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Alcorão diz que judeus vieram do macaco


Atualmente no discurso religioso educativo e público em voga no mundo árabe os judeus são frequentemente descritos como "os descendentes dos macacos e dos porcos", ou ainda como "os inimigos de Alá, filhos de porcos e de macacos".

Esta discrição tem origem nos textos fundamentais do Corão, nos hadits (tradições sobre a vida do profeta Maomé), e nas mais fiáveis compilações das tradições, como as recolhidas por Al-Bukhari.

O castigo divino infligido aos judeus é mencionado em três versículos corânicos: "…Existem os que Alá afastou, sobre os quais caiu a sua cólera e que, em parte, transformou em porcos e macacos…" (5:60); (…) Certamente conheceram o destino dos que, entre vós, infringiram o shabbat e que Nós condenámos: sejam desprezados como os macacos." (2:65); e "…quando, em vez de se corrigirem, eles insistem em infringir os interditos, Nós condenamo-los: sejam desprezados como os macacos." (7:166).

Várias seitas gnósticas afirmam que os judeus são o povo mais atrasado da Terra. Jesus teria vindo entre eles como um último esforço divino para que acordassem e se libertassem do espírito de raça, que foi necessário a todas as raças, mas que se tornou um impedimento evolutivo desde Cristo. 
0povo eleito para cumprir os mandamentos de Deus e servir de exemplo, obviamente poderia ser qualquer povo, mas foram eles, isso na verdade é visto como uma obrigação ou até um fardo visto que eles tem mais de 500 pequenas regras a seguir (isso para um ortodoxo), já ao gentio basta seguir as leis de Noé (que são poucas e simples) para ser considerado justo perante Deus; é por isso também que os judeus não fazem proselitismo.

Enfim, existe muita mitologia por trás do judaísmo ser segregacionista, é uma religião fechada, mas justamente por pensar que as outras pessoas não precisam se tornar judias para serem justas e aceitas por Deus.

Jesus foi muito mais bem aceito pelos samaritanos que pelos judeus - que até hoje não o reconhecem como "o Messias que havia de vir". 

Jesus foi morto pelos judeus, por meio de um forçado julgamento romano - Pilatos não queria condená-lo -, porque incomodou os mercadores do templo de Jerusalém. As pessoas pensam que se tratavam de mercadores de pássaros e andorinhas, mas a realidade é bem outra: esses mercadores exploravam os fieis, cobrando-lhes dez vez mais por uma ovelha sacrificial - os fieis que vinham de cidades distantes não tinham como levar, eles mesmos, suas ovelhas para o sacrifício anual, tendo de submeter-se aos preços abusivos dos mercadores quando chegavam ao templo. E tais mercadores eram compostos, em sua maioria, pela elite judaica. 

Menciono esse fato para mostrar que o dinheiro tem uma valoração para o judeu muito maior do que para o restante de outros povos - fato admitido pelos próprios judeus, aliás. Não é mera coincidência que eles sejam proprietários dos bancos mais importantes do mundo e que tenham criado os juros na Idade Média.

Eu pensava que a avareza judaica não passasse de folclore, até acompanhar, por quase dois meses, um caso de internação no Hospital Albert Einstein. Pude presenciar nesse hospital cenas de cupidez que eu imaginava homem nenhum pudesse ser capaz de protagonizar. Médicos fazendo questão de frações de centavo pelas consultas, daí pra baixo. Eu os vi recusarem o estorno de um pagamento já feito alegando problemas burocráticos - um procedimento fácil de fazer -, causando um prejuízo assombroso a um dos pacientes internados no hospital, coisa pra mais de 50 mil reais. Soube mais tarde, por intermédio de amigos, que na época da inflação galopante aqui, no Brasil, os médicos judeus do hospital só aceitavam pagamento em dólar - mesmo conscientes de que se tratava de uma clara violação legal. E um guia da Chapada Diamantina, em Lençóis, contou que os judeus costumam visitar o ponto turístico nos meses de março e abril - e são tão pão-duros que todos comentam que eles atravessam um rio com um sabão na mão e ele chega intacto na outra margem, tamanha a "mão fechada" desse povo. 

Essa ligação exagerada, doentia, ao dinheiro, é uma característica do povo judeu, não encontrada em nenhum outro povo. Eles colocam o dinheiro na frente tudo: de escrúpulos, de humanidade, de compaixão. 

O tráfico negreiro no Brasil foi dominado por eles - um assunto cuidadosamente evitado nas salas de aula e na historiografia. A pornografia se tornou o que é devido à ação dos judeus nos Estados Unidos, que possuem os maiores estúdios e os mais famosos atores pornôs do país. E quanto aos bancos - será preciso digredir sobre a exploração absurda que eles promovem em todos os países do planeta, sem exceções? 

Essas características pra lá de negativas do povo judeu são, no entanto, cuidadosamente dissimuladas no mundo inteiro por eles, pelos meios de comunicação social - que eles dominam por ampla margem na maioria das nações ocidentais. São tão dissimulados que poucos sabem que o William Bonner, a Fátima Bernardes, o Luciano Hulk, o Jô Soares, o Rafinha Bastos, a Leilane Neubath, o Pedro Bial (aliás, Pedro Bialski), entre muitos outros, são todos judeus. Não pelo talento deles, mas pelo fortíssimo lobby judaico nos meios de comunicação. 

Mas não se pode comentar nada disso, que está bem aí, diante do nariz de todo o mundo, que a pecha, a acusação de "antissemitismo" é logo dirigida a quem ousa falar o óbvio. 

