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Golpe Militar de 1964 - O dia em que o Brasil disse: Não! aos comunistas

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Per signum Crucis de inimicis nostris libera nos, Deus noster. In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen
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Uma das razões da perseguição à Igreja Católica que perdura até hoje, por parte das esquerdas se deve, em muito, a um fato pouco ensinado nas escolas. O fato de a Igreja ter sido o centro catalisador de uma surpreendente, rápida, e inesperada reação aos comunistas no Brasil, e no mundo.

Se não fosse o golpe, os comunistas tinham tomado conta do Brasil. Vale dizer que quem pediu auxílio aos militares foram amplos setores da sociedade, inclusive Bispos.

A ditadura foi necessária para a defesa da democracia, e não se deve confundir ditadura com totalitarismo.

Ainda assim, houve excessos, embora o abuso não tolha o uso. O erro tenha sido a demora na entrega no poder, e a falta de combate aos comunistas nos meios intelectuais (não adianta só prender e exilar, era preciso aproveitar a situação para impedir a revolução CULTURAL, o que não foi feito). Outro equívoco foi ter certas sanhas nacional-desenvolvimentistas e concentração estatal na economia.

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Vale lembrar que muitos dos erros não eram dos militares, mas dos civis que lucravam com a situação. A polícia (civil e militar), e as FFAA foram as menos culpadas dos abusos. E merecedoras, como instituição, dos mais grandiosos encômios pelos êxitos.
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O golpe de 1964 foi um grande bem para o país, ao retirar do poder o baderneiro, marionete dos sindicatos, que era João Goulart. No lugar dele, entrou o maior presidente que o país já teve: Castello Branco.

O que Castello Branco pretendia era chamar eleições em 1965. Os principais contendores eram Carlos Lacerda e Juscelino Kubitschek, ambos políticos decentes (apesar da amizada excessiva de JK com alguns comunistas, como Niemeyer). Havia a chance também de Jânio Quadros, meio maluco mas decente, correr por fora.

Se houvesse eleições diretas em 1965, a esquerda não teria se fortalecido tanto e hoje os militares gozariam de muito mais prestígio, podendo novamente intervir em caso de descaso com a democracia.

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João Goulart queria somente enganar a população para impor o comunismo, ele citava Cuba como exemplo para obter aceitação.

Alguns críticos mostram que os Militares foram convencidos a intervir no poder, pois de acordo com a História, o Golpe poderia ter sido adiantado para depois do governo JK. E creio que se o golpe tivesse acontecido nessa época, teria sido melhor para todo o País.

O que foi culminante para a população(em sua totalidade) ser a favor do Golpe Militar foi o fato de o Governo de João Goulart ter chegado a Inflação de 80% ao ano.

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Foi a Chamada Modernização Conservadora que fez o Brasil crescer a uma taxa de 16-18% ao ano.O Brasil estaria numa situação muito, mas muito pior se não fosse essa ação dos militares. Os militares tinham um projeto de nação, eles queriam sim que o Brasil fosse um País forte no futuro, isso hj não temos infelizmente.

É claro que a concentração de renda foi um fator negativo nesse período, mas infelizmente é verdade que o único período que o País realmente tinha um projeto, foi o período Militar. Este projeto deveria ter sido continuado nos governos pós-ditatura.

Frei Betto esteve ao lado dos socialistas, passando a imagem de que a Igreja Católica apoiava a militância socialista. Frei Beto, o mesmo ontem, hoje e sempre! Nisso ele se parece com a Igreja.

Há quem duvide da legitimidade do golpe de 1964, porque a moral católica somente dá como legítima uma revolução contra um governo que viola a lei natural, não contra um governo que potencialmente viola a lei natural. A ameaça de comunismo não seria, portanto, motivo suficiente para um golpe.

O fim não justifica os meios. Se a moral católica ensina que é necessário, primeiro, que se prescrevam leis injustas para que seja lícito rebelar-se contra a autoridade constituída, a mera possibilidade de que esse governo venha a dar um golpe não é justificativa suficiente para uma revolução.

De acordo com a moral, é necessário que o governo se degenere em tirania, que promulgue leis injustas, aos quais não devemos obedecer. Havendo possibilidade de êxito e contanto que não haja prejuízo para o bem comum, aí sim é lícito o emprego da violência.

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Mas a Proposta Inicial (na teoria, vai saber se era a real intenção) dos Militares não era de governar o País, muito menos de colocar em prática um regime ditatorial que se extendesse por 24 anos. No início a questão era de que os Militares iriam arrumar a Casa, eles iriam garantir a segurança do País somente para não cairmos na ditadura comunista, de forma que eles deixariam o poder de modo breve. Como das eleições que seriam realizadas em 65.

