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A falsa Missa Nova dos modernistas



Está circulando no facebook essa foto que é o retrato fiel do Espírito do Concílio já condenado por Bento XVI, e o que mais engraçado, para não dizer medonho, são os comentários modernistas super emocionados com esse sacrilégio horrendo. A descrição da foto é a seguinte, segue com comentários do blog em destaque:

I S S O É L O U C U R A!!!!

Acertou em cheio, só louco sem noção faz do Augusto Mistério uma brincadeira de casinha.

Sacerdote, qual a tua missão?

Um oficial escolhido, ou um príncipe, habilitado por Deus, para se aproximar de Deus para ministrar em favor do povo. Ele é responsável para oferecer os sacrifícios divinamente ordenados por Deus, para executar os diferentes ritos e cerimônias referentes à adoração a Deus, e por ser um mediador entre Deus e o homem.

Aqui na imagem vemos o Pe. Gianpietro, da Missão Belém no centro de São Paulo, CELEBRANDO A SANTA MISSA, junto aos pequeninos, àqueles que sofrem o desprezo da sociedade, que são verdadeiros lixos humanos.

A intenção foi boa, mas a via péssima. Por acaso todos os mendigos ali são convertidos? Pois se fossem eles nem estariam nessa condição. Foram orientados a saírem das ruas? A procurar suas famílias? A superar o que os levaram a procurar esse estado de vida? Conversão é mudança de vida. Será que hoje eles são autênticos cristãos? Cadê os testemunhos? Ou só foram dizer que "Cristo optou pelos pobres"?

Aqui o Padre leva Jesus Eucaristia para se fazer presente no meio deles. Isto é ser MISSIONÁRIO!

Será que esses mendigos estavam em estado de graça? Se confessaram? Tiveram o propósito de não pecar mais? Além de tudo houve uma comunhão sacrílega?

O teólogo Del Greco diz que "em extrema necessidade temporal do próximo, sob pena de pecado mortal, está-se obrigado a socorrer com os bens necessários ao nosso estado"

"alguém que está para morrer de fome, está obrigado o cristão a socorrê-lo. O mesmo para quase-extrema necessidade porque praticamente se distingue da extrema"


Fonte: Teologia Moral Del Greco, pág.147

Ainda há quem diga: "Mas se você dá dinheiro o sujeito vai beber na primeira esquina!" Pois que beba! Tão logo ele o embolsou, o dinheiro é dele. Vocês querem educar o pobre "para a cidadania" e começam por lhe negar o direito de gastar o próprio dinheiro como bem entenda? Querem educá-lo sem primeiro respeitá-lo como um cidadão livre que atormentado pela miséria tem o direito de encher a cara tanto quanto o faria, mutatis mutandis, um banqueiro falido? Querem educá-lo impingindo-lhe a mentira humilhante de que sua pobreza é uma espécie de menoridade, de inferioridade biológica que o incapacita para administrar os três ou quatro reais que lhe deram de esmola? Não! Se querem educá-lo, comecem pelo mais óbvio: sejam educados. Digam "senhor", "senhora", perguntem onde mora, se o dinheiro que lhes deram basta para chegar lá, se precisa de um sanduíche, de um remédio, de uma amizade. Façam isso todos os dias e em três meses verão esse homem, essa mulher, erguer-se da condição miserável, endireitar a espinha, lutar por um emprego, vencer.

Olavo de carvalho http://www.olavodecarvalho.org/semana/grossura.htm

Não devemos favorecer, dar ocasião de pecado às pessoas, é claro. Por outro lado fica bem difícil saber o que o sujeito vai fazer com o dinheiro. Não há como ter controle disso. O mendigo, um homem como qualquer outro, tem livre arbítrio, e só considerando isto é que suas ações são meritórias ou dignas de reprovação. Além do que, se fosse para monitorar, um patrão teria o direito (ou dever?) de reduzir o salário ou o trabalho de certo empregado, porque suspeita que ele ande enchendo a cara no fim de semana, saindo com a mulher do vizinho, etc.

O bom mesmo seria se todos nós estivéssemos dispostos a tratar o pedinte como o autor sugere acima.

Que muitos sacerdotes se levantem e descubram qual o chamado de Deus em suas vidas!

Isso mesmo, se levantem e obedeçam às rubricas do Missal, obedeçam ao Motu Proprio Summorum Pontificum, envangelizar não é fazer da Santa Missa um circo de horrores.

É fato que as rúbricas possuem caráter obrigatório. Até porque, se não tivesse não seria rúbrica. Mas existem dois equívocos diante deste fato:

1- A percepção desta obrigatoriedade como um fardo, algo negativo que mais atrapalharia do que ajudaria;

2- O mero cumprimento, sem compreensão do sentido profundo do Rito.

É claro que entre os dois, eu cá acho o segundo erro menos grave, mas não deixa de ser algo que precise ser corrigido.

Essa foto é linda. Este acontecimento é LOUCO!!!!! Uhu!!!Adonai!

Com toda razão, esse acontecimento é louco, profano, sacrílego e de um tremendo mau gosto .

Agora, apresento para vocês o
legítimo Novus Ordo Missae, como a Igreja quer e como o Papa celebra:



Mais aqui:



Encerro com as palavras do Rafael Vitola Brodbeck:

"Não devemos confundir a bagunça litúrgica que temos na maioria das paróquias com Missa nova. Padre sem casula, batendo palmas, e bandas de rock não são a Missa nova. Missa nova bem celebrada é a Missa do Papa, do Opus Dei, dos Arautos do Evangelho, do Regnum Christi/Legionários de Cristo, de inúmeros Bispos e sacerdotes, entre os quais nosso amigo Dom Antonio Keller. "

 

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