando somente o conteúdo teológico e doutrinário, algo que não faço mais. Um ativista de Anápolis até hoje não conseguiu me provar onde está o defeito na ordenação do rito novo e outro não conseguiu descascar o abacaxi que lhe foi confiado. O objetivo do artigo é levantar uma possível resposta para a fidelidade a uma ideologia errônea e suas consequências psicológicas e sociológicas.

Unificação das duas formas do único rito romano



Futuro rito romano unificado seja algo baseado nas rubricas de 65, mas com algumas coisas "que passaram na prova" da reforma de 69.

Não um misto das duas formas do rito romano, mas, em essência, a forma tradicional, tridentina, com alguns elementos da forma moderna.

Idéias para uma futura unificação das formas do rito romano


Missa

Rubricas gerais

• Conservação da estrutura da forma extraordinária, chamada “tradicional, ou “de São Pio V”, ou ainda “tridentina”, aproveitando pontos positivos da forma ordinária, moderna, “de Paulo VI”.

• Observância, pelo celebrante, da posição versus Deum.

• Incentivo ao uso do latim, sendo que as igrejas deverão proporcionar, ao menos uma vez por semana, a Missa nesse idioma. As igrejas e oratórios com mais de três Missas dominicais devem ter uma delas em latim e cantada.

• As Missas serão rezadas ou cantadas, e simples ou solenes. As cantadas podem ser solenes ou simples, bem como as rezadas serão solenes ou simples. As rezadas, quer simples, quer solenes, poderão ter cantos, e também poderão ser cantadas só certas orações. Missa solene, quer cantada, quer rezada, é celebrada com a assistência de um ou mais diáconos. A Missa solene cantada pelo Bispo será chamada pontifical, como no uso tradicional.

• Todas as Missas poderão ser concelebradas, como no uso moderno. E só funcionarão como diáconos os efetivamente ordenados nesse grau, não os sacerdotes (hipodiáconos).

• A combinação da Missa com os demais sacramentos, sacramentais e com a Liturgia das Horas seguirá o esquema do uso moderno, acrescentadas as Orações ao Pé do Altar, como no uso tradicional.

• Cores litúrgicas: preta (Missas pelos defuntos, inclusive a Comemoração de Finados), verde (Tempo Comum ou, facultativamente, na Septuagésima), vermelho (mártires, Apóstolos, Evangelistas, Sexta-feira Santa da Paixão, Pentecostes com sua Oitava, e Missas rituais de Crisma e votivas do Espírito Santo), branco (Solenidades e festas do Senhor e da Virgem, santos não-mártires, Missas rituais dos demais sacramentos e sacramentais, e Missas pelo Papa), dourado (como no branco), roxo (Advento, Quaresma, Têmporas, Rogações e, facultativamente, na Septuagésima), rosa (III Domingo do Advento e IV Domingo da Quaresma), azul (facultativamente, nas Solenidades, festas e memórias da Virgem).

• Os paramentos dos ministros para a Missa serão os de costume: alva, cíngulo, amito, estola e casula. Será restituído o uso do manípulo. Para o Asperges antes da Missa de Domingo, será utilizado o pluvial na cor do tempo ou do dia. Para a combinação da Missa com a Liturgia das Horas, deve o sacerdote usar pluvial na cor do tempo ou dia, durante os primeiros atos e, em seguida, portar a casula. O mesmo nas procissões. Nos outros ritos que podem ser combinados com a Missa, o sacerdote usará só a casula. Mesmo em Missas com grande número de sacerdotes concelebrando, todos deverão usar casula. Os diáconos usarão dalmática sempre. Sacerdotes que estejam assistindo à Missa no presbitério, usarão veste coral obrigatoriamente. Caso estejam assistindo da nave, poderão usar veste coral ou seu traje eclesiástico simples. Quando forem participar da Missa sem celebrá-la (por exemplo, distribuindo a Comunhão, ou impondo as mãos em uma ordenação), usarão estola em cima da sobrepeliz. Se desempenharem outro papel durante a celebração, usarão pluvial da cor do tempo ou do dia, do mesmo modo que os acólitos que carregarem os livros litúrgicos e demais apetrechos em uma Missa Pontifical.

