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Chico Xavier - 10 anos sem o garoto propaganda do espiritismo

“Sereis iguais a Deus” (Gen. 3, 5). É o que prega o Espiritismo para os que se deixam enganar pelo veneno igualitário do demônio.

Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, morreu para nos salvar e ao terceiro dia, ressuscitou. Só isso já seria suficiente para descartarmos toda a pregação e ensino de Chico Xavier.

Chico viveu em total contradição ao que ensinou Cristo e infelizmente, me parece que não se converteu em seus útimos dias, uma pena. Toda caridade feita não em nome de Cristo de nada tem valor, mesmo que ele tivesse dado tudo que tinha, pela simples questão de que nada tem de meritorio em seus atos, fora o desvio de almas.


O herege Chico Xavier fez foi muito mal à humanidade, propagando o erro e dificultando - por vezes impedindo - que as pessoas aceitassem a morte e aprendessem com a dor. Se não foi um consciente discípulo de Satã, foi um inocente bem útil ao pai da mentira.

Em homenagem ao décimo ano do aniversário de sua morte, abordaremos um pouco da biografia de Chico e da doutrina do Espiritismo.

Chico Xavier era bom de conversa e sabia levar uma platéia, era um líder nato. Ele sabia contar um estória. Isso contribuiu para que ele conseguisse arrebatar tantos seguidores e tanta credibilidade. Aqueles óculos escuros que nunca saiam do rosto dele foram uma sacada genial, passavam a imagem de um homem profundamente misterioso, além de sevir como característica marcante e inconfundível, como o bigode retangular de Hitler ou a careca e cavanhaque de Lênin e isso contribuía para rebuscar a personalidade dele, tornando-o um líder mais forte, o que dava a ele uma aparência maior de credibilidade, etc. Todo aprendiz de médium deve usar um.

A ciência nunca desmentirá o Espiritismo, porque não há qualquer manifestação física dele. A refutação dessa falsa religião se dá pelo uso da Razão e da Revelação.

Se o fenômeno é sobrenatural, querer prová-lo cientificamente é um absurdo. O que ocorre aqui é uma simples derivação do fato da doutrina espírita ter nascido no clima sufocante de positivismo que marcou parte do século XIX e que ensejava uma mentalidade (com eco nos nossos dias) onde só vale o que a "ciência diz". Isso é algo completamente arbitrário. O máximo que a "ciência" pode fazer aqui é dizer que algo psicografado é realmente igual a algo produzido por X ou Y em vida; isso é diferente de dizer que realmente o espírito de X ou Y é que produziu a obra.

Não se pode falar em santidade numa falsa religião, em razão da interdependência verdade/caridade; aquele que dá testemunho de uma falsa religião não pode ser, objetivamente, um Santo. É possível que elas sejam realmente santas, se eles deram testemunho de um ponto de fé católica; entretanto mesmo nesse caso a Igreja não pode lhes declarar nada, pois ela não pode julgar desse ponto, totalmente interior. O Papa Bento XIV explica que essas pessoas são santas diante de Deus, e receberão uma recompensa de santas, mas elas não são santas diante da Igreja que não pode declará-las como tal. É bem evidente que um tal caso só pode se produzir se essa pessoa está na ignorância invencível diante da verdadeira fé.

Perdemos a memória e o vínculo com os parentes após a morte? Porque o argumento espírita sobre a não-existência do Inferno seria de que Deus que é bom não permitiria o sofrimento de uma mãe ao ver o filho na condenação eterna.

Mediunidade é uma suposta capacidade que permite que algumas pessoas entrem em contatos com outros planos, em contatos com supostos espíritos .

A Parapsicologia é a ciência que estuda a psique , a alma , a mente humana acima de toda as coisas. (Geralmente a Parapsicologia julga a "mediunidade" como um fator psicológico, muitas vezes pura "alucinação").

A ordem do dualismo é sempre manter o paralelo, nunca o conjunto nem tão pouco a unificação. Isso porque o ambiente não pode ficar claro e escuro, um aparelho eletrônico não fica ligado e desligado, ninguém permanecer rico e pobre e possui dos sexos ao mesmo tempo.

