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Aborto de anencéfalos, pretexto para matar



Toda vida tem sua razão de existir.

Vamos liberar então o aborto de fetos com síndrome de down, já que eles geralmente vivem menos de 20 anos. Não é porque uma vida terá uma breve duração que ela não merece ser resguardada.

Além disso, uma pessoa pode viver vários anos sem cérebro, basta ver os esquerdistas, sedevacantistas e gayzistas que lêem esse blog.

A maioria da doutrina do direito civil defende que a pessoa adquire direitos no nascimento com vida, (deixa de ser nascituro e passa a ser pessoa física) e o que se leva em conta é que após o parto a criança respira por conta própria. A corrente majoritária defende que a vida começa na concepção.

Então, por exemplo, a criança nasce anencéfala, respira e morre. Ela possuiu direito, então por exemplo, o pai dela morreu antes do nascimento, os bens dele passam integralmente para a criança e para quem o sucede necessariamente, que é a mãe.

Agora, se a criança foi abortada, não há essa transmissão. E os bens vão para os herdeiros do pai (irmãos, pais dele) e a esposa vai ter apenas a parte que ela tem de direito como esposa.

Apesar de parecer uma hipótese absurda, costuma ocorrer.

Além de que a legislação brasileira resguarda uma série de direitos ao nascituro.

O ser humano é definido fisicamente e psicologicamente majoritariamente pelo seu DNA. O embrião já possui DNA. A vida humana começa com a junção do espermatozóide ao óvulo.

Não é falácia ou retórica oca, dizer que os abortistas poderiam ter sido assassinados no útero. É a mais pura verdade. O Direito deve proteger a vida humana sempre. Eu, por exemplo, não queria que minha mãe tivesse abortado.

Essas estatísticas sobre o aborto são todas furadas e infladas por organismos que defendem tal prática. Mesmo que fossem reais, isso não implicaria que o assassinato de alguém é a solução; somos inteligentes o bastante para buscar outras. Pelo argumento da "consciência", onde tudo cai no subjetivismo, eu poderia inocentar um chefe de campo de concentração nazista ou um psicopata como Che Guevara.

Homem que não cuida do filho é um animal e não um ser humano, para isso existe a Vara da Família, para processar tais homens, e eu fico com nojo quando vejo homens que largam a mulher quando elas engravidam, mas eu garanto que o trauma do aborto sempre será maior do que o do nascimento, não é tramautizante ver um bebê, brincar com uma criança, vê-la sorrir, te chamar de mãe, de pai. Só quem tem a graça da maternidade/paternidade entende o que digo.

E mesmo que existam mulheres que façam o aborto não é por isso que eu vou legalizá-lo, na China é comum em certas regiões afogar uma criança num tanque ou estrangular após o nascimento, não é por isso que infanticídio tem que ser legalizado, e não é porque a corrupção é banalizada aqui que ela deve ser legalizada também.

Existem dois direitos em conflitos, a liberdade e a vida, no caso eu fico com a vida, pois tirar a vida sem consetimento de quem a está perdendo também é violar o direito de liberdade.

I - É dito que em determinadas regiões da China e do extremo oriente, comemoram-se os aniversários não na data em que o bebê é expelido do corpo da mãe, mas na data provável da concepção.

II - Na doutrina espírita, afirma-se que nós pedimos, sim, para nascer - ou, quando muito, fomos induzidos a esse caminho por seres de maior sabedoria. Para muitos, há a possibilidade de escolhermos, inclusive, nossos pais, família, nação, ambiente propício para o desenvolvimento mais urgente à nossa alma.

III - Em nosso direito civil, entende-se por pessoa natural o ser humano nascido com vida. Nascer com vida é ter, em algum instante, respiração pelos próprios pulmões. Entretanto, o Código protege os "direitos do nascituro", a sua maioria na condição de expectativa de direito. Nessa área a doutrina é contraditória.