O que aconteceu foi que com o AI 5 que é conhecido como o
Golpe dentro do Golpe, a Ditadura realmente foi decretada no País. Apartir daí a História tomou outro rumo.

Diga-se de passagem que sempre na história do Brasil houve por conta dos militares uma tentativa de golpe, estamos vivendo um era de ouro pois de 85 pra cá nunca mais tem se falado em um novo golpe. Por enquanto o que os militares sempre questionam é o Ministério da Defesa ser comandado por um civil.

Ministério da Defesa é uma piada. Os antigos ministérios militares eram mais próprios da cultura brasileira. Mesmo nos EUA, onde há Secretaria da Defesa (equivalente ao nosso ministério), e comandada por um civil, esse civil é extramemente militarizado, conhece a arte da guerra, possui amplas noções de estratégia e confia muito em sua tropa.

Aqui colocam um jurista, e jurista de gabinete!

Engana-se, outrossim, quem acha que os militares estão contentes. Nos altos escalões, principalmente na reserva, tanto das Forças Armadas quanto das PMs e CBMs, comenta-se com certa apreensão o processo de comunização do Brasil, e alguns propõem, sim, ações mais firmes. Graças a Deus, nossos oficiais generais e oficiais superiores não estão parados e enxergam o mal socialista.

Na hora propícia, com a bênção divina, agirão para fazer valer a democracia, mesmo à custa de uma ditadura.

A sedição é sempre pecado mortal, argumenta Santo Tomás no artigo 2 da questão XLII da Suma, segunda da segunda parte.

Santo Tomás só admite a insurreição diante de um governo tirano, e não como medida preventiva:
O regime tirânico não é justo, já que não se ordena ao bem comum, senão ao bem particular de quem detém o poder, como prova o Filósofo em III Polit. em VIII Ethic. Daí que a perturbação desse regime não tem caráter de sedição, a não ser no caso de que o regime se veja alterado de uma maneira tão desordenada que a multidão tiranizada sofra maior detrimento do que com o regime tirânico. O sedicioso é, com mais propriedade, o tirano, o qual alienta as discórdias e sedições no povo que lhe está submetido, a efeitos de dominar com mais segurança; por isso, é tirania, já que está ordenado ao bem de quem detém o poder em detrimento da multidão. (S. Th., II-II, 42, 3, ad. 3)
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Não se trata somente de insurreição. Vejamos por outro prisma: as Forças Armadas tinham, pela Constituição de 1946, a guarda da ordem e da democracia. Se elas fossem violadas ou estivessem na iminência de o ser, as Forças Armadas poderiam entrar em campo LEGITIMADAS pela Carta Magna, pela lei. Não há, pois, revolução, e, então, não se aplica o princípio tomista. Os militares agiram amparados pelos princípios constitucionais implícitos de defesa democrática, não tendo violado a ordem.

Sendo assim, sua ação foi legítima.

Eu demorei a me acostumar com a idéia de que O Regime Militar foi melhor para o Brasil. Sabe como é, educado em história por professores Marxistas, declarados ou não, sempre achei que foi a pior parte da história do país.

Mas, estudando melhor, vi que não. Como bem disseram, teria sido muito pior se os comunistas tivessem tomado o poder. Penso que os militares se excederam no poder. Poderiam ter cuidado para que a democracia (no mínimo) fosse reestabelecida.

Além do coibição da Ditadura comunista, podemos citar:

A Industrialização por substituição de importações: Os Países Latinos ocmo Brasil, Argentina, Chile, tiveram grande crescimento econômico- embora tenha sido feita a concentração de renda- devido ao modelo de industrialização que os militares adotaram. Países como os Tigres Asiáticos são apenas plataformas de exportação, ou seja, alvo de empresas multinacionais que exploram mão de obra barata e por pagarem mal o funcionário, os trabalhadores não possuem renda para comprar o que eles próprios fabricaram. Isso caracteriza que esses países são exportadores de produtos industrializados, os produtos não visam o mercado interno.

Já o Brasil, por exemplo, 70% dos produtos industrializados são para o consumo interno da população, se não fosse esse processo chamado modernização conservadora, o Brasil não teria industrias como hoje, o que vale tbm para o setor energético, pois, os militares criaram por exemplo a Bi-Nacional de Itaípu e assim diminuiu a dependência do Petróleo exterior que só aumentava cada ve mais.