• Na Missa Pontifical, i.e., na Missa que seja solene e cantada pelo Bispo, este obrigatoriamente deverá usar luvas cerimoniais, como no uso tradicional. Nas Missas solenes e rezadas, e simples e cantadas, seu uso será, entretanto, facultativo. Nas Missas simples e rezadas, não as deverá usar.

• O Bispo poderá presidir a Liturgia da Palavra em uma Missa a que assista, mas não celebre, nos termos do Cerimonial dos Bispos e do Pontifical Romano segundo o uso moderno.

• Os acólitos, se instituídos, estarão, obrigatoriamente, de alva e cíngulo, ou de veste talar com sobrepeliz, em todas as Missas. Os acólitos eventuais, não instituídos, podem usar, facultativamente, esses paramentos também, e, nas Missas solenes e Missas cantadas utilizarão os mesmos de modo preceptivo. Sempre que houver mais de um acólito, um deles, que oficiará como cerimoniário, deverá estar de veste talar com sobrepeliz, não meramente de alva e cíngulo.

• As posições do celebrante e ministros em relação ao altar – no meio, no lado, de frente ao povo e de frente para Deus – serão as do uso tradicional, exceto a Proclamação do Evangelho, sempre do ambão e versus populum.

• As rubricas quando a gestos e detalhes serão as do uso tradicional, bem como quanto ao modo de incensar.

• O tabernáculo poderá ser tanto localizado sobre o altar, formando uma estrutura única, quanto deslocado do mesmo, desde que atrás do mesmo ou em uma capela própria. Se localizado no presbitério, deve ser sempre no meio, de modo que a Missa seja celebrada com o sacerdote visando-o. O altar separado da parede o será para que o sacerdote circunde-o na incensação, não para que se coloque atrás do mesmo, visto que a celebração será sempre versus Deum.

• Um acólito poderá sustentar o Missal para que o celebrante o utilize, mesmo nas partes propriamente feitas versus Deum. Nesse caso, apenas não estará o Missal sobre o altar, mas todos se voltarão, sim, para ele.

Ordinário

1. Ritos iniciais

• Iniciar-se-á pelas Orações ao Pé do Altar, que poderão seguir uma procissão de entrada (obrigatória nas Missas cantadas e nas Missas solenes, e facultativa nas Missas simples rezadas).

• O Ato Penitencial será acrescido do “omissões”, como no uso moderno. Contudo, o restante será como no uso tradicional, com a confissão não só aos anjos e santos, e aos irmãos e irmãs, mas ao padre (e o padre ao povo), com menção explícita à Virgem Maria, a São Pedro e São Paulo etc. Os dois momentos do Confiteor devem ser respeitados: do padre e do povo.

• Após o Confiteor do povo, o sacerdote, além de dar a absolvição, deverá recitar a fórmula II de Ato Penitencial descrita no uso moderno, e, em seguida, rezar a prece Indulgentiam que consta do uso tradicional, com os fiéis fazendo o sinal-da-cruz. Lerá os versículos e fará as orações conforme o uso tradicional.

• Uso do incenso, mesmo nas Missas simples, quando será facultativo. Obrigatório nas Missas cantadas e nas Missas solenes.

• Em seguida, o padre deverá ler o Intróito (se já não foi cantado durante a procissão de entrada). O Intróito poderá ser dito conforme o Missal ou cantado conforme o Gradual. Também poderão ser usadas melodias para o disposto no Missal. Após, saudará o povo como no uso moderno.

• O Kyrie, como no uso moderno.

• O Glória, como no uso moderno: nos Domingos fora da Quaresma e do Advento, nas solenidades, nas festas (obrigatório) e em ocasiões em que seja pastoralmente útil (facultativo). Após, beijará o altar, como no uso tradicional, virar-se-á para o povo, e o saudará com as palavras costumeiras.
• Na Coleta, aproveitar-se-ão as novas orações, mas sem desprezar as fórmulas tradicionais. Ficarão como alternativas, podendo o celebrante rezar ou cantar tanto a Coleta do uso tradicional quanto a do uso moderno, e mesmo sobrepor as duas, caso em que, na primeira, será omitida a conclusão.
• Nos Domingos do Tempo Comum, da Quaresma, do Advento e da Septuaginta, haverá o Asperges antes das Orações ao Pé do Altar. E nos Domingos do Tempo Pascal, o Vidi Aquam.

