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Liturgia Dominicana



Usam-no dominicanos tradicionalistas ligados à FSSPX (em Avrillé, França), os membros da Fraternidade de São Vicente Férrer (que tem como sede o monastério Santo Tomás de Aquino, na comuna francesa Chémeré-le-Roi e duas províncias dominicanas nos EUA (das quais uma é responsável pelo blogDominican Liturgy”.

O rito dominicano foi codificado em 1256. 




Veja a sequência da Missa no rito dominicano aqui

Existem 8 teorias sobre a origem do rito dominicano:

1) Humberto (um superior da ordem) "inventou" o rito;

2) Ele é o rito da Roma antiga;

3) É o rito galo-romano como observado fora de Roma;

4) É um rito construído de elementos de vários outros ritos;

5) É uma combinação do rito dos cartuxos com a dos premonstratenses;

6) É o rito romano como desenvolvido na diocese de Lyon na Idade Média;

7) É o rito romano como desenvolvido na diocese de Paris na Idade Média;

8) É o rito romano do século XIII enriquecido com algumas variações não romanas (que não são fortes o bastante para caracterizá-lo como galicano).

Eu já li autores defenderem a combinação de algumas dessas hipóteses: 1 + 4 e 1 + 4 + 7.

Pode-se fazer uma combinação das teorias 3 + 6 e 3 + 7.

Texto sobre o rito dominicano publicado epla edição de 1967 da Enciclopédia Católica, tradução feita por Thiago Santo de Moraes:

Introdução

A ordem dominicana, dedicada à vida intelectual e organizada internacionalmente, precisava de um rito curto o bastante para permitir um amplo tempo para os estudos e uniforme em todos os países onde seus frades tinham conventos. O rito galo-romano, observado em quase toda a Igreja latina, não era nem breve nem uniforme (mesmo em Roma). Desse modo, se os dominicanos precisavam de uma liturgia curta e invariável, eles deveriam compilar seu próprio rito das fontes existentes. Isso foi feito, provavelmente, 1220.

Desenvolvimento

A compilação serviu aos frades por um quarto de século; então, uma reforma litúrgica, que ocorria em Roma, levou os pregadores a apontarem quatro membros de sua família espiritual para organizarem o rito numa forma melhorada. Esse trabalho durou 6 anos e ganhou a aprovação de cinco capítulos gerais. Em 1254 Humberto de Roma foi eleito mestre geral. Ele corrigiu a revisão citada e em 1256 estabeleceu sua observância na ordem. Clemente IV aprovou formalmente o rito dominicano pela bula Consurget in nobis, de 7 de julho de 1267.

A sobriedade, simplicidade e beleza do rito exerceram um grande apelo; muitas ordens religiosas e mesmo dioceses o adotaram. Quase todos os países bálticos (Noruega, Suécia, Finlândia e Estônia) aderiram, em parte ou totalmente, à liturgia dos frades pregadores. Mais ao sul, ele foi adotado pelas dioceses de Agram e Lucera na Itália. Na Armênia os monges basilianos usaram uma tradução dos livros litúrgicos dominicanos.

Fontes

O estudo das fontes do rito dominicano é algo muito complicado, de que só se pode conhecer os contornos. Se nós tivéssemos todos ou a maior parte dos livros da primeira compilação, ou soubéssemos quais foram exatamente as mudanças feitas pelos quatro frades, o problema estaria resolvido. Mas da compilação original temos apenas um martirilógio e um missal. O martirilógio é o Martirilógio de Usuard (uma versão usada por muitas abadias e igrejas). O missal não contém nenhum canto e poucas rubricas. O texto se aproxima do rito da diocese de Paris; de fato, várias adições feitas nas margens permitiram que esse missal fosse usado como um missal parisiense.