 A gente deve por outro lado lembrar que primeiro, o povo judeu era nômade forçado, eles acumulavam muito metal para quando fossem ser perseguidos de novo poderem se mudar sem muito prejuízo, por isso a invenção dos bancos, os grandes joalheiros e o intenso intercâmbio que eles faziam, especialmente entre Europa Oriental e Ocidental e Norte da África Ibéria. Outro ponto é que judeu tinha que viver em guetos nos burgos, não era proprietário de terra, e por isso tem que ser comerciante, fato que levou muitos cristãos novos a comercializar escravos.  Geralmente os judeus têm uma expressão de êxito em diversas áreas, como a vida cultural e intelectual germânica e eslava, marcada por judeus.

Israel está cada vez mais acuado em se território. Os judeus são proibidos de passar para o lado palestino mas alguns palestinos podem passar para o lado israelense.

Cidades fora da Palestina e até mesmo longe delas como Nazaré na Galilélia tem população atual predominantemente árabe.

Ou seja, o povo judeu está cada vez mais acuado e perdendo sua identidade. É bom lembrar que o judaismo é tão alvo dos revolucionários quanto o Cristianismo. E destruir Israel é uma forma estratégica de acabar com o judaismo e a cultura judaica da qual veio o cristianismo.

A causa Palestina com certeza faz parte do "pacote" das ideias revolucionárias 


Não se trata de ser contra o povo árabe, não é nada disso. No entanto, é preciso refletir se objetivo disso tudo não é destruir a identidade judaica com a sua cultura. Quem vai lá pode ver que até mesmo Jerusalém e cidades da Galiléia já são predominantemente árabes. As cidades tipicamente de população e cultura judaica estão desaparecendo.

Por isso o católicos descendentes de árabes devem refletir com cautela antes de defender a causa palestina. Mais uma vez somos convidados a ficar do lado que defende o cristianismo, do qual Israel é o berço.


Os árabes predominaram em todas as cidades até começarem as migrações promovidas pelo sionismo no século XIX. Hoje, Israel tem 85% população judaica. Antes da Segunda Guerra eram 15%. Os árabes-israelenses estão integrados na vida de Israel. Convivem com judeus sem animosidades. 

A população católica (e cristã, em geral) é a que mais sofre no meio do fogo cruzado. Antes de ser criado o Estado de Israel, havia 25% de cristãos na Terra Santa. Hoje são 2%. Culpa dos árabes? Os católicos de origem palestina são discriminados pelos conterrâneos porque são acusados de não aderirem à luta pela ciração de um Estado palestino; já os judeus os discriminam porque são palestinos. 

Sem dúvida, os lugares santos nas mãos dos israelenses garantem maior liberdade para os cristãos, mas não é plena. Missas para peregrinos tem que ser agendadas com as autoridades israelenses. Não se pode mais agendar direto com a igreja local. Israel dificulta vistos de permanência para missionários no país. Não tem relações estabelecidas com a Santa Sé e vez ou outra alguma autoridade do país alfineta Pio XII (aliás, prometeram endurecer negociações com a Santa Sé se o referido Papa fosse beatificado).


É preciso deixar claro que não estou dizendo que os judeus apoiam o Cristianismo. É evidente que não.

No entanto, Israel e a cultura judaica é a base, o berço de onde saiu o cristianismo. Nós católicos somos naturalmente conservadores por isso as raízes e a tradição são coisas fundamentais.

Dá pra ver que os revolucionários agem fazendo exatamente o contrário, querem destruir as bases, as raízes e assim construir um mundo novo que na visão deles seria o mundo ideal.

Por isso a esquerda aderiu a causa palestina. Podem ver que nunca um governo brasileiro se meteu tanto nos assuntos do oriente médio como o atual.


Por fim, não devemos temer o Islamismo. Aliás, nada que acontece, em que pese o livre arbítrio humano, se dá sem que Deus permita antes.

E se Deus quiser, com a simples vontade, muda toda a situação. Mas o que deve assustar realmente é a apatia, a pusilanimidade. Se nós nos empenhamos em nossa reforma pessoal, com certeza estaremos fazendo muito pelas pessoas ao nosso redor e pela sociedade.

Claro, o crescimento do Islã é um problema que merece uma postura firme, mas não nos esqueçamos: há 2.000 anos eram 12 bispos e um punhado de fiéis contra um Império hostil.

Diante de toda a expansão que a Religião Cristã experimentou, causa pesar constatar o seu arrefecimento. Mas se analisarmos friamente, qual nação ainda é fiel? Já não há cristandade, aliás quase não existem cristãos, embora existam muitos batizados... O Islã, caso se expanda, não destruirá o Cristianismo. Ele destruirá apenas os destroços do que existiu um dia...

A Sociedade Ocidental hoje é predominante no mundo porque no passado ela foi gerada pela luz da Igreja. Sem Igreja, não existiria essa sociedade de hoje.

Mas como a Sociedade se descristianizou, passou a ser um corpo sem alma.

Bem, para reanimar, então... Deve-se ir no núcleo da sociedade

A sociedade é constituída de famílias


E as famílias se constituem de pessoas


Logo, consertando-se individualmente, pode-se partir daí para a família

Da família, para a sociedade.

Bem, mas o importante é não ficar parado. Não negligenciar o que acontece ao redor, sob pretexto de que "ainda não me reformei".


Uma nova Cruzada se faz necessária para salvar a Cristandade mais uma vez!

Referência:

S. Isidoro de Sevilha, Sentencias 1,25,6 apud Jacques Fontaine,Isidoro de Sevilha: génesis y originalidad de la cultura hispánica en tiempos de los visigodos, ed. Encuentro, 2002, p.182-183

PARA CITAR ESTA TRADUÇÃO:

Alcorão diz que judeus vieram do macaco http://twixar.com/6Es Fabrício Antares, doutorando em Direito da PUC-MG, outubro de 2012, blogue Tradição em Foco com Roma.


 
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