2. Liturgia da Palavra (ou Missa dos Catecúmenos)

• Nos Domingos e Solenidades, duas leituras, um salmo, a aclamação e o Evangelho. Nos demais dias, uma leitura, um salmo, a aclamação e o Evangelho, salvo a Solene Vigília Pascal, com seu rito próprio.

• O salmo poderá ser o previsto no Lecionário ou que consta do Gradual. O mesmo em relação à aclamação.

• O Evangelho será lido ou cantado do ambão, versus populum, como no uso moderno, pelo diácono, se houver. Uso do incenso, mesmo nas Missas simples, quando será facultativo. Obrigatório nas Missas cantadas e nas Missas solenes.

• Após o Evangelho, o celebrante ou outro clérigo deverá pregar uma homilia, obrigatória nos Domingos, Solenidades e festas, facultativa nas memórias e dias feriais.

• O Credo poderá ser o Niceno-constantinopolitano ou o Apostólico, como no uso moderno. Será dito ou cantado nos Domingos, nas Solenidades e nas festas.

• Após o Credo, serão feitas as preces, conforme o uso moderno, para as quais, entretanto, serão compostos formulários de intenções obrigatórios, a fim de disciplinar a unidade de oração na Igreja. Após as preces preceptivas, poderá haver espaço para algumas poucas intenções particulares de cada Diocese, igreja ou grupo que está à Missa. As preces serão ditas ou cantadas pelo leitor versus Deum, diante dos degraus do presbitério, ou versus populum, do ambão.

3. Liturgia Eucarística (ou Missa dos Fiéis)

• O Rito da Paz será deslocado para antes do Ofertório, conforme sugestão do Sínodo dos Bispos.

• Após, os fiéis se sentarão, e a Antífona do Ofertório será lida pelo celebrante ou cantada, segundo o uso tradicional. Se for cantada, poderá haver uma procissão dos dons, como no uso moderno.

• O Ofertório será o do uso tradicional, com suas orações de oblação que exprimem melhor o sentido sacrifical da Santa Missa. Todavia, as preces de oferecimento do uso moderno serão acrescentadas ao fim da oferta do pão e da oferta do vinho, respectivamente, ao que os fiéis responderão como no uso moderno. As preces serão ditas em voz alta, como no uso moderno.

• O Lavabo será o do uso tradicional.

• Depois do Lavabo, recitará o sacerdote a Oração à Santíssima Trindade, como no uso tradicional.

• Uso do incenso, mesmo nas Missas simples, quando será facultativo. Obrigatório nas Missas cantadas e nas Missas solenes. Como no uso moderno, que autoriza o incenso sempre.

• Em seguida, os fiéis põem-se de pé ao convite do sacerdote (“Orai, irmãos...”). O povo responderá.

• Então, o sacerdote rezará ou cantará a Oração sobre as Oferendas, em voz alta. Nela, aproveitar-se-ão as novas orações, mas sem desprezar as fórmulas tradicionais. Ficarão como alternativas, podendo o celebrante rezar ou cantar tanto a Oração sobre as Oferendas do uso tradicional quanto a do uso moderno, e mesmo sobrepor as duas, caso em que, na primeira, será omitida a conclusão.

• Seguir-se-á, então, para a Oração Eucarística ou Cânon da Missa, iniciando-se com o diálogo entre o sacerdote e o povo, seguindo-se o Prefácio. Serão aproveitados os novos Prefácios, mas alguns dos antigos poderão ser restaurados também.

• O Sanctus como de costume, cantado ou rezado.

• Serão dispostas a Oração Eucarística I (Cânon Romano), a II, a III, a IV, as duas sobre reconciliação, e uma para Missa com Crianças, e apenas essas. Todavia, o Cânon Romano será restaurado como no uso tradicional, e com obrigatoriedade de mencionar todos os santos previstos. Será utilizado obrigatoriamente nos Domingos, Solenidades e festas, e, facultativamente, em todas as demais ocasiões. As demais Orações Eucarísticas poderão ser utilizadas em Missas feriais e de memórias. As orações sobre reconciliação poderão ser ditas na Quaresma, na Septuagésima, no Advento, nas Quatro Têmporas, e nas Missas penitenciais, mas nunca nos Domingos, Solenidades e festas. Já as orações para Missa com Crianças poderão ser utilizadas em qualquer Missa, mesmo nos Domingos, Solenidades, festas e tempos privilegiados. A Oração Eucarística, após o Sanctus, poderá ser dita em voz baixa ou voz alta e também cantada. As genuflexões da Consagração serão como no uso tradicional: uma antes da Elevação, outra depois, em relação a cada Consagração, totalizando quatro genuflexões. Uso do incenso, mesmo nas Missas simples, quando será facultativo. Obrigatório nas Missas cantadas e nas Missas solenes.