As revisões feitas até 1256 obscureceram todas as pistas sobre as fontes do rito do dominicano. O breviário no Codex Liturgicus de Humberto é muito semelhante aos dos nobertinos; os cantos gregorianos sugerem uma versão simplificada do canto cisterciense influenciada pela revisão que ocorria na época em Roma. As rubricas, embora não sejam claramente as da Cúria Romana, possuem elementos muito similares ao da reforma dessas últimas. O trabalho dos quatro frades e o Codex de Humberto mostram um esforço contínuo para se eliminarem as variações galicanas da liturgia dos pregadores em favor das formas romanas.

Características

A missa resada de Humberto tem algumas características distintivas. A água e o vinho são colocadas no cálice antes do Confiteor. O Confiteor é breve e não há o Salmo Judica me Deus. O Gloria e o Credo são lidos do missal – o que também era um antigo costume romano. A hóstia e o cálice são oferecidos numa oblação única e também com apenas uma oração. Os dominicanos não dizem as adições medievais: Deus qui humanae e Veni sanctificator. Apenas o primeiro verso do Lavabo é recitado (hoje em dia os primeiros três versos são ditos). Na Consagração apenas a hóstia é elevada (hoje em dia o cálice também o é). Na oração Unde et memores, o celebrante estende seus braços in modum crucis. A Commixtio ocorre após o Agnus Dei. Terminando a prece Domine Iesu Christe Filli Dei, o sacerdote comunga a Hóstia Consagrada da sua mão esquerda, recitando “Corpus et Sanguis Domini nostri Iesu Christi custodiant me”, etc. Após uma pausa, ele consome o Preciosíssimo Sangue em silêncio. Em seguida a oração Quod ore sumpsimus. Uma benção final é dada apenas se isso for o costume local (atualmente, é dada sempre, menos nas missas de requiem, com as palavras “Benedictio Dei Omnipotentis, Patris et Filii et Spiritus Sancti, descendat supr vos et maneat semper”). As cerimônias das missas cantadas diferem num número muito maior das do rito gregoriano.

Embora a “Missa dos Frades Pregadores” tenha sobrevivido ao longo de mais de 7 séculos quase sem mudanças, o mesmo não pode ser dito do Ofício Divino. Revisões importantes a partir de 1920 deixaram pouco do Breviário medieval. Entre os elementos que permaneceram estão antigos hinos da Igreja. O hinário do Ofício do rito gregoriano, que foi desfigurado pelas “correções” humanistas do Papa Urbano VIII, não foi aceito pelos dominicanos. Também foi mantido o pequeno Ofício Pascal, que vai da Páscoa até o domingo da Santíssima Trindade. 




O Beato Humberto de Romans é considerado o responsável por unificar a Liturgia dominicana, que deveria ser prática sem ser “atravessada”.

Antes de São Domingos nascer, sua mãe sonhou com um cão que levava na boca uma tocha iluminando o mundo. Assim os dominicanos ficaram conhecidos como os cães de guarda da fé.

Na iconografia os cães são representados nas cores da Ordem (branco – pureza – e preto – penitência).

Nesta imagem especificamente eles defendem os cordeiros (a Verdade) dos lobos, cães selvagens (falsos pastores). 

A Enciclopédia Católica, na edição de 1912, diz o seguinte sobre a origem do rito dominicano:

A questão de se ter um rito especial e unificado não recebeu atenção durante a vida de São Domingos; a ordem, naquela época, partilhava da diversidade então existente na Igreja. Cada província e mesmo cada convento tinham certas peculiaridades nas cerimônias da Missa e do Ofício. Os sucessores de São Domingos, contudo, logo perceberam que as coisas assim eram impraticáveis e passaram a trabalhar na eliminação das distinções mais embaraçosas. Eles alegavam que o princípio da oração em comum, base da vida comunitária, era posto em perigo por essa diversidade. Isso ficava patente durante a os capítulos gerais da ordem, que reuniam irmãos de cada província, e que eram marcados pela confusão em matéria litúrgica.