Nosso Direito é "laico", de forma que seria injustificável obrigar toda a sociedade a obedecer as regras culturais e religiosas da China, do cristianismo, do espiritismo. Entretanto, a Carta Maior protege a vida. Nem a ciência nem a teoria jurídica conseguem consenso sobre o princípio da existência humana, o momento primordial do conglomerado de direitos e obrigações, de sentimentos, de reações elétricas, o veículo da alma.

Tenho a impressão de que isso não nos permite fugir do campo moral, da idéia de justiça maior, e em se tratando desta, não me parece justo sacrificar uma possível vida, que não teve culpa de ser concebida numa ação inconseqüente, pelas mazelas da sociedade que nós não conseguimos fazer digna de nossos filhos. Não é culpa do bebê estarmos entre favelas e pedintes, mas do Estado brasileiro e das pessoas que o compõem.

Mais lógico seria matarmos nossos governantes e todos aqueles que os elegeram, todos os senhores de monopólios, todos os barões dos cartéis, todos os lobos em pele de cordeiro vermelho. Mas, como é mais fácil culpar quem sequer teve chance de nascer...

Por essa lógica, então poderemos legalizar as drogas, distribuir agulhas para os viciados em heroina ou cachimbos para os usuários de crack poderem consumir as drogas em "segurança".

Afinal de contas, os drogados usam drogas sempre que querem.

Dai, poderemos abrir precedentes para coisas bem piores. O que começa sendo tolerado sempre acabará visto como algo "normal". E assim, começa a banalização da vida e a perda do senso de responsabilidade entre as pessoas.

Abre-se as portas para o CAOS moral, muito pior do que a que já vivemos hoje.

Uma criança (não importa o estágio de vida) é um indivíduo. Se possui certo grau de dependência em relação à mãe, ótimo, pois os bebês recém-nascidos também não são capazes de prover seu próprio alimento.

Dizer que crianças que deixam de nascer significaria bandidos a menos no mundo é usar uma falsa premissa para se chegar a conclusões mais falsas ainda, uma vez que o banditismo é comum em qualquer classe social, étnica, religiosa, econômica, intelectual, etc. Não é porque é comum que deve ser tolerada, certo?

Quer dizer que segundo essa lógica pobre é tudo marginal e tem que morrer, criança pobre já nasce com a tendência para criminalidade. Já se for rico ou de classe média ai é tudo santinho, coitadinhos... É tanto ato desordenado que acontece em classes ricas e média que não ta escrito, é filho matando pai, filho drogado, filhinho de papai queimando índio, mendigo, espancando e matando homoxessuais, brigando em boates, atropelando pessoas e fugindo sem prestar socorro.

Supondo que o aborto seja legalizado, a primeira coisa que seria feita pelo "governo bonzinho acolhedor de vadias e vagabundos promíscuos" seria tornar esse serviço público.

Então, essas mulheres-baratas (definição de mulheres imundas que dão para qualquer um e procriam em massa) irão usar gratuitamente o sistema público para abortar...

Quem vai pagar por esses abortos? Nosso imposto de renda!

Quem vai deixar de ser atendido pelo sistema público por causa de uma vaca dessas que está ocupando a mesa de cirurgia? Vai ser um doente cardíaco (por exemplo) que vai acabar morrendo por culpa desse "serviço público de aborto gratuito"

A diferença é que o doente cardíaco não procurou ficar doente.

Se a intenção é fazer controle de natalidade, então que se faça uma campanha de esterilização das mulheres e homens baratas! É muito mais em conta, rápido e seguro do que um aborto. Além disso, não teria nenhuma criança inocente morrendo no processo.

Aborto é assassinato e acabou, é a interrupção da vida intra-uterina, sem a qual a pessoa não é gerada. Uma criança dentro do útero tem uma vida tão importante quanto a que acaba de nascer, a diferença é que aquela ainda não viu a luz, só isso.