• A Doxologia Final da Oração Eucarística será sempre dita em voz alta ou cantada.

• O Pai Nosso será dito ou cantado por todos juntos, como no uso moderno.

• O Livrai-nos será o mais extenso, do uso tradicional, ao fim do qual o povo responderá, entretanto, como no uso moderno.

• A Fração do Pão e o Agnus Dei serão feitos como de costume, excluído o Rito da Paz, o qual será deslocado para antes do Ofertório.

• A Preparação para a Comunhão do celebrante será feita conforme o uso tradicional, i.e., com a oração completa (que no uso moderno é separada em duas orações alternativas).

• A Comunhão do Celebrante será como no uso tradicional.

• Antes da Comunhão dos Fiéis, reza-se, pela terceira vez, o Confiteor, que, nessa ocasião, nunca será cantado.

• A Apresentação do Corpo do Senhor será feita segundo o uso tradicional, ou seja, com a resposta dada três vezes pelo povo.

• A Antífona da Comunhão, conforme o Missal, será dita pelo sacerdote antes da Comunhão dos fiéis. Ou, então, será cantada conforme o Gradual durante a distribuição da Eucaristia. Se outro canto for entoado, a Antífona da Comunhão deverá ser cantada antes e conforme o Missal, não o Gradual.

• Para a Comunhão dos Fiéis, o sacerdote ou diácono dirá a fórmula tradicional ou a fórmula moderna. A Comunhão será ministrada obrigatoriamente na boca, recebendo-a o fiel de joelhos.

• A Purificação será como no uso tradicional, i.e., completa (com a oração que permaneceu no uso moderno, mais a que lhe foi retirada na reforma de Paulo VI).

• Durante a Purificação e em alguns instantes após esta, seguir-se-á a Ação de Graças, durante a qual poderão ser recitadas orações ou entoados cânticos adequados.

• Na Pós-Comunhão, aproveitar-se-ão as novas orações, mas sem desprezar as fórmulas tradicionais. Ficarão como alternativas, podendo o celebrante rezar ou cantar tanto a Coleta do uso tradicional quanto a do uso moderno, e mesmo sobrepor as duas, caso em que, na primeira, será omitida a conclusão.

4. Ritos Finais

• O celebrante voltará ao meio do altar, recitará a oração especificada pelo uso tradicional, e o beijará.

• Em seguida, dará a Bênção, que poderá ser solene, conforme as opções do uso moderno.

• O Ite Missa Est, segundo o uso moderno, i.e., após a Bênção.

• O sacerdote irá para o ambão e lerá ou cantará o Último Evangelho – Prólogo de São João –, como no uso
tradicional.

• Nas Missas rezadas (quer simples, quer solenes), o celebrante rezará, de joelhos, com os fiéis, as Orações no Fim da Missa, previstas por Leão XIII e Pio XI. Nas Missas cantadas, tais orações será omitidas.

• Os celebrantes e ministros sairão em procissão, após terem beijado o altar novamente, e genufletido para o tabernáculo (ou feito vênia para o altar, caso não haja tabernáculo no presbitério).

Próprio

• Na Coleta, Oração sobre as Oferendas e Pós Comunhão, aproveitar-se-ão as novas orações, mas sem desprezar as fórmulas tradicionais. Ficarão como alternativas, podendo o celebrante rezar ou cantar tanto a Coleta, Oração sobre as Oferendas e Pós Comunhão do uso tradicional quanto a do uso moderno, e mesmo sobrepor as duas, caso em que, na primeira, será omitida a conclusão. A sobreposição dessas orações próprias poderá ser feita, também, sempre que, caindo uma memória em um tempo privilegiado, o sacerdote ou a comunidade queiram celebrar o santo ou o mistério que nela estiver contido.