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Não houve ditadura nenhuma. Os comunistas chamava assim porque eles não tinham a liberdade que tem hoje para praticar os crimes e sair impunes. Então a isso a chamaram ditadura. A democracia deles é a liberdade total para fazer o que quiser à margem da lei e ainda ter poderes políticos totais. Nem a lei da anistia eles querem respeitar mais.

Era ruim para comunista vagabundo que só queria colocar uma foice e um martelo na bandeira do Brasil.

Era ruim para terrorista que assaltava banco e explodia com carro-bomba o Q.G do II Exército

Era ruim para comunista que sequestrava as pessoas.

Era ruim para cantorzinho meia-boca tipo Caetano Veloso e Gilberto Gil que agitavam os jovens e depois deram no pé.

Era ruim para comunistas que usaram os estudantes como massa de manobra.

Era ruim para quem era adepto e participava da guerrilha urbana e rural.

Para o povo:

Foi uma maravilha: tinha pleno emprego, o Brasil crescia a 10 % ao ano,

Não tinha problema de (in) segurança como você tem hoje.

Você não precisava gradear a sua casa e colocar cadeado no portão.

Você podia sair tranquilamente à noite, sem ter medo de assalto como hoje.

O Ensino público era muito superior ao atual.

O único ponto negativo, foi a tortura e as mortes nas prisões.

Se hoje nós temos liberdade, foi graças àqueles que impediram o Brasil ser transformado numa Cuba tamanho gigante.

A (de) formação que os professores marxistas fazem aos jovens, impedem que tenham um melhor conhecimento.

Some a isto a nossa impressa(com exceções) com viés marxista/socialista/relativista.

Mas para isso tem a internet que permite que a verdade seja dita e não adulterada.

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Ninguém era preso por discordar do governo. Preso era quem lutava, em guerrilha urbana e rural, para trocar o governo por uma ditadura comunista. Essa de jovens idealistas e democráticos é balela. Queriam é implantar um regime totalitário vermelho por aqui.

Os caras assaltavam, sequestravam, jogavam bombas, faziam guerrilhas na selva, e ainda achas que só estavam
discordando do governo?

Em tempo, ninguém está justificando as torturas, que, aliás, eram bem menos freqüentes do que se noticia, e SEM o apoio do governo.

Olha o que versa o art 4º e 5º do AI-5 de 1968...
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Art 4º - No interesse de preservar a Revolução, [boa desculpa...] o Presidente da República, ouvido o Conselho de Segurança Nacional, e sem as limitações previstas na Constituição, poderá suspender os direitos políticos de quaisquer cidadãos pelo prazo de 10 anos e cassar mandatos eletivos federais, estaduais e municipais.

Parágrafo único - Aos membros dos Legislativos federal, estaduais e municipais, que tiverem seus mandatos cassados, não serão dados substitutos, determinando-se o quorum parlamentar em função dos lugares efetivamente preenchidos.

Art 5º - A suspensão dos direitos políticos, com base neste Ato, importa, simultaneamente, em:

I - cessação de privilégio de foro por prerrogativa de função;

II - suspensão do direito de votar e de ser votado nas eleições sindicais;

III - proibição de atividades ou manifestação sobre assunto de natureza política;

IV - aplicação, quando necessária, das seguintes medidas de segurança:

a) liberdade vigiada;

b) proibição de freqüentar determinados lugares;

c) domicílio determinado,

§ 1º - o ato que decretar a suspensão dos direitos políticos poderá fixar restrições ou proibições relativamente ao exercício de quaisquer outros direitos públicos ou privados.

§ 2º - As medidas de segurança de que trata o item IV deste artigo serão aplicadas pelo Ministro de Estado da Justiça, defesa a apreciação de seu ato pelo Poder Judiciário.


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Em contra-resposta, Isso não foi feito em 1964, mas em 1968.

Veja a sequência dos acontecimentos:

1. O comunismo estava em vias de ser implantado no Brasil. Presidente pró-socialismo, querendo desapropriar tudo, incentivando insubordinação nas Forças Armadas, flertando com a URSS e com Cuba. Ligas Campesinas com treinamento em Cuba e no Vietnã. O PCB organizando a guerrilha do Araguaia. Sargentos fazendo greve e se revoltando contra o oficialato. Povo e autoridades civis pedindo um
basta. E, de outro lado, alguns setores militares e civis querendo uma contra-revolução sangrenta que matasse todos os comunistas. Era preciso intervir: e, sem nenhuma bala, os militares e alguns civis, a pedido de amplos setores da sociedade, faz uma contra-revolução bem mais branda e ordeira, planejando convocar eleições para 1965.