Aborto nada mais é do que pretexto DIABÓLICO para manter uma vida HEDONISTA e escusa de responsabilidades, condenando aquele que não tem nada a ver. Ou seja, é coisa de CANALHA mesmo.

A culpa de ter tanta gente nascendo sem estrutura é justamente destes hipócritas hedonistas e secularistas safados, que incentivam a promiscuidade e a libertinagem como parte do aprendizado juvenil.

E eles querem inverter a relação de causa e consequência, quer que o bebê inocente seja o problema de toda questão, e não a vida libertina que leva. Como é viciado na libertinagem e é vagabundo por natureza, aí querem fazer do efeito a causa e tirar de si as responsabilidades, para continuar vivendo no vício da libertinagem.

E o apoio da mulher ao aborto é uma clara evidência de insegurança e necessidade de se livrar de responsabilidades inerentes ao ser humano.

No reino animal, via de regra (absoluta), a fêmea não só deseja o filho como tb sabe das responsabilidades que devem assumir ao tê-lo, e não por acaso a leoa fica na vigilância do filho enquanto o macho sai à caça, ou quando a galinha ajunta os pintinhos sobre suas asas.

Muito bonita a relação que o Senhor impôs como conduta natural do animal.

Cremos como católicos romanos que Deus é responsável pelo amor que muito existe na relação entre genitores e gerados no reino animal e a relação de dependência entre eles como uma necessidade inerente à segurança da espécie.

O fato é que na própria natureza (o que se toma por regra, não por exceção) há responsabilidade moral, o que mostra que o ato do homem, que é racional, tentar se livrar dessas responsabilidades é uma clara evidência de desonra, futilidade (porque o faz por motivos escusos) e falta de compaixão.

É tudo uma questão de análise, né não? Se está dentro, é aborto, se está fora, é infanticídio. Um criança dentro da mãe não deixa de ser uma criança.

Período embrionário termina na 8ª semana de gestação, e o fetal vai desde o fim da embrionária até o nascimento. Resumindo, a diferença entre o feto e a criança é apenas a sua retirada de dentro da mãe, logo, da oitava semana de gestação até os 10, 11 anos o que temos é uma CRIANÇA.

E eu acho lindo o termpo "interrupção da gravidez", tão lindo quanto "interrupção da vida"... são meros eufemismos para assassinato.

Dentro dessa concepção estúpida de que feto não é vida, ao matar uma lagarta não se está matando uma crisálida ou uma borboleta.

Gostem ou não, o aborto é a destruição do direito humano mais básico que é a vida. A ciência prova que tanto um embrião quanto uma mórula são vivos e humanos, e portanto qualquer tergiversão está descartada. Tudo se reduziu à escolha entre o direito de viver de um e o direito de liberdade da outra.

Qual é o argumento? Não merece viver porque não tem braço? Ou porque não tem um cérebro formado? Ou porque não tem coração? Ou porque não tem consciência? Nada disso é precondição para afirmar que um ser é vivo. Portanto, é vivo.

O indivíduo em questão é o resultado da mistura de DNA de um pai humano e uma mãe humana. Portanto, é humano.

O resultado do embaralhamento dos DNAs resulta numa sequencia única de DNA que é própria da criança. Portanto, ele não é uma extensão da mãe, é um ser com vida e identidade própria, dependendo dela apenas para nutrir-se, como qualquer ser heterotrofo.

É vivo, é humano e é único (portanto, tem identidade própria). Qual é o argumento para matá-lo?

Uma mulher que aborta é assassina, o homem que aceita é cumplice e o homem que o manda é mandante. Direito à vida é mais importante que o direito à liberdade e portanto, não há o que possam afirmar aqui para contradizer um princípio que não só é ético e moral como é base dos direitos humanos e dos princípios básicos do Direito civil.

Pelo amor de Deus, é muito sangue de barata desse povo. Alguém próximo faça os católicos acordarem. Cospem na nossa cara todo dia. Amanhã podem escarrar!

David A. Conceição

 

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