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Filme Atividade Paranormal e a articulação demoníaca


Ontem assisti no canal Space um filme de terror - Atividade Paranormal - que me fez refletir em alguns aspectos, o primeiro deles foi o ceticismo do casal em questão que em momento algum recorreu a Cristo, não rezavam, e não havia NENHUM símbolo católico na residência. Parece que só entendendo pela ficção a ação de Satánas e seus demônios no mundo. 
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Quanto a filmes de terror em geral, não se pode classificar tal gênero como intrinsecamente mau. A questão é que a maioria de filmes deste gênero tem se tornado uma apelação mórbida e bizarra, que glorifica a violência e busca o atrativo do público pela criatividade em requintes de crueldade, como a franqua Jogos Mortais e outros do gênero. Evidente que filmes assim podem não ser recomendados e representam um profundo risco de perturbação à alma. Mas pode-se, em outros filmes, usar os mesmos elementos com uma intenção totalmente contrária: denunciar e explorar a maldade humana (ou a possessão demoníaca) como aquilo que ela realmente é: um mal a ser temido e evitado. Um filme que alcança relativamente esse propósito é O Silêncio dos Inocentes, embora haja também a presença de um certo apelo pelo bizarro, mas é contrabalançado pelo bom roteiro.

 
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Até há pouco eu também não acreditava que o diabo não existia, mesmo que toda a crença cristã e católica me provasse o contrário -- o demônio sendo citado na Bíblia de forma nada figurativa, como sugeriram alguns; a existência dos anjos, na qual sempre acreditei (que infere a existência do demônio, anjo caído); o a existência do mal acima da compreensão humana, que não pode ser atribuído a um distúrbio psicológico (o que só reduz o problema).

Só consegui entender a existência do demônio depois que entendi o surgimento da consciência humana descrita no Gênesis. O ser humano é naturalmente bom, volta-se para Deus por natureza, mas descobriu a possibilidade de não seguir a Deus, isto é, teve o conhecimento do mal. Não inventou o mal, não o tirou de dentro de si, mas descobriu que tem o poder de escolha e pode escolher não-Deus. O inimigo, já caído, é quem poderia ter revelado essa escolha, e quem escolheu foram o homem e a mulher. Ninguém pode usar o demônio como desculpa para pecar, mas não há relação lógica alguma para, a partir daí, afirmar que o demônio não existe.

Com tudo isso -- a Escritura, a Tradição, a lógica, a razão e a fé -- a existência do demônio é uma verdade de fé e, como qualquer outra (Deus Criador, anjos, natureza humana e divina de Cristo, etc.) é definidora para se abraçar a fé católica. Não significa que ninguém possa ter suas dúvidas, mas que deve-se fazer o máximo para saná-las.

Cito o IV Concílio de Latrão, de novembro de 1215 que
no campo dogmático, propôs oficialmente uma profissão de Fé, aprovada pelo Papa, na qual são professadas as verdades fundamentais, tendo em vista os erros da época (COLLANTES, Justo; A Fé Católica; 2003):
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.Cremos firmemente e confessamos que um só é o verdadeiro Deus, eterno, imenso e imutável, infinito, onipotente e inefável, Pai e Filho e Espírito Santo: [...] Com Seu poder onipotente criou do nada, simultaneamente desde o início do tempo, uma e outra ordem de criaturas: a espiritual e a material, isto é, os anjos e o mundo, e depois o homem, como partícipe de uma e outra ordem, composto de alma e corpo. O diabo e os outros demônios foram, de fato, criados por Deus bons por natureza; mas, por si mesmos, se tornaram maus. O homem realmente pecou, por instigação do demônio. (Cap. I - Sobre a Fé Católica; FC 6.060; DS 800)



Agora repito um parágrado do Catecismo:
 

Neste pedido, o Mal não é uma abstração, mas designa uma pessoa, Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus. O diabo (diabolos) é aquele que se atira no meio do plano de Deus e de sua 'obra de salvação realizada em Cristo (CIC 2851)

Não só Satanás como todos os outros demônios existentes eram anjos.

Deus criou bons, por natureza, a todos os espíritos e os fez seus filhos, pela graça. Mas, capitaneados por Lúcifer, muitos deles se rebelaram e disseram:
Não queremos servir a Deus. Os anjos foram fiéis a Deus, dizendo Queremos servir a Deus. O chefe dos Anjos fiéis era São Miguel. Realizou-se uma batalha no céu e venceram os anjos fiéis. Os espíritos rebeldes, ou demônios, junto com Lúcifer foram condenados eternamente ao inferno porque desobedeceram a Deus e pecaram gravemente.