E quando os pólos ocasionamente se encontram o efeito imediato é o atrito, como pode-se notar quando a massa de ar quente com a massa de ar fria gerando os raios, ou a corrente elétrica fase com a corrente elétrica neutro gerando um curto-circuito.

Por isso a ação mediadora do médium entre os terrenos é inexistente e nula.

Caso esse ofício fosse de fato ortodoxo ele não poderia estar com vínculo em nenhum dos planos. Já que o médium nivela o contato do plano A (material) com o plano B (espiritual), mas o nivelador é sempre do plano A, é sempre o plano A que busca o contato com o plano B, nunca o oposto, como por exemplo existir o médiun do plano B, já falecido que em manifestação em grupo com outros falecidos buscam algum tipo de comunicação com o plano A.

Pelos menos em Eclesiastes temos:

"Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas"(1,11)".

" Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa alguma, nem tão pouco eles terão recompensa, porque sua memória jaz no esquecimento. Amor ódio e inveja para eles já pereceram para sempre; não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol"(9, 5-6)

São Tomás de Aquino ensina que tudo quando pertence ao intelecto e ao espírito, e, especialmente à memória intelectual, mantém vivo na alma separada, o tesouro inteiro do conhecimento, adquirido durante a nossa vida corporal. O conhecimento intelectual, as virtudes intelectuais aqui neste mundo, subsistem na alma separada.

Se por um lado as imagens da memória dos sentidos, que tem sua sede no cérebro, desaparecem, aquilo que penetrou na memória intelectual é preservado. Assim, pois, de maneira intelectual e espiritual, a alma separada sempre conhece aqueles a quem amou.

O texto de Eclesiastes que citado não apresenta empecilho à existência das qualidades inerentes ao espírito. O seu autor em momento algum pensa em analisar a vida pelo ângulo transcendental, isto é, além desta vida aqui. Portanto, o espírito continua inalienável no tocante a suas qualidades ante a morte física.

Não posso deixar de lembrar, por exemplo, a parábola do rico e Lázaro,São Lucas 16,18 a 31, que é ímpar nos Evangelhos, é a única narrativa que faz uma descrição do estado dos homens após a morte física, a outra citação é escatológica, e encontra-se no livro de Apocalipse 6,9-10.

Sobre a farsa de que Santa Bridiga, São Franciso de Assis e Joana D'arc forma médiuns conforme o livro A Mediunidade dos Santos do espírita Clóvis Tavares.

O que se procura defender na literatura de Clóvis Tavares é que católicos se comunicavam com espíritos desencarnados. Ponto. As ações sobrenaturais são méritos de Cristo "Aquele que crê em mim obras maiores fará e não de um sistema rotativo automático espírita.

Todos os Santos mencionados de modo forçado por Clóvis professavam o Credo dos Apóstolos do qual Na comunhão dos Santos (...) Na Ressureição da Carne e os fenômenos místicos tem como fim único a glorificação de Cristo e a fortaleza da fé católica, jamais exaltar uma prática que nunca fez parte da fé cristã.

E fenômenos ascéticos e místicos são diferentes de mediunidade.

No catolicismo, não há incorporação de almas de defuntos. Alguns santos podem ter tido a visita de almas do céu, do purgatório ou até do inferno, mas isso não se deve a um dom especial deles.

" O espiritismo foi codificado por Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido por seu pseudônimo "Allan Kardec" nascido em Lião, França em 3/10/1804. A doutrina sobre a redenção "É pelo sangue de Jesus Cristo que temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza de sua graça que ele derramou profusamente sobre nós",explicava São Paulo aos efésios (1,7).Nossa redenção pela paixão, morte e ressurreição de Jesus é outra verdade fundamental da fé cristã.

Nisso consiste propriamente a "boa nova" ou o "evangelho" Mas nem esta verdade tão central entra no credo espírita de AK. Segundo ele cada um deve ser seu próprio redentor através do sistema de reencarnações. Por isso no espiritismo a soteriologia (doutrina sobre a redenção ou salvação do homem) é deslocada da cristologia para a antropologia.