2. Os comunistas se organizam e aumentam seu poder de fogo. Começam a seqüestrar pessoas, a jogar bombas, a assaltar. O governo vê que não há clima para a normalização política. É preciso combater.

3. A situação piora: os comunistas ficam mais agressivos, e recebem dinheiro de fora. Só há um jeito: endurecer o regime. E é por isso que houve o AI-5. A finalidade do movimento de 64 não era implantar uma ditadura tão longa nem impedir manifestações contrárias, mas proteger o Brasil dos comunistas. Como, entretanto, os comunistas ficaram mais aguerridos, uma medida mais dura se fez necessária.

Pode-se criticar o AI-5 e achar que não era para ser tão agressivo, mas não se pode misturar esse ato institucional com a própria contra-revolução de 1964. É preciso separar as coisas.

No tempo da ditadura não tinha tanto vagabundo assaltando, não tinha tanta droga circulando, não existia PCC e CV, o número de homícidios era incomparavelmente menor e as pessoas se sentiam mais seguras inclusive nas grandes cidades.

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Qual parte do O Comunismo Matou muito mais pessoas as pessoas não entendem?

Quando Lênin morreu, o Stalin assumiu o poder e Decretou caça a todos os seguidores de Trotisk, e matou todos, inclusive seus antigos companheiros de partido, sem contar que na própria Rússia, quando os Bolchevinques (é assim?) assumiram o poder os Menchevinques foram todos perseguidos, por acaso não lembram do Domingo Sangrento?

Sem contar no oriente médio, na Korea do norte, nos Países eslavos, e tudo onde o comunismo conseguiu chegar, os estragos foram bem maiores.

Nós estamos mostrando que a Ditadura não foi algo bom, tendo em vista que ocorreram perseguições e talz, mas foi sim um período que não permitiu o País entrar no comunismo onde o Estrago iria ser maior tanto nas mortes, quanto nas outras áreas da sociedade, a ditadura realmente só aconteceu depois do AI5, anteriormente e o Rafael Falou, Ditadura não é Totalitarismo. A proposta dos militares era bem amparada tanto na constituição quanto pela população.

E isso foi totalmente positivo, além dos outros setores da sociedade que a estruturação foi feita pelos militares.

Se o Brasil tivesse o mesmo rumo do Chile, nós seriamos a China da vez.

A ditadura só acabou quando o comunismo deixou de ser perigo.

O golpe de 64 foi justo e um combate aos comunas foi justo, mas nem tudo que foi feito em nome disso realmente foi justo. Acho que talvez tenham morrido alguns inocentes no meio das perseguições aos vermelhos, mas que foram minoria.



Eu não quero que vocês morram de amores pelo regime militar (nem eu morro), só reconheçam o que realmente aconteceu e fale mal do que havia de mal, mas não além disso. Em outras palavras: reconheça o que havia de bom no regime e o que havia de mal nele.

Ele não foi uma coisa medonha em que todo mundo era caçado e perseguido ou onde qualquer coisinha dava cana/tortura/caixão. Obviamente os militares não fizeram a coisa como deveria ser feita, mas temos que reconhecer o mínimo de bem que eles fizeram.

Infelizmente, um regime autoritário (não confunda com totalitário) é a saída para eliminar infiltração comunista na sociedade.

Tudo é a boa vontade de aprender o correto, eu estudei meu ensino fundamental em escola pública e tive professores marxistas que falavam que a
Ditadura tanto como a Idade Média eram o lado negro da História, isso porque eles veem apenas o lado deles, querendo apresentar os vermelhos como os salvadores da pátria.

Os benefícios que tivemos pelo Regime Militar, nada disso os professores ensinam:

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Entre 1964 e 1978 elevou-se o produto interno bruto, PIB, de US$ 23 bilhões para US$ 164 bilhões;
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Ampliou-se o comércio exterior de de US$ 2,6 bilhões para US$ 25,9 bilhões; 

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Estendeu-se a rede rodoviária federal, de 27.939 Km, para 83.943 Km; 

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Aumentou-se o potencial hidrelétrico, de 6.840.000 Kw, para 23.604.000 kw; 

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Firmou-se o Acordo Nuclear com a Alemanha Ocidental;
Desenvolveram-se, extraordinariamente, as telecomunicações e serviços de correios e telégrafos; 