• No Intróito e na Antífona da Comunhão, aproveitar-se-ão as novas orações, mas sem desprezar as fórmulas tradicionais. Ficarão como alternativas, podendo o celebrante rezar ou cantar tanto o Intróito e a Antífona da Comunhão do uso tradicional quanto o do uso moderno. Também se poderá usar o Intróito e a Antífona da Comunhão previstas no Gradual, desde que a Missa seja cantada ou, se simples, sejam essas ações cantadas, ao menos.

• A Antífona do Ofertório será restaurada, como no uso tradicional, e combinada, de alguma forma com a do Gradual do uso moderno.

• Serão aproveitados os novos Prefácios, mas alguns dos antigos poderão ser restaurados também.

• As Missas votivas, rituais, e para diversas necessidades, serão as do uso moderno, mas as que estejam previstas no uso tradicional serão resgatadas e incorporadas.

• A Solene Vigília Pascal será como no uso moderno, mas todas as leituras serão feitas de modo obrigatório. A Solene Ação Litúrgica da Sexta-feira da Paixão do Senhor será como no uso moderno, exceto a oração pelos judeus, feito conforme o uso tradicional segundo as rubricas do Beato João XXIII.

Lecionário e Calendário

• O Lecionário Ferial seguirá o uso moderno, com anos pares e ímpares. O Lecionário Dominical e, quando conveniente, o Lecionário Santoral, seguirão a estrutura em três anos, reservado ao Ano A os textos do uso tradicional, acrescentados para os Domingos e Solenidades uma leitura do Antigo Testamento ou dos Atos dos Apóstolos, e aos Anos B e C os textos do uso moderno distribuídos de modo que se contemplem todas as lições tradicionais e boa parte das novas lições.

• O Calendário Litúrgico Romano e Universal será o do uso moderno, com a restauração de algumas memórias suprimidas e que constavam do uso tradicional (como, por exemplo, a das Sete Dores de Nossa Senhora, a de São Cristóvão). Arranjos serão feitos no calendário para que algumas memórias e festas voltem à data segundo o uso tradicional. As Vigílias do uso tradicional serão restauradas. Os Tempos serão: do Advento, do Natal, da Quaresma, da Páscoa e Comum. As três últimas semanas do Tempo Comum antes da Quaresma serão chamadas também de Septuagésima, nas quais se poderá, facultativamente, utilizar paramentos roxos. A Solenidade de Cristo Rei será no último Domingo do Tempo Comum, como no uso moderno.

• Haverá as Quatro Têmporas reguladas de modo universal, como no uso tradicional. E as Rogações conforme as conferências episcopais, as Províncias Eclesiásticas e as Dioceses.

• Algumas Solenidades e festas terão restauradas as suas respectivas Oitavas, como no uso tradicional.

• A gradação das festividades será conforme o uso moderno: Solenidades, festas e memórias (obrigatórias e facultativas). Na Quaresma, as memórias poderão ser feitas como comemorações.

Ofício Divino

Rubricas gerais

• Poderá a Liturgia das Horas ser recitada privadamente ou em comunidade. Quando feito em comunidade, o Ofício será simples ou solene, e rezado ou cantado. O Ofício solene deverá ser obrigatoriamente presidido por um sacerdote ou diácono, que usará a sobrepeliz por cima da veste talar, estola e pluvial da cor do tempo ou do dia. Havendo diácono para ajudar, não presidir, usará a sobrepeliz por cima da veste talar, estola e dalmática da cor do tempo ou do dia.

• Os acólitos, se instituídos, estarão, obrigatoriamente, de alva e cíngulo, ou de veste talar com sobrepeliz, em todos os Ofícios. Os acólitos eventuais, não instituídos, podem usar, facultativamente, esses paramentos também, e, nos Ofícios solenes e Ofícios cantados utilizarão os mesmos de modo preceptivo. Sempre que houver mais de um acólito, um deles, que oficiará como cerimoniário, deverá estar de veste talar com sobrepeliz, não meramente de alva e cíngulo.

• Na recitação em comunidade, poderá ser usado incenso, que será obrigatório na forma solene.