O primeiro esforço de regulação da liturgia veio já do sucessor de São Domingos, Jordão da Saxônia. Nas constituições (1228) escritas por ele se encontram algumas rubricas sobre a recitação do Ofício. Elas insistem mais na importância de se recitar as Horas que na qualificação dos livros litúrgicos. Todavia, alguns dizem que ele tomou certas atitudes no sentido de se ter um Ofício único para os pregadores, mas, se isso foi verdade, o fato é que teve pouca repercussão. Tanto que os capítulos de Bolonha (1240) e Paris (1241) permitiram que cada convento seguisse o rito da diocese onde se localizava. Foi com João o Teuto, o quarto mestre geral, que se tentou fazer algo sistemático. Seguindo suas sugestões o capítulo de Bolonha (1244) perdiu aos delegados para levarem ao próximo capítulo (Colônia, 1245) suas rubricas especiais para a recitação do Ofício, seus missais, graduais e antifonários, “pro concordando officio”.

Para trazer alguma ordem ao caos uma comissão, composta por membros das províncias da França, Inglaterra, Lombardia e Alemanha, foi engarregada de fazer uma revisão (em Angers) do material trazido. Ela levou o resultado de seu trabalho ao capítulo de Paris (1246), que aprovou a compilação e ordenou seu uso na ordem. Esse mesmo capítulo aprovou um lecionário, que foi entregue a Humberto de Roma para uma revisão. O trabalho da comissão foi novamente chancelado pelos capítulos de Montepulciano (1247) e Paris (1248).

Mesmo com essas aprovações, houve uma insatisfação geral com o trabalho da comissão, em especial com a interpretação das rubricas dada por ela. Para os críticos, a comissão fez um trabalho apressado, deixando ainda muita coisa vinculada aos costumes locais. Sendo assim, a questão foi reaberta e o capítulo de Londres (1250) pediu à comissão para se reunir em Metz e revisar seu trabalho à luz das críticas; o resultado dessa revisão foi aprovado nos capítulos de Metz (1251) e Bolonha (1252) e tornada obrigatória para todos os membros da ordem dos pregadores. Também foi ordenado que uma cópia dos livros litúrgicos fosse arquivada em Paris e em Bolonha, de modo que os livros usados nos conventos tivessem uma fonte fiel para ser copiada. Ainda assim, mais uma vez, foi reconhecido que esses livros não tinham atingido os objetivos propostos e, portanto, demandavam uma nova modificação. Embora essa modificação estivesse sobre a direção de João o Teuto, o trabalho bruto ficou a cargo de Humberto de Roma, provincial de Paris. Humberto foi eleito mestre geral no capítulo de Buda (1254) e instigado, mais ainda, a voltar sua atenção ao problema dos livros litúrgicos usados na ordem.

Ele submeteu cada um deles a uma nova reforma rigorosa, e, após dois anos, mostrou o resultado no capítulo de Paris (1256). Este último e os capítulos subseqüentes endossaram o trabalho de Humberto, prolatando uma legislação que protegia a liturgia de qualquer modificação, e, de uma vez por todas, estabelecendo um rito comum à ordem dominicana. 

Sobre a preservação do rito, a citada enciclopédia diz:
Clemente IV lançou uma bula, em 1267, na qual louvava a habilidade e o zelo de Humberto e proibia qualquer alteração, sem a devida autorização, no trabalho feito por ele. Os papas posteriores também olharam com cuidado para a preservação do rito dominicano. Inocêncio XI e Clemente XII proibiram a impressão dos livros litúrgicos sem a autorização do mestre geral e o cumprimento da obrigação da oração em comum com qualquer outra obra que não levasseo selo do mestre geral e uma cópia dos decretos pontifícios. Um outro meio que contribuiu para a preservação do rito da ordem dos pregadores foi a “Quo Primum Tempore” de São Pio V, que mesmo impondo um rito universal para a Igreja latina, excepcionou aqueles que tivessem uma aprovação superior a 200 anos. Tal privilégio foi plenamente aceito pelos dominicanos, de modo que ao longo dos séculos não houve modificação na sua liturgia.

O que se deu, algumas vezes, com a permissão de Roma, foi o acréscimo de festas ou correções nos livros sempre no sentido de deixá-los conforme os exemplares de Paris e Bolonha (assim as reformas dos capítulos de Salamanca – 1551 -, Roma – 1777 – e Ghent – 1871). 

