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Armou, matou e quis o seguro alegando homoafetividade


Uma notícia do RJTV informou que um grupo armou um golpe para roubar uma seguradora, um dos assassinos quis receber o dinheiro alegando ser o "macho" da vítima por mais de 3 anos.

Taí a consequência da regularização dos direitos homoafetivos, todo mundo vai ser gay para fraudar bens do falecido, seja ele hétero ou não.

Mais uma facada nas costas da tradicional família brasileira.

Brasileiros têm muitos defeitos, mas tinha uma qualidade até os anos 80: a tradição familiar.

Bem, sabemos que, entre os gregos antigos, era costume a homofilia, mas geralmente os homens que a praticavam eram heterossexuais também. Tinham suas esposas. Veja Sócrates, marido de Xantipa.

A homofilia (amor entre iguais) não era totalmente admitida como o homossexualismo dos dias de hoje. Admitia-se que o amor entre iguais era o único verdadeiro. A mulher, reputada à condição de inferioridade, não era capaz de amar livremente. Eram tidas como objetos para deleite e não para amar. O mesmo ocorria com os escravos, que eram membros inferiores da sociedade. Já homens livres não podiam se dar à prática da homofilia, porque se dizia que isso era comportar-se como mulher. Já o jovem livre que se submetia a um mais velho, podia se submeter a ele sem desonra, por ser livre.

Assim, entre homens livres, a homofilia era geralmente praticada entre um sujeito adulto e um adolescente, coisa que chamaríamos hoje de "pedofilia". Era desonra para o adulto assumir a condição passiva, que deveria ser assumida pela parte mais jovem. Há vários casos na mitologia grega: Lábdaco e Crisipo, Apolo e Jacinto, Zeus e Ganimedes, Teseu e Pirítoo, etc.

Sobre Aristóteles, não conheço o bastante para dizer se ele era dado à prática da homofilia, nem se ele era idólatra. É certo que ele chegou ao conhecimento do Deus único e verdadeiro sem o auxílio da Revelação. E, muito embora, ele tenha sido o maior gênio que a humanidade já conheceu, maior do que Galileu, Newton e Einstein juntos, é natural que ele fosse afeito às práticas e à moral de seu tempo e de sua sociedade.

A ética tomista é uma ética dos fins. Deve-se refletir que tudo tem um fim último, tomado objetivamente. O do sexo é a reprodução. Sendo assim, ainda que se prove que alguém nasça homossexual (tese controversa, principalmente para quem estuda psicanálise), teríamos que o homossexualismo seria um fenômeno acidental (causado pelo encontro fortuito de causas). Isso se deve em razão de que a finalidade dos órgãos sexuais é a reprodução, assim como a finalidade do reto é a eliminação. Se algo foge à sua finalidade natural, dizemos ter sido causado por acidente.

No caso dos animais, é a mesma coisa: o homossexualismo só pode ser causado por acidente, dada a função de seus órgãos sexuais. Mas o animal não peca porque não tem livre arbítrio.

As pessoas, no entanto, que, acidentalmente, nascessem homossexuais, deveriam então manter-se castas, pois, uma vez que não poderiam ser culpadas daquilo que não causaram (não cometeriam nenhum pecado pelo simples fato de terem nascido com uma inclinação alheia à sua vontade), tornar-se-iam-se culpadas, se se entregassem a uma paixão voluntária contrária à natureza. O homossexual, portanto, deveria ser um homem ou mulher celibatários e assim chamados a uma vida de santidade.

Somos heterossexuais por convenção? Sabem o que penso ao ver um homem, em sinceridade com minha própria alma? Não. Essa regra pode valer para a cabeça dos ativistas LGS, não para a minha e provavelmente também não para muita gente.

Esse é o resultado de gerações criadas na cultura daquilo que se chama modernidade. Tudo é convenção, tudo é relativo, tudo é variável conforme as decisões humanas, sem exceção. Resultado: não há Verdade e todas as esferas da vida são artificialmente isoladas com uma moral própria.

Aí temos Estado laico de um lado e religião privada de outra; vida familiar de um lado e putaria de outro (claro, não temos de prestar QUALQUER satisfação a quem nos criou, nem sentimentalmente); usar drogas é questão de gosto, enfim, VALE TUDO... conforme a convenção.