O homem é um ser constituído de corpo material e forma espiritual. Os anjos são formas puras ou puros espíritos por natureza. A alma separada é também um espírito, mas de natureza diferente de qualquer dos anjos, pois sua condição natural é estar unida ao corpo e não separada dele, podendo subsistir, no entanto, separada do corpo.
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Depois da morte e antes da ressurreição, a rigor, não existe o homem, mas a alma separada. Após a ressurreição, torna a existir aquele homem, pela união de sua alma com o seu corpo. 

As almas separadas não têm a mesma natureza que um anjo; são de natureza diferente. Foram criadas enquanto formas de um corpo, portanto, não me parece verdadeiro que tenham qualquer poder de mover objetos ou corpos que não sejam o seu próprio. Prova o fato de que o movimento que a alma imprime no corpo pela vida vegetativa ou pela vontade é todo dependente da disposição e constituição do próprio corpo. Já o anjo move os corpos segundo sua livre vontade, sem estarem dependentes de qualquer forma acidental. 

Também a possessão demoníaca não significa que o anjo mova o corpo como sua forma. Isso é impossível, mas como uma força externa ao homem, exatamente como quando um indivíduo grande pega um pequeno e levanta do solo

Se o demônio se distingue pela espécie, e nem Deus, nem os anjos, usam da linguagem, porque não precisam, por que um demônio precisaria de um nome proferível em linguagem humana?

Santo Tomás ensina que a língua dos anjos não é, de fato, língua dos anjos, mas a língua de homens com o ofício de anjos.

A experiência dos exorcistas às vezes parece conflituar com o que a teologia ensina, e há até coisas indefensáveis. Na Summa Daemoniaca do Pe. J. A. Fortea há uma tese desse autor, de que poderiam haver almas perdidas, que não são nem bem-aventuradas, nem condenadas, e relata um exorcismo realizado de uma dessas almas. Ora, eu penso que defender que há almas perdidas chega a ser uma heresia. O Papa Bento XII definiu o estado imediato dos justos e dos ímpios depois da morte. 

As possessões atualmente são raras, pois os demônios realmente preferem muito mais induzir ao pecado do que possuir. Mas não são inexistentes, e nos casos em que ocorrem de fato, os demônios agradecem a esses colaboradores deles que o negam, ajudando-os a continuar oprimindo a pobre pessoa.

E a Igreja afirma a existência tanto dos demônios quanto de possessão, embora reconhecendo que a possessão é um fenômeno raro, porém existente. Portanto quem o nega é herege.

Ario, Lutero e Boff também são sacerdotes (não eram, são, pois a Ordem imprime caráter), e mesmo assim são hereges.

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O  raciocínio de quem onde está o amor o mal não terá vez se assemelha ao dos amigos de Jó. (Teoria da retribuição). É mais prudente e correta a doutrina católica, que nos ensina que nada acontece no mundo sem que Deus ou queira ou permita, há coisas que Ele não quer, mas permite porque, por meios misteriosos, nem sempre acessíveis à compreensão humana, até do mal Deus sabe tirar bens.

Considere-se o famoso exemplo de Emily Rose, que quando foi possessa ninguém compreendia a razão pela qual Deus permitiu aquilo, mas depois lhe foi revelado: era para alertar a humanidade para a realidade do mal. Com este mesmo objetivo Nossa Senhora mostrou o inferno a 3 crianças em Fátima. Portanto, este ultra-herético papo de "não ecziste" só serve aos interesses dos próprios demônios.

Pensando nos exemplos de Emily Rose, de Jó e de Tobit, podemos compreender que não tem fundamento dizer
faça isso, e com certeza ocorrerá aquilo, pois não conhecemos os desígnios de Deus. Os caminhos e os pensamentos de Deus estão tão acima dos nossos quanto o Céu está acima da Terra (Is 55).

Se formos fiéis a Deus, com certeza o mal não triunfará; mas certas perturbações é possível que ele traga sim, pelas razões misteriosas acima mencionadas. 

Quantos aos castigos de Deus

São males que Deus não envia diretamente, apenas permite que ocorram. Quando a Bíblia diz, em certos versículos, que de Deus procedem males, isso é uma figura de linguagem, um jeito de falar. Igual quando nós dizemos que determinado santo fez determinado milagre, é um jeito de falar que significa que o santo obteve a graça de Deus, por intercessão.
 
Deus nunca castiga com objetivo de vingar-Se, mas sim com o objetivo de corrigir. Basta ler Hebreus 12, onde isso está bem claro. Ou, como diz Santo Afonso de Ligório, Deus castiga neste mundo porque não quer castigar no outro. O castigo neste mundo até pode ser justiça, mas é muito mais misericórdia e estímulo à conversão. Já no outro mundo, aí é só justiça. A ira de Deus é santa, ao contrário da do homem, que é pecado capital.