• Incentivo ao uso do latim, embora possa ser celebrado o Ofício todo em vernáculo ou mesmo com partes latinas e partes vernaculares.

• Cores litúrgicas: como na Missa.

• O modo de participação dos diversos ministros será o de costume.

Ordinário

• As Horas Canônicas serão Ofício das Leituras, Laudes, Terça, Sexta, Nona, Vésperas e Completas. Prima fica suprimida, como no uso moderno, embora alguns possam recitá-la se tiverem privilégio para tal.

• A estrutura de cada Hora será a do uso moderno, acrescida do Pai Nosso e da Ave Maria antes de iniciar Laudes, Terça, Sexta, Nona e Vésperas, como no uso tradicional.

• As Completas serão como no uso moderno, acrescidas de: Ato Penitencial obrigatório, que constará de Confiteor, absolvição, Tende Compaixão, Indulgentiam, e Kyrie, acompanhado ou não de um breve exame de consciência; após o Responsório Breve, a antífona Custódi nos, com sua resposta; Preces (quando recitado em comunidade); e Sacrosánctæ (idem) - como no uso tradicional.

• O Saltério será como no uso moderno, em quatro semanas, sendo as Completas em uma semana. Outros saltérios, conforme privilégio, podem ser adotados: de uma semana e de duas semanas.

Próprio

• Na Coleta, aproveitar-se-ão as novas orações, mas sem desprezar as fórmulas tradicionais. Ficarão como alternativas, podendo o celebrante rezar ou cantar tanto a Coleta do uso tradicional quanto a do uso moderno, e mesmo sobrepor as duas, caso em que, na primeira, será omitida a conclusão.

• O Próprio do Tempo e o Próprio dos Santos seguirão as normas acima expostas quando ao Calendário, no tópico sobre a Missa.

Sacramentos, sacramentais e outras cerimônias constantes do Ritual Romano e do Pontifical Romano

Rubricas gerais

• A celebração dos sacramentos, dos sacramentais e outras cerimônias poderá ser efetuada em latim ou em vernáculo, e mesmo com partes latinas e partes vernaculares.

• Os sacramentos seguirão o uso moderno, exceto: no Batismo, o acréscimo obrigatório dos pequenos exorcismos, como no uso tradicional; na Crisma, a forma será a do uso tradicional, podendo, como faculdade, ser utilizada a forma do uso moderno como complemento.

• Os sacramentais serão conforme o Ritual Romano do uso moderno, exceto: o Exorcismo, que seguirá o uso tradicional; as Bênçãos Solenes com água, que deverão ter o Asperges como cerimônia obrigatória, não facultativa.

• O sacerdote ou diácono deverá, para bênçãos simples, mas que sigam o Ritual Romano, portar sobrepeliz por cima da veste talar e estola branca, ou, túnica com estola, se não estiver de veste talar. Em situações de emergência e extraordinárias, pode dispensar o uso dos paramentos. Não confundir essas bênçãos com qualquer bênção dada pelo sacerdote, que sempre a pode dar de qualquer modo e trajado normalmente.

• Nas bênçãos mais solenes, o sacerdote deverá, obrigatoriamente, utilizar, além do descrito acima, o pluvial branco, e o diácono o pluvial – se presidir – ou a dalmática – se ajudar o sacerdote.

• Em qualquer cerimônia, os acólitos, se instituídos, estarão, obrigatoriamente, de alva e cíngulo, ou de veste talar com sobrepeliz. Os acólitos eventuais, não instituídos, podem usar, facultativamente, esses paramentos também, e, nas cerimônias solenes, utilizarão os mesmos de modo preceptivo. Sempre que houver mais de um acólito, um deles, que oficiará como cerimoniário, deverá estar de veste talar com sobrepeliz, não meramente de alva e cíngulo.

• As procissões contarão com os clérigos trajando veste coral e com aquele que preside – sacerdote ou diácono – usando veste talar com sobrepeliz, e estola e pluvial da cor do tempo ou do dia, com os diáconos que o ajudam usando veste talar com sobrepeliz e estola e dalmática da cor do tempo ou do dia.

• A combinação da Missa com os demais sacramentos, sacramentais e cerimônias seguirá o esquema do uso moderno.