Leão Denis o enuncia cruamente quando escreve: "Não, a missão de Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. É o que os espíritos, aos milhares, afirmam em todos os pontos do mundo." (Cristianismo e espiritismo,p.88)

E o Reformador, órgão máximo da propaganda e encarnacionista no Brasil, ensina em seu número de outubro de 1955 (p. 236): "A salvação não se obtém por graça nem pelo sangue derramado por Jesus no madeiro", mas "a salvação é o ponto de esforço individual que cada um emprega, na medida de suas forças". Daí esta doutrina de AK: "Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes." Do Livro “Espiritismo: Orientação para Católicos “ Dom Frei Boaventura Kloppenburg, ofm – Bispo Emérito de Novo Hamburgo -RS - Ed. Loyola.

O Espiritismo não é uma religião camarada e adocicada como devem pintar os relativistas, quem já leu com fins apologéticos os escritos espíritas devem ter visto que eles combatem a Doutrina Católica com fervor e rejeitam Cristo como os judeus e mulçumanos.

"O Espiritismo é mais que uma religião; é uma doutrina que procura conciliar a evolução espiritual e científica da humanidade de uma forma lógica e consistente. O estudo do espiritismo permite ao homem entender melhor a si próprio e ao seu papel no mundo." Fonte espírita

" O que mais me atraiu no espiritismo de Kardec foi a resolução inteligente dessas contradições e lendas antigas, através de uma doutrina coerente e muito mais aceitável -- cientifica e racionalmente --, do que os escritos muito antigos, como a Bíblia e o Alcorão. Aliás, a origem do espiritismo Kardecista foi uma pesquisa cientifica engendrada por Kardec, procurando encontrar explicações para fenômenos fisicos, bem reais, que em 1850 ninguém tinha qualquer idéia do que poderia ser (mesas que giravam e emitiam sons). A origem do kardecismo, pois, é tipicamente cientifica, não tendo vindo de lendas ou de crenças antigas (note que os Evangelistas não conheceram Cristo, quando escreveram o Novo Testamento - c. 100 AD - e se basearam no que o povo dizia a respeito dele, 100 anos depois de sua morte). " Fonte espírita

Não acreditam em escritos contemporâneos à Jesus, mas acreditam em vozes do além e ainda chamam isso de ciência.

"A doutrina espírita, de modo geral, fundamenta-se nos seguintes pontos:

* Na existência e unicidade de Deus, desconstruindo o dogma da Santíssima Trindade;

* Na defesa da reencarnação como o mecanismo natural de aperfeiçoamento dos espíritos;


* Na possibilidade de comunicação entre os espíritos encarnados ("vivos") e os espíritos desencarnados ("mortos"), por meio da mediunidade;


* Na pluralidade dos mundos habitados, a ideia de que a Terra não é o único planeta com vida inteligente no universo
." Fonte

Espiritismo é a NEGAÇÃO da Santa Cruz! É CUSPIR na cara de Cristo, é CUSPIR na cara da Igreja, é PISAR nos dogmas, é fazer chacota dos grandes santos e doutores da Igreja que nos ensinaram o caminho da ressurreição!

Aquele episódio do Edificio Joelma, que infelizmente foi uma tragédia horrível, caiu de pára-quedas para a propagação do espiritismo pelo fato de uma das moças mortas ter sido espírita e "aparecido" para o Chico nas sessões dando mensagems para sua mãe.

Mas nenhum médium conseguiu identificar quem eram as 13 pessoas que morreram carbonizadas no elevador, todas elas foram enterradas como indigentes.

Por que justamente uma espírita conhecida apareceu ao Chico e nenhuma das 13 pessoas apareceram para se indentificar, assim fazer o DNA dos corpos e comprovar a veracidade das mensagens dos .'.espíritos desencarnados.'. ?

A doutrina espírita é maléfica e todos os católicos devem ser afastar dela, devemos amar os espíritas principalmente em anunciar a Verdade para que eles se convertam. É dever do católico evangelizar o espírita e esclarecê-lo de seus erros. Essa sim é uma prova de amor ao próximo.