Demônios atendem por nome?

Tem um livro do Pe. Francesco Bamonte - Possessões diabólicas e exorcismo, que cita sobre a questão:

O Rituale Romanum dá ao exorcista a faculdade de constranger o demônio a responder a respeito das perguntas úteis para a libertação da pessoa, tais como seu nome, ou os nomes dos outros espíritos presentes, quando entrou ou quando entraram naquela pessoa, a causa da possessão e outras questões semelhantes (Caput 1. De exorcizandis obsessis a demonio n.15)

O Rituale, além do mais, dá ao exorcista faculdade de impor ao demônio que  diga se entrou naquele corpo depois da magia ou por sinais maléficos, (...) Com o comando da Igreja, feito em obediência à Igreja por parte do exorcista, o demônio é, por sua vez, constrangido a obedecer e dizer a verdade.

Do livro O Diabo do Pe. Corrado Balducci:

Para respondermos a esta questão é necessário fazer uma distinção entre nomes genéricos e nomes específicos.

Nomes genéricos indicam as caracterísiticas que são comuns a uma categoria ou a um grupo em particular, enquanto nome específicos referem-se a um indivíduo e possibilita a distinção entre um indivíduo e outro.

A respeito de nomes específicos , não há razão para darmos  nomes para demônios individualmente do esmo modo que damos nomes aos seres humanos para distinguirmos uns dos outros. 
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Todos os anjos, bons e maus, estão num mundo espiritual, que é inteiramente diferente do nosso.

Nos já descrevemos o princípio da individualidade entre os  espíritos e o único tipo de hierarquia existente entre eles; Em adição, devemos notar que o seu conhecimento não é resultado do esforço e métodos limitados usados pelos seres humanos; seu conhecimento é intuitivo, não limitado pelo tempo e pelo espaço ou outros obstáculos. Por estes motivos não há razão para anjos diferentes terem nomes.

Nomes são uteis para nós e, teoricamente, os demônios  poderiam identificar-se a si mesmos por nomes a fim de se comunicarem conosco, mas qual garantia teríamos da verdade se os demônios são mentirosos ? De modo diferente dos nomes dados a seres humanos, o nome de um demônio teria de designar algum aspecto de seu poder diabólico, de sua atividade ou algo pertecente à sua própria natureza diabólica

Nós, obviamente, podemos dar nomes a um demônio individualmente, contudo encontramos pouca evidência disto nas Sagradas Escrituras. (...) A questão dos nomes genéricos para os espíritos é um assunto completamente diferente. São nomes para designar a atividade maligna do demônio ou algum aspecto da mesma. 

Estes são os nomes que podemos  aplicar ao mundo dos demônios.

Mas nesse caso foram os homens quem deram nome ao demônio, de acordo com sua língua e costume, tipo Baal, Astarte, que são nomes de divindades pagãs. Não indica que todo demônio tenha, por criação ou por desígnio divino, um nome, pois não precisa. 

Exorcismos em seitas protestantes

Se aparecer numa reunião protestante uma pessoa de fato possuída, duas coisas podem acontecer:

- Pode acontecer o mesmo que lemos em At 19,13-16.

- Ou, devido à ignorância invencível (cf. Lc 23,34), pode ser que Deus liberte mesmo a pessoa possuída, devido à Sua misericórdia. Isso seria uma ação extraordinária de Deus. Ele ensina, através da Igreja, o caminho ordinário pelo qual Ele deseja expulsar os demônios (normas acima postadas); mas pela Sua infinita misericórdia, especialmente pelos que estão em ignorância invencível, os que
não sabem o que fazem, Ele é totalmente livre para agir de formas extraordinárias. 

Com charlatães, o mais provável é que aconteça o mesmo que no relato de At 19, acima mencionado, o que seria um mal vindo para bem, como lemos na Sagrada Escritura: ... encheu-os de temor e engrandeceram o nome do Senhor Jesus (versículo 17).

Sucede que Deus, e somente Ele, sabe extrair o bem até do mal, e é exclusivamente por isso que Ele por vezes permite que determinado mal ocorra. 

mundus totus in maligno positus est - 1 Jo 5, 19

O Pe. Amorth nos recordou em entrevista à H2O News as palavras de Paulo VI:
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.Atualmente, quais são as maiores necessidades da Igreja?
Não deveis considerar a nossa resposta simplista, ou até supersticiosa e irreal: uma das maiores necessidades é a defesa daquele mal, a que chamamos Demônio.