• A Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento seguirá o uso moderno, que em nada se diferencia do tradicional. O Tantum Ergo, todavia, será obrigatório antes da Bênção, quer simples quer solene: poderá ser rezado na simples, mas sempre cantado na solene; será cantado ou rezado em latim ou em vernáculo. Ministros leigos só poderão, extraordinariamente, abrir o sacrário, mas não presidir a Exposição, nem mesmo a simples.

• As fórmulas para consagração do altar e da igreja permanecerão as do uso tradicional, acrescidas, se convenientes, de fórmulas do uso moderno. As bênçãos e os ritos do Pontifical Romano do uso tradicional que não constam do uso moderno serão restauradas.

• A recepção de convertidos da heresia, do cisma, do judaísmo e do islamismo seguirá o rito conforme o uso tradicional. Sem embargo, o Rito da Iniciação Cristã de Adultos, previsto pelo Vaticano II, e utilizado no uso moderno, permanecerá.

• As ordens menores permanecerão inexistentes, como no uso moderno. Apenas as ordens que se constituem em graus do sacramento da Ordem permanecerão. Todavia, o leitorado e o acolitado serão, como atualmente, ministérios instituídos. Outras antigas ordens menores – do uso tradicional – serão restauradas como ministérios, e serão conferidos, como o leitorado e o acolitado, mesmo a quem não se prepara para o sacerdócio ou diaconato: tais ordens serão a do exorcistado e do ostiariado. A tonsura será obrigatória, como no uso tradicional.

• As exéquias serão feitas conforme o uso moderno, restauradas certas cerimônias do uso tradicional, se oportunas.

• As Celebrações da Palavra de Deus, acompanhadas ou não da administração de um sacramento, serão feitas segundo o uso moderno, aproveitando-se o disposto no Cerimonial dos Bispos.

• A Ladainha de Todos os Santos será como no uso tradicional.

FIM


Filo-lefebvrianos V


O artigo você lerá na íntegra no blog Sensus Naturalis AQUI.

Veja os anteriores: PARTE I , PARTE II , PARTE III e PARTE IV.

"O diagnóstico exato de uma enfermidade é chave para alcançar sua cura. Mons. Lefebvre via Roma afetada de "AIDS espiritual" (Tissier 597). Por sua parte, como já disse no primeiro artigo desta série (126), o lefebvrismo é uma enfermidade espiritual que tem duas causas principais: 1ª o discernimento condenatório da Igreja presente e de seus Papas; e 2ª, o convencimento de que a Fraternidade Sacerdotal São Pio X é o meio providencial necessário para salvar a Igreja, mantendo-a na ortodoxia doutrinal e litúrgica. Vou assegurar agora este diagnóstico recordando em uma síntese o desenvolvimento histórico do lefebvrismo."

A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo (1ª Parte, Topico 21)


“A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo” do Pe. Tomas Pégues, O. P., é uma excelente obra para aqueles que desejam iniciar o estudo da Obra Magna de Santo Tomás. Um tanto raro aqui no Brasil, haja vista que sua última edição em português data do início da década de 40, este livro é formulado como todos os catecismos tradicionais em perguntas e respostas e é de agradável leitura.


PRIMEIRA PARTE: DE DEUS, SER SOBERANO E SENHOR DE TODAS AS COISAS

XXI. DA AÇÃO DAS CRIATURAS NO GOVERNO DO MUNDO: ORDEM DO UNIVERSO

Exposição sobre São Pio X e a relação espiritual com o Cura d'Ars

Influência da Lua, superstição ou fato?

Alguma influência deve existir, e acredito que só Sol e Lua têm essa capacidade.

O Sol pelas variações sazonais naturais e/ou antrópicas do clima; a Lua pelo campo gravitacional.

As influências de outros astros devem ser tão pequenas que ficam com certeza plenamente sufocadas pela do Sol e da Lua: estrelas despejam luz sobre a Terra, mas em quantidade tão pequena que Sol e Lua as sufocam; planetas, assim como a Lua, refletem Luz Solar, mas em quantidade tão pequena que a da Lua ofusca as dos planetas.


Eucaristia: purifica ou não dos pecados?


Se a Eucaristia nos purifica de nossos pecados, por que precisamos estar em estado de pureza para recebê-la?

Ser padre...