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Dilatou-se grandemente a frota da Marinha Mercante, tendo já em 1976 passado de 1.299.000 toneladas brutas para 4.938.000;

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Cresceram de 143 mil, para 1 milhão e 500 mil, as matriculas no ensino superior;

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Aumentou enormemente o numero dos assistidos pelo INPS, hospitais e diversos programas sociais;

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Construíram-se milhões de casas populares;

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Reduziu-se a inflação, de 100% para 23%, ja em 1973;

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Foram instalados diversos programas e projetos, do Vale do São Francisco; o PRODOESTE, para o
desenvolvimento do Planalto Central;

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O PIN Programa de Integração Nacional, destacando-se a construção da Transamazonica e da Rodovia Cuibá-Santarem; o POLOAMAZONIA, Programa de Pólos Agropecuários e Agrominerais da Amazônia;

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O Programa de Produção de Minerais Energéticos Nucleares;

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A criação do Ministério da Previdência Social;

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O desenvolvimento dos setores industriais de base, com a implantação de pólos petroquímicos, de complexos metal-mecanicos; o impulso continuado as exportações;

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A produção de álcool, para adição a gasolina: o aumento da capacidade de refino de petróleo;

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O Sistema Internacional via satélite, cujos canais saíram de zero, para 588

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Elevou o Brasil do 48.º lugar no ranking econômico das nações para o 8.º lugar, com as seguintes realizações:

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• Itaipu, a maior usina do mundo, além de Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá, São Simão, Emborcação, Volta Grande e outras;

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• Ponte Rio Niterói;

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• Aeroporto Tancredo Neves;

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• Reorganização do Porto de Santos;

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• Crescimento econômico de até 14% ao ano, sem desemprego, sem inflação, sem greves, sem paralisações;

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• Criação de 13 milhões de empregos; quatro milhões de moradias; restabelecimento da autoridade, com repressão do crime organizado, inclusive de terroristas e de subversivos;

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• Eletrobrás, Nuclebrás, Embratel, Telebrás, usinas nucleares; Banco Central; EMBRAER; estímulo às indústrias aeronáutica, naval e automobilística;

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• Triplicação da produção de petróleo;

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• Pró-Álcool;

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• Rede asfáltica ampliada de 3 para 45.000 km;

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• Código Tributário e de Mineração;

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• Zona Franca de Manaus;

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• Sistema Financeiro e Banco Nacional de Habitação;

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• Ferrovia da Soja;

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• Transamazônica;.
• Frota mercante aumentada de um para quatro milhões de TWD;

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• Corredores de exportação Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;

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• Exportações de 1,3 para mais de 12 bilhões de dólares;

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• Matrículas no ensino superior, de cem mil para 1,3 milhão;

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• Estabelecimentos médicos, de 6 para 28 mil;

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• Crédito educativo;

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• Projeto Rondon;

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• Mobral;

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• CNPq; FINEP; CAPES; INPS; Dataprev; FUNABEM; INAMPS; Funrural (beneficiando 8 milhões de trabalhadores rurais);

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• FGTS; PIS; PASEP;

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• Embrapa;

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• Distritos industriais em dezenas de cidades;

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• Atração, implantação e apoio a dezenas de indústrias, como Fiat, Açominas, Cenibra, Helibrás, Valep, Acesira

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Os Governos Militares, responsáveis e conscientes, através de planejada execução de programas, empreenderam o progresso brasileiro, de acordo com a visão global da Antropologia filosófica de São Tomas de Aquino, em que o homem se situa como a mola mestra da comunidade que, por inteiro, ha de voltar para a consecução de sua finalidade que, em ultima analise, se dirige ao Supremo Bem.


A Coreia do Norte teve (tem) um regime totalitário também, e hoje vive na miséria.

Chile teve uma ditadura muito pior que o Brasil e hoje possui a melhor taxa de alfabetização da América Latina, conseguiu alinhar crescimento econômico com desenvolvimento social, tendo em vista que o País cresceu de apartir de 73 a uma taxa de 18 a 20% ao ano e teve distribuição de renda, o sistema educacional do Chile, supera em muito a rede pública do Brasil, o Chile passou de um país agrário exportador, para um Agro-indústrial. Hoje a indústria do chile supri quase totalmente a demanda de produtos industriais, e tudo isso veio com a Ditadura.

Se o Brasil tivesse dado continuidade no programa da era militar, o Brasil estava como a China hoje. Isso é difícil para alguns reconhecer...