E depois as pessoas vêm falar que não existem seqüelas em crianças criadas por homossexuais?

Olhem o caso do filho da Cássia Eller, um outro perdido.

Esse é o problema. E o que me dá mais raiva não são homossexuais ativistas não, são aqueles que apoiam esse movimento. Os políticos como Marta Suplicy e o próprio Senador Suplicy, que vão até as passeadas gays e ficam de mãos estendias aos céus, clamando a vitória que é para aquela corja de imorais o fato de estarem ali, desnudos, passando um a mão no c! do outro.

O fato é que esses políticos - uma hora ou outra - conseguirão que casais homossexuais adotem crianças. O problema é que ninguém sabe ainda qual o resultado disso na cabeça das crianças, pois elas ainda são crianças. Aqueles adotados por homossexuais ainda não cresceram para revelarem a nós se serão normais ou não, psicologicamente falando. E se não forem? E aí?

Aí que os políticos já estarão entretidos com outras patifarias, enquanto que nós - sociedade - teremos que remediar uma horda de jovens e adultos com sérios problemas sociais e espirituais. Faltarão cleros!

Eles tem a mania de negar a biologia e dizer que todos são bissexuais. Esses imbecis não se satisfazem em ser os unicos homossexuais e bissexuais, eles querem que todos a volta deles sejam tambem. Infelizes!!! É isso que é a Parada Gay: campanha para "homossexualizar" toda a humanidade.

Em primeiro lugar a opinião das pessoas não é discutível. Em segundo lugar a VERDADE EXISTE e é UMA SÓ.

Um dos maiores problemas do nosso tempo é que as pessoas estão cagando e andando para a verdade, e só se importam com a verdade que elas constroem, e nessa "verdade" construída por elas está a opinião onde elas afastam tudo aquilo que não às agrade. Esse fenômeno se chama dissonância cognitiva.

Ninguém aqui está dizendo que o homosexualismo é o única imoralidade sexual grave, mas diferente dos homossexuais, temos ciência de que existe essa imoralidade e não tentamos mudar a doutrina da Igreja Católica para nos agradar.

Eu pelo menos não crítico os homossexuais, o problema é a conduta homossexual. Se eu quiser dizer que é um pecado tenho esse direito.

E ressalto novamente: Quando temos a intenção de ter filhos, é NATURAL que venhamos se relacionar com o sexo oposto. Deixar que "casais" homossexuais tenham "filhos" via adoção ou FIV (fertilização in vitro) é CONTRA as regras da natureza.

Segundo os dados do IBGE, gays são no máximo 3% ou 4% da população brasileira.

Essa minoria quer impor à sociedade sua condição.

É ridículo!

- Encarando nossas diferenças. As igrejas e seus membros homossexuais. Ed. Sinodal. Autor: Alan A. Brash

- O Enigma da Esfinge. A sexualidade. Ed. Vozes. Autor: Frei Antônio Moser.

- Reforçando as trincheiras. Análise da problemática do homossexualismo à luz do cristianismo histórico. Ed. Vida. Autor: D. Robinson Cavalcanti.

- Acompanhamento de vocações homossexuais. Ed. Paulus. Autor: José Lisboa Moreira de Oliveira.

- A Batalha pela normalidade sexual. Ed. Santuário. Autor: Gerard van den Aardweg.

- O Movimento Homossexual. Ed. Betânia. Autor: Júlio Severo.

- Restaurando a Identidade. Uma nova liberdade para homens e mulheres. Ed. Mundo Cristão. Autor: Bob Davies & Lori Rentzel

Decisão da TJ-RJ: criticar o homossexualismo é um direito.

A Justiça decidiu entre outras coisas em 01/04/2009, que é legítimo aos cidadãos heterossexuais, o direito de expressarem o seu pensamento a luz dos valores morais, éticos e religiosos, no que diz respeito a entender ser a homossexualidade um desvio de conduta, uma doença, algo que cause mal à sociedade humana, devendo tal comportamento ser reprimido e não apoiado pela sociedade.

Tal conduta não pode ser entendida como é crime ou ato discriminatório, pois é legítimo o direito de expressão de ambos os lados no sistema jurídico vigente.

Tribunal de Justiça- Décima Primeira Câmara Cível

Apelação Cível nº. 2008.001.65.473

Relator: Desembargador Claudio de Mello Tavares

 

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