Ser padre é levar as pessoas à penitência, ao arrependimento. Acolher aquelas almas que – recorrentemente – caem vítimas de sua natureza má no sacramento da confissão.


É desligar-se do mundo, dando sua vida totalmente a Deus. Sendo sacramento de redenção entre seus iguais. Tão igual, mas tão distinto.

É trazer o próprio Cristo em suas mãos todo dia pelo sacramento da Eucaristia. Sendo, assim, maior até que a Virgem Maria.

Embora abdique de ter uma família e filhos, ser padre é levar seus filhos – na fé – ao caminho do céu e da santidade.

É ser mediador entre o povo e Deus, assim como Moisés, sempre com as mãos estendidas em oração pelos seus irmãos. Sendo mais ainda, um outro Cristo, fazendo-se mediador entre eles e Deus.

É renunciar às pompas desse mundo, indo atrás das ovelhas perdidas, como o bom Pastor, sabendo que receberá cem vezes mais na vida eterna do que abdicou aqui.

Sabemos, padre, que a sua missão é linda, solene, divina. Mas sabemos também que é árdua, trabalhosa e, por vezes, sobre-humana. Isso só pode vir de uma vocação. De um chamado de Deus na sua vida, padre. Humanamente ninguém escolheria, em sã consciência, tanta renuncia e sacrifício.

Precisa para essa missão de força, fé e graça, que lhe são derramadas do céu, já que os sacerdotes são os filhos prediletos da Virgem Santíssima.

Mas saiba que amamos-lhe demais e sempre rezamos por você, padre. Sem você estaríamos como ovelhas sem pastor. Nosso Senhor deixou-o para curar as vidas dos seus irmãos. E nós lhe amamos por isso.

Parabéns pelo seu dia.

Fonte original: Diligit Anima Mea

FILM - Beatificatio Johannis Pauli II



Filme sobre a beatificação do Beato João Paulo II que está disponível no canal do youtube dedicado à ele.
Possui 4 horas e 15 de duração. Tem toda a cerimônia de beatificação.

Visita de Dom Antonio Keller à Paróquia Cristo Ressuscitado RJ


Dia 31/07 tivemos a imensa alegria de receber Sua Excelência Bispo de Frederico Westphalen RS Dom Antonio Keller que abençoou a paróquia com uma Missa no rito ordinário em latim.

Deus abençoe para que a nova geração do episcopado brasileiro seja igual ao gigante Dom Antonio.

Mais fotos abaixo:


Esclarecimentos de Sua Ex.ª Revma Dom Fernando Arêas Rifan sobre a concelebração na Missa Nova.


Algumas pessoas têm perguntado sobre a participação ocasional e a eventual concelebração minha e de alguns dos nossos padres nas Missas celebradas no Rito de Paulo VI, isto é, na forma ordinária atual do Rito Romano.

A grande maioria dos católicos, com bom senso, compreende perfeitamente que, embora em nossa Administração Apostólica se conserve a liturgia romana no seu uso mais antigo, seja normal que, em determinadas ocasiões, o Bispo e seus sacerdotes possam concelebrar a santa Missa na forma atual, usada habitualmente pelo Papa e por toda a Igreja do rito romano; normal, correto e bom, porque demonstra que somos católicos em plena comunhão com toda a Igreja.

Excomunhões de falecidos

Houve um pedido no momento da regularização de Campos para o levantamento da excomunhão de Dom Antonio de Castro Mayer e a resposta dada pela Santa Sé é que a Igreja (militante) não tinha poder após a morte para levantar a excomunhão de falecidos.

Mas quando Jesus institui o ministério petrino
(...) dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus (...) também não incluiria aí o levantamento das excomunhões de pessoas mortas?

A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo (1ª Parte, Tópico 20)


“A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo” do Pe. Tomas Pégues, O. P., é uma excelente obra para aqueles que desejam iniciar o estudo da Obra Magna de Santo Tomás. Um tanto raro aqui no Brasil, haja vista que sua última edição em português data do início da década de 40, este livro é formulado como todos os catecismos tradicionais em perguntas e respostas e é de agradável leitura.



PRIMEIRA PARTE: DE DEUS, SER SOBERANO E SENHOR DE TODAS AS COISAS


XX. DA AÇÃO PESSOAL DE DEUS NO GOVERNO DO MUNDO: O MILAGRE


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