Espiritismo é religião e não uma ciência, embora os defensores dele digam o contrário. Possui culto (não a Deus, mas aos espíritos), simbolos, oração, citações das Sagradas Escrituras, etc.

A própria Ciência considera o Espiritismo uma piada, sua filosofia é tão barata que nem possui validade no meio acadêmico, ao contrário da filosofia cristã que é magistral nas universidades sendo elas católicas ou não.

Espírita não é cristão. Os próprios divulgadores do espiritismo deixam isso claro:

"Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O espiritismo não é um ramo do cristianismo como as demais seitas cristãs. Não ascenta os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia. A discussão, no terreno em que se acha, seria ótima com católicos, visto como católicos e protestantes baseiam seus ensinamentos nas escrituras. Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome espiritismo" Carlos Imbassahy À Margem do Espiritismo (FEB, 3ª edição, 1981, pág. 214)

No livro Chico, Diálogos e Recordações, o autor Carlos Alberto Braga realiza um trabalho "sério" e dedicado por quatro anos com Arnaldo Rocha, que teve quase 50 anos de convivência [ relacionamento homossexual ativo] com Chico Xavier. Arnaldo relevou uma série de "reencarnações" de si mesmo e de Nossa Alma Querida, como se refere a Chico. Arnaldo Rocha foi o doutrinador de um grupo de desobsessão que Chico Xavier participava. O nome era Grupo Coração Aberto, onde muitas "revelações" sobre vidas passadas na história planetária foram reveladas. O resultado do trabalho pode ser parcialmente visto nos livros Instruções Psicofônicas. Dentre várias "reencarnações de Chico Xavier, algumas já foram elucidadas.

Flávia Cornélia (Roma de 26 dC a 79 dC)

E seu aventureiro sexual era um soldado romando, a "reencarnação" de Arnando.

Lívia (de 233 dC a 256 dC)

E seu amado era Tanciano, "reencarnação" de Arnaldo.

Lucreja di Colonia ( Século XIII)

E sua paixão, Pepino de Colona, "reencarnação" de Arnaldo.

Joanne D'Arencourt ( Século XVIII)

O sujeito com quem se apaixonou durante a Revolução Francesa, Arnaldo "reencarnado".

Chams (Egito 800 aC)

Rainha do Egito, seu companheirpo, Camilo Chaves, "reencarnação" do Arnaldo.

O mais contraditório, é que no mesmo artigo os espíritas mencionam com certeza que Kardec também esteve no ping-pong das reencarnações de Chico, mas nada poderiam afirmar com certeza pois Kardec era mulherengo e homem com H maiúsculo, segundo eles mesmos dizem.

Na obra “Explicação histórica, dogmática, moral, litúrgica e canônica do catecismo”, do Abade Ambrosio Guillois, obra honrada com uma breve do Papa Pio IX, diz-se (tomo I) que os mortos podem voltar do outro mundo e aparecer aos homens. Não há nada nisto, de acordo com o Abade Guillois, que exceda a onipotência de Deus ou repugne a sã razão (págs. 449-450).

Diz Bergier:
“Deus pode, de certo, depois que a alma se separa do corpo, fazê-la aparecer de novo; restituir-lhe o mesmo corpo, que tinha, ou outro, e repô-la em estado de exercer as mesmas funções, que exerciam antes da morte. Este meio de instruir os homens e de os tornar indóceis, é um dos mais admiráveis, que Deus possa empregar” (Bergier, Diccion. de theologia, à palavra Apparições).

A seguir, o Abade Guillois dá os seguintes exemplos: Moisés e Elias, no monte Tabor; Jeremias aparecendo a Judas Macabeu, acompanhado do santo pontífice Onias, e lhe dando uma espada de ouro; Samuel aparecendo diante de Saul, rei de Israel; e também alguns outros exemplos colhidos da obra de santos e Padres da Igreja.

O que foi dito até aqui não dá nenhum suporte à prática espírita, pois o espiritismo busca uma comunicação com esses mortos, o que é proibido. No máximo, haveria a permissão de Deus para que um morto aparecesse, mas nunca uma autorização aos vivos para que buscassem, numa sessão espírita, esse intercurso com os mortos.