É interessante notar que após Costa e Silva, a
canalhice tomou conta do país com a invasão da pornografia, do divórcio que foi implantado, das novelas da Globo, enfim, uma verdadeira revolução cultural anticatólica, que dura até os dias de hoje. A ditabranda perdeu uma grande oportunidade de por a casa em ordem e fazer o Brasil rumar os caminhos de um verdadeiro país cristão.
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Nesse tempo tivemos vários Vultos católicos:

D. Geraldo Proença Sigaud, que enfrentou o comunismo, o início da TL, os erros de D. Helder, o progressismo, o modernismo, os excessos do movimento litúrgico, a má interpretação do Vaticano II.

D. Antonio de Castro Mayer, que enfrentou as mesmas coisas aí de cima.

D. Eugênio Cardeal Sales, idem.

D. Fr. Boaventura Kloppenburg, OFM, que, além de enfrentar os erros aí de cima, desmascarou a maçonaria e o espiritismo.

D. Fr. Alano Pena, OP, que resgatou a solenidade da liturgia em vários locais do Estado do Rio, e combateu os mesmos erros já listados.

D. Manoel Pestana Filho, idem em Goiás.

D. Aldo Cilio de Pagotto, que está se destacando em sua luta contra a TL.

D. Christiano Krapf, árduo combatente contra os que não aceitam a historicidade e literalidade dos Evangelhos e contra a invasão da teologia liberal protestante no catolicismo.

D. Antonio Carlos Rossi Keller, grande pastor de almas, fidelíssimo ao Magistério da Igreja, e que luta contra tudo isso aí de cima, e incentiva o latim na Missa grandemente e tudo que há de belo no culto litúrgico.

D. Rafael Llano Cifuentes, um dos maiores mestres em teologia moral e sexualidade, sempre fiel ao ensino da Igreja, sem inventar nada.

D. Fernando Arêas Rifan, herói do rito romano tradicional, com um enorme coração e uma excelente formação intelectual e doutrinária, combatente dos mesmos erros.

D. Osvino Both, grande inimigo do comunismo e da infiltração esquerdista no clero. Formador de padres realmente fiéis.
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Eu entendo quando os leitores dizem que é difícil ler essa defesa ao Regime Militar

Mas... Dê-se uma chance.

É difícil mesmo ler artigos que defendem a contra-revolução e o governo dos militares.

Eu sei disso. Todos sabemos.

Afinal, quase todos nós passamos a infância e adolescência inteira sendo doutrinados por professores de esquerda, geralmente os de ciências sociais, história e geografia, e ocasionalmente até os de português e matemática.

É dífícil mesmo, de repente, pela internet, descobrir que existem milhares de pessoas no Brasil que têm o vislumbre de uma outra versão da história.

De uma versão que, aliás, quando apresentada a qualquer estudante honesto. Que não dependa, por exemplo, da defesa da esquerda terrorista daquela época para defender algum trocado (como é o caso de muitos jornalistas).
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Eu entendo que seja bem mais difícil para jornalistas.

Afinal, até grandes formadores de opinião e excelentes escritores, como Olavo de Carvalho, Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, e o pessoal do Mídia sem Máscara, são obrigados meio que a viver em guetos do jornalismo, ou a se mudar do país.

Imagina para quem tá começando agora!

Eu, se estivesse começando em jornalismo, teria até medo de ler este artigo!

Afinal, se as pessoas conseguissem me mostrar a verdade (a qual, provavelmente, a esta altura, já estaria compreendida no meu íntimo, mas difícil de aceitar pelo meu senso de sobrevivência), do que eu iria viver?

Pra nós, com profissões que não são da área de humanas, como biológicas e exatas, é menos complicado entender que existe, e que é legítima, e certamente verdadeira, a versão da direita. Não que ainda não soframos algumas represálias no nosso cotidiano.

Mas, tudo vale a pena, em prol da verdade.

Afinal, como católicos, temos fé mais do que na verdade.

Temos fé na Verdade.

Na minha opinião, apesar dos abusos que não tolhe o uso, o saldo foi positivo. Eu me orgulho da coragem dos militares daquela época!

Não demora muito e vamos precisar de outra...

Referências:

http://ideas.repec.org/p/fgv/epgewp/227.html

http://www.acervoditadura.rs.gov.br/

Suma Teológica
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PARA CITAR ESTE ARTIGO:

Golpe Militar de 1964 - O dia em que o Brasil disse: Não! aos comunistas

David A. Conceição 03/2012 Tradição em Foco com Roma.

Grupo Tradição - Vaticano II acesse:


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