Fontes do rito

Para determinar as fontes do rito dominicano temos de tomar contato com as incertezas que circulam a história da liturgia. No século XIII não havia um rito romano unificado. Mesmo que a base dos usos no noroeste da Europa fosse um sacramentário galicano-gregoriano mandado por Adriano I a Carlos Magno, cada região tinha suas particularidades. Na época da unificação do rito dos pregadores, a maior parte dos conventos da ordem estava em terras onde o rito galicano tinha predominado no passado e onde o rito galo-romano passou a dominar. Jordão da Saxônia, o pioneiro das reformas litúrgicas entre os dominicanos, era um grande admirador do rito da diocese de Paris e freqüentemente assistia recitações do Ofício em Notre-Dame. Humberto de Roma, que teve uma grande participação na unificação, era o provincial da França. Esses fatos dão força para a opinião de que a base do rito dos pregadores foi o rito galicano existente nesse período. Todavia, não há evidência documental disso. As crônicas da ordem dizem simplesmente que o rito não era nem puramente romano nem puramente galicano, mas baseado no uso romano do século XIII, com adições do rito de Paris e dos ritos de outros lugares onde os dominicanos estavam presentes. De onde eram exatamente essas adições é algo que não pode ser determinado.

Dois pontos devem ser destacados:

1. O rito dominicano não é uma elaboração arbitrária em cima do rito romano contrária ao espírito da Igreja ou algo feito tendo em vista um exclusivismo sociológico. Ele não é mais galicano que o rito galo-romano da época de sua criação. É uma tentativa sincera e honesta de armonizar e simplificar vários usos.

2. O rito dominicano, formulado por Humberto, não passou por nenhuma mudança radical desde sua confirmação por Clemente IV. Quando São Pio V fez sua reforma, o rito dos pregadores estava fixo e estável a trezentos anos, enquanto o de outras comunidades era modificado constantemente. Além disso, a simplicidade do rito dominicano, como é manifestado nos seus diferentes livros litúrgicos, evidencia sua antigüidade.

Livros litúrgicos

O rito compilado por Humberto continha quatorze livros:

1. O Ordinário, que era uma espécie de índice do Ofício Divino (os Salmos, Lições, Antífonas e Capítulos eram indicados por suas primeiras palavras);

2. O Martirilógio, um calendário ampliado dos mártires e santos;

3. O Coletário, um livro para uso do hebdomadário, o qual contém os textos e as notações para as orações, capítulos e bênçãos;

4. O Processional, com hinos (texto e música) para procissões;

5. O Saltério, com os Salmos;

6. O Lecionário, que continha as homilias de domingo, as lições da Sagrada Escritura e a vida dos santos;

7. O Antifonário, com os textos e a música de parte do Ofício;

8. O Gradual, que continha as palavras e a música da pare da Missa cantada pelo coral;

9. O Missal Conventual, para a celebração de missas solenes;

10. O Epistolário, com as epístolas para a Missa e o Ofício;

11. O Evangeliário;

12. O Pupitário, que continha a notação musical para o Glória, o Invitatório, as Ladainhas, Tractos e o Aleluia;

13. O Missal, para a Missa privada;

14. O Breviário, uma compilação (bem reduzida para a conveniência das viagens) de todos os livros usados para a recitação conventual do Ofício.

Por um processo de eliminação e síntese, a exemplo do rito gregoriano, muitos dos livros de Humberto se tornaram supérfluos enquanto outros foram formados. Esses últimos nada acrescentaram aos textos originais, mas adicionaram festas e uma maneira mais conveniente de recitar o Ofício. Hoje, a coleção dos livros do rito dos pregadores contém:

1. O Martirilógio;

2. O Coletário;

3. O Processional;

4. O Antifonário;

5. O Gradual;

6. O Missal para a Missa conventual;

7. O Missal para a Missa privada;

8. O Breviário;

9. O Vesperal;

10. O Diurnal;

11. O Cerimonial.

O conteúdo dos livros que já existiam no trabalho de Humberto segue de perto o texto anterior. As novidades são: o Diurnal, o Vesperal (com notas - adaptação do Breviário e do Antifonário), o Coletário (agora, uma compilação de todas as rubricas dos outros livros). Com excessão do Breviário, esse livros possuem um arranjo similar aos do rito romano tradicional. O Breviário Dominicano é dividido em duas partes: Advento a Trindade e Trindade a Advento.    

