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Comissão aprova inclusão da disciplina ‘Cidadania Moral e Ética’ no currículo escolar

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (11), em decisão terminativa, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 2/2012, do senador Sérgio Souza (PMDB-PR), que inclui no currículo do ensino fundamental a disciplina Cidadania Moral e Ética. O relator da matéria, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), elogiou a proposta e lamentou o “esvaziamento de valores éticos no Brasil”. Fonte

Sinal positivo para o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Vejo que foi uma forma de trazer de volta para a grade curricular a extinta disciplina Educação Moral e Cívica. É um bom sinal que senadores conservadores trabalhem para que os professores voltem a serem vistos como autoridades suprema, havendo o absoluto respeito. Alunos baderneiros devem punidos e até expulsos. Que retorne também o hasteamento da bandeira nacional e cantem o hino do Brasil, entrando após perfilados nas classes de aula. 

A familia está fragilizada, seja por esse ou aquele motivo, os pais não tem mais controle sobre seus filhos, não impõe mais limites, nem uns tapinhas podem mais dar, todos querem interferir na educação das criancas, ECA, psicólogo, vizinhos e etc, e dá a desestrutura como está que está, completa inversão de valores. 

A Escola se perdeu a partir do momento em que se definiu que “Escola é lugar de receber cultura, conhecimentos gerais.”

Acho que não é bem assim, pois a Escola é co-responsável pela educação dos jovens, não somente a família. São instituições que se auto-complementam, ou pelo menos deveriam.

Em outras palavras, a partir do momento em que a Escola passou a ser vista e mantida somente como fonte de informação, tudo o mais veio abaixo.
 
A Escola moderna que aí está transforma homens em máquinas e ainda faz propaganda de seus “melhores alunos”, os primeiros nos principais vestibulares, trabalha para a exclusão da maioria, e não para a sua inclusão.

Me desculpem os que pensam de forma diferente, mas para mim ensinar da forma como se tem visto é tarefa que qualquer um pode fazer, e basta dizer que hoje em dia, com a tecnologia disponível, todos podem aprender sem a Escola, que já se realiza à distância com sucesso.

No entanto, o que precisamos é educar o homem para que ele viva em sociedade, este sim, o grande papel da Escola e da Família, instituições indispensáveis. Frutos da Civilização Católica Ocidental e do próprio Deus.


E a Escola não pode ficar à margem ou passiva diante da educação de seu cidadão, seu principal objetivo.
 
Tirar o ensino religioso das escolas, foi e ainda é um grande erro.

Educação deve vir de casa.  Noções da vida em sociedade, respeito, ética, verdade, mentira, sim e o não, ou seja, valores que formam o ser, devem ser responsabilidade da família. 

Os pais delegam a obrigação de ensinar lições de CARÁTER à Escola; os salários dos professores é ridículo e humilhante. Mas a questão vai muito além, pois já não é apenas um fenômeno dos jovens e crianças, nem da categoria Eduacação, mas sim de um povo inteiro: falta limites, falta punição.

Ora, o Brasil se tornou terra de ninguém desde que acabou o militarismo. Democracia é só fachada e o que vemos é cada um fazendo o que bem entende, já que não há castigo, nem pena, nada! Uma verdadeira anarquia nacional, que reflete dentro das salas de aula. Pois se os "adultos" que deveriam respeitar e se submeterem a uma via chamada Constituição não o fazem, como esperar que crianças obedecem regras escolares?

O exemplo vem sempre de cima, não é?

(Obs: não estou justificando os aprendizes de marginais, mas pontuando uma das causas). 

A Escola pode e deve ser o lugar para a formação do cidadão como um todo, mas é certo que quanto mais velho o aluno, mais seus hábitos estão consolidados. Por isso, é mais provável - embora eu conheça casos que provem não ser assim - que se consiga bons resultados com os alunos que estão nas séries iniciais, no fundamental.

Acho que a responsabilidade do quadro atual recai também sobre a política educacional adotada. Migraram de uma educação muito rígida para um oba-oba. Os alunos foram se acostumando a agir conforme dá na cabeça. Até as medidas mais simples, como chamar atenção de aluno, se tornam armas contra professores que acabam sendo acusados pelos pais de constrangimento ao aluno. 

Salvem a Escola Catolica!

É da mensalidade dos que podem pagar colégios caros que as Ordens Religiosas conseguem manter colégios gratuitos e bolsas de estudos para aqueles que não tem condição financeira.

Possíveis critérios de seleção nestes casos são: Renda familiar, Renda pessoal, Índices de pobreza na região, desempenho escolar, etc...

Tem-se que fazer uma triagem para que não vire bagunça. Ou se cairá no erro que acontece em faculdades públicas onde o beneficiário é justamente aquele que tem condição financeira para frequentar faculdades privadas caras, tirando a possibilidade de alguns alunos com igual capacidade intelectual, mas que não tiveram como bancar cursinhos preparatórios pré-vestibulares.
 
Sou contra qualquer forma de sistema de quotas. Mas também sou contra privilegiar quem pode bancar e prefere fazer faculdade pública. Por isso é que acho ser melhor a participação do Enem que a de vestibulares isolados, embora falte muito para Pro-Uni e Sisu serem modelos para alguma coisa.

Dinheiro se tira de onde tem. Se a Igreja não utilizar os meios lícitos para financiar escolas, hospitais, creches, asilos, e tantos outros serviços sociais gratuitos, vai tirar de onde? São justamente os colégios, universidades, hospitais e cemitérios pagos que bancam os serviços sociais da Igreja. Foi-se o tempo em que governos de nações ajudavam a Igreja a bancar alguma coisa. Aliás estes governos não faziam favor nenhum em financiar em parte as atividades sociais da Igreja, pois Ela é que tinha condição de organização, conhecimento e infra-estrutura para realizar esses trabalhos. Os governos não se interessavam pelo povo, mas apenas pela aristocracia, que por sinal também se servia dos hospitais da Igreja quando a coisa apertava.
 
Quando falo Igreja, falo não apenas de Paróquias, Dioceses e de Roma, mas também de Ordens Religiosas e Ordens Leigas que durante séculos foram os braços da Igreja a servir misericordiosamente à população por amor a Cristo Jesus. A Igreja não se preocupa somente com o Pão da Palavra e o Pão Eucarístico, mas também em realizar as Obras de Misericórdia. Mostra-me sua fé sem as obras que eu mostro a minha fé pelas obras, já dizia São Paulo.

É do que se arrecada em doações, o que se ganha em heranças dedicadas livremente por pessoas que confiaram à Igreja seus bens quando morressem para que fosem bem geridos em favor da humanidade, o que se ganha através de instituições e serviços pagos por quem pode pagar, que se mantém tudo o que podemos dizer com santo orgulho ser feito em benefício de toda a humanidade, sem fazer acepção de pessoas. Esta é a Igreja que Amamos. Esta é a Igreja fundada por Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, colocada por Ele sob a Autoridade de Pedro e seus sucessores.

PARA CITAR ESTE ARTIGO:


 Comissão aprova inclusão da disciplina ‘Cidadania Moral e Ética’ no currículo escolar  11/2012 Tradição em Foco com Roma.




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