Deus no Espíritismo é uma figura decorativa, sem ação, vontade, misericórdia, nada. O sistema automático de processos de reencarnações e que move o status da elevação ou não dos espíritos é que rege o Universo, não adiantaria nada o transgressor se arrepender, se converter, mudar de vida e viver para Deus, ele está submetido na lei desse sistema e vai de qualquer formar reencarnar para pagar o erro cometido vida outrora.

Não existe pecado no Espiritismo, não há ofensa a Deus, não há perdão para pedir nem para receber, Deus nada pode fazer por nós, é o Sistema que coordena as ações contínuas que o levará a elevação plena. Por isso que o Espiritismo nega a existência do Inferno e no Diabo, porque como ele é uma mescla de pensamentos orientais e ocidentais, ele aborda a teoria de que o bem e o mal habito dentro do homem, não havendo nenhum fator externo para influencia-lo para a queda ou a santificação. E dentro do homem continua após a fase corpórea, por essa razão existir espiritos desencarnados bons e maus.

Ao contrário, o Espiritismo não precisa de Cristo, o Sistema por si só é auto-suficiente para comandar os seres, nem sabem o que significa o contexto messiânico de Nosso Senhor.

Há entre os espíritas o desejo de servir a Deus e amar o próximo. Suas obras de caridade dão um grande exemplo aos cristãos do amor incondicional a quem necessita.

Mas o cerne da questão é o mesmo que nos distancia dos judeus e dos mulçumanos: Cristo. O que para o primeiro grupo Ele foi um simples homem que não cumpriu as exigências do Torá para ser o Messias e para o segundo só foi um profeta que antecipou a vinda de quem seria o maior dos profetas, Maomé, para os espíritas Cristo nada mais foi do que um médium, igualando a outros homens como Chico Xavier.

E Ele é o Nosso Salvador, O Corpo padecido no madeiro e O Sangue vertido na cruz que está presente de modo incruento em cada Santa Missa nos concedeu a plenitude da vida e nos livrou da Morte. Foi por esse Augusto Sacrifício que a humanidade encontrou a redenção do pecado herdado de Adão.

Acredito piamente que quem faz as coisas movidas pela maldade são os maçons uma vez que são anti-clericais e trabalham firmes para a descristianização e desmoralização da Nação, e vejo muitos espíritas conservadores que muito nos ajuda para a valorização da Pátria e dos bons costumes.

De fato, para o cristão, é uma heresia e um erro tremendo acreditar que as obras, por si só, trazem a salvação. O compromisso do cristão é com a Verdade, e muitas verdades não podem ser acessíveis senão pela fé. Mas não se pode exigir o mesmo assentimento dos não-cristãos, que decidiram se incorporar a esta ou aquela religião por motivos que só Deus conhece, e podem muito bem ter se empenhado em buscar a verdade com sinceridade, ainda que infelizmente tenha começado por um caminho errado. A esses, suas boas obras, se visavam um bem maior, que é a glorificação de Deus, Sumo Bem, no bem dos mais necessitados, podem sim justificá-los apenas nessa medida, pois essa é a medida católica.

Não caiamos no erro de acreditar que toda religião salva ou é boa, mas também não acreditamos que todos os espíritas são reprováveis por suas obras apenas porque não têm o conhecimento cristão dos valores da fé.

Referências:

"Reencarnação – Lei da Bíblia, Lei do Evangelho, Lei de Deus." - Sergio Fernandes Aleixo, ed. Lachâtre

Pe. Frederick William Faber. The Precious Blood, or: the Price of Our Salvation (O Preciosíssimo Sangue, ou: o Preço da Nossa Salvação), 1860, p. 316.

Espiritismo: Fraude Cativante, Raphael Gasson

PARA CITAR ESTE ARTIGO:

David A. Conceição, Chico Xavier - 10 anos sem o garoto propaganda do espiritismo – Rio de Janeiro, julho de 2012, blogue Apostolado Tradição em Foco com Roma.

 

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