 Sobre o Ofício recitado pelos dominicanos nas atas do Capítulo Geral da Ordem de Roma, de 2010:

“Agradecemos à Comissão Litúrgica Internacional da Ordem o trabalho realizado em prol da vida litúrgica dominicana. Encorajamos a Comissão a continuar este trabalho.

Ao verificar que várias províncias ainda não fizeram a tradução e a adaptação dos diversos livros do Proprium O.P. nas diferentes línguas modernas, formulamos a todas as províncias da Ordem que ainda não as fizeram, os pedidos seguintes:

1. Que as autoridades provinciais ou inter-provinciais entrem em contacto com a Comissão Litúrgica Internacional da Ordem, a fim de lhe comunicarem os nomes dos responsáveis da Comissão Provincial ou Inter-Provincial de Liturgia e o estado actual das traduções das diferentes partes do Proprium Ordinis Praedicatorum;

2. Que as Comissões Provinciais ou Inter-Provinciais de Liturgia, antes de enviarem as traduções à Cúria Geral para aprovação, entrem em contacto com a Comissão Litúrgica Internacional da Ordem que poderá dar indicações úteis com vista a uma preparação mais adequada das traduções dos textos e da apresentação dos ritos.
 
3. Que sejam difundidos nos conventos e casas de irmãos, mosteiros de monjas, institutos de irmãs e fraternidades leigas, as informações provenientes da Comissão Litúrgica Internacional da Ordem, sobretudo o boletim INFO/CLIOP.

Pedimos ao Mestre da Ordem que a composição da Comissão Litúrgica Internacional da Ordem seja mais representativa da nossa diversidade (família dominicana, continentes, culturas), de forma que a sua pesquisa tenha em conta as diferentes abordagens teológicas e pastorais neste domínio.

Considerando o facto de alguns irmãos, e mesmo certas entidades da Ordem, desleixarem a celebração comum da liturgia (Relatio MO 88), encarregamos o Mestre da Ordem de enviar a todos os irmãos uma carta sobre a vida litúrgica, sobretudo a Liturgia das Horas, nos seus vários ritmos quotidianos, em função das exigências do direito e da vida dominicana.” [grifos do autor]”.

No início, informa-se que diferentemente dos capítulos anteriores, decidiu-se desta vez por traduzir as atas.

Não só no aspecto litúrgico, mas, de modo geral, parece que os novos membros da Cúria Generalícia estão arrumando a Ordem.  

O Canon do rito dominicano é o mesmo do rito gregoriano, com diferenças apenas na maneira como certas coisas são feitas, como a postura das mãos e braços:


Sobre os locais que celebram o rito:

Congregation of St. Dominic/Friary of La Haye aux Bonshommes
Avrillé, França (em inglês):

Fraternidade de São Vicente Férrer
Chémeré-le-Roi, França (em francês):

Das quatro províncias dos Estados Unidos, duas (Santíssimo Nome de Jesus e São José) usam o rito, mas não em todos os conventos.

The Province of the Most Holy Name of Jesus/Western Dominican Province
Província ao oeste dos EEUU (em inglês):

Tal província sobre o rito dominicano (em inglês):

Blog do Fr. Augustine Thompson, membro da Província (em inglês):

The Dominican Province of Saint Joseph
Província ao leste dos EEUU (em inglês):

Tal sobre o rito (em inglês):

PARA CITAR ESTE ARTIGO:


Liturgia Dominicana
David A. Conceição, setembro de 2012, blogue Tradição em Foco com Roma



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