Ele é o inimigo número um, o tentador por excelência. Sabemos, portanto, que este ser mesquinho, perturbador, existe realmente e que ainda atua com astúcia traiçoeira; é o inimigo oculto que semeia erros e desgraças na história humana.

é o insidiador sofista do equilibrio moral do homem
  
Ele é o pérfido e astuto encantador, que sabe insinuar-se em nós através dos sentidos, da fantasia, da concupiscência, da lógica utópica, ou de desordenados contatos sociais na realização de nossa obra, para introduzir neles desvios, tão nocivos quanto, na aparência, conformes às nossas estruturas físicas ou psíquicas, ou às nossas profundas aspirações instintivas
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Este capítulo, relativo ao Demônio e ao influxo que ele pode exercer sobre cada pessoa, assim como sobre comunidades, sobre inteiras sociedades, ou sobre acontecimentos, é um capítulo muito importante da doutrina católica, que deve ser estudado novamente, dado que hoje o é pouco.

Não quer dizer que todo o pecado seja devido diretamente à ação diabólica (o que em momento algum disse o contrário o Pe. Amorth); mas também é verdade que aquele que não vigia, com certo rigor moral, a si mesmo (cf. Mt 12,45; Ef 6,11), se expõe ao influxo do "mysterium iniquitatis", ao qual São Paulo se refere (2 Ts 2,3-12) e que torna problemática a alternativa da nossa salvação.

Há sinais da presença da ação diabólica e quais são eles? Quais são os meios de defesa contra um perigo tão traiçoeiro? ...

A resposta à primeira pergunta, requer muito cuidado(tal qual exposto felizmente pelos irmãos acima) embora os sinais do Maligno às vezes pareçam tornar-se evidentes(como no exposto pelo Pe Amorth). Podemos admitir a sua atuação sinistra onde a negação de Deus se torna radical, sutil ou absurda; onde o engano se revela hipócrita, contra a evidência da verdade; onde o amor é anulado por um egoísmo frio e cruel; onde o nome de Cristo é empregado com ódio consciente e rebelde (cf. 1 Cor 16,22; 12,3); onde o espírito do Evangelho é falsificado e desmentido; onde o desespero se manifesta como a última palavra etc.

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Mas é um diagnóstico demasiado amplo e difícil, que agora não ousamos aprofundar nem autenticar; que não é desprovido de dramático interesse para todos, e ao qual até a literatura moderna dedicou páginas famosas. O problema do mal continua a ser um dos maiores e permanentes problemas para o espírito humano, até depois da resposta vitoriosa que Jesus Cristo dá a respeito dele.

Sabemos - escreve o evangelista São João - que todo aquele que foi gerado por DEUS guarda-o, e o Maligno não o toca" (1 Jo 5,19).

Poderemos dizer que tudo aquilo que nos defende do pecado nos protege, por isso mesmo, contra o inimigo invisível. A graça é a defesa decisiva. A inocência assume um aspecto de fortaleza. E, depois, todos devem recordar o que a pedagogia apostólica simbolizou na armadura de um soldado, ou seja, as virtudes que podem tornar o cristão invulnerável (cf. Rm 13,13; Ef 6,11-14-17; 1Ts 5,8). O cristão deve ser militante; deve ser vigilante e forte (1 Pd 5,8); e algumas vezes, deve recorrer a algum exercício ascético especial, para afastar determinadas invasões diabólicas; Jesus ensina-o, indicando o remédio "na oração e no jejum" (Mc 9,29). E o apóstolo indica a linha mestra que se deve seguir: "Não te deixes vencer pelo mal; vence o mal com o bem" (Rm 12,21; Mt 13,29)

Conscientes, portanto, das presentes adversidades em que hoje se encontram as almas, a Igreja e o mundo, procuraremos dar sentido e eficácia à usual invocação da nossa oração principal: "Pai nosso... livrai-nos do mal".
 
Contribua para isso a nossa Bênção apostólica.

Estas foram algumas palavras de Paulo VI em:

A EXISTÊNCIA DO DIABO

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Audiência do Papa Paulo VI do dia 15 de novembro de 1972

Não só podemos como devemos orar constatemente para Deus nos guardar de todo mal. É o que o Papa disse, quando ainda era Cardeal prefeito da Congregação para Doutrina da Fé, naquele documento com normas a respeito disso. No final, ele frisou que as normas não devem desencorajar a oração de libertação.
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Outra coisa que é importante lembrar: a oração de libertação também é conhecida como exorcismo menor, diferenciando-se do exorcismo solene. Este último é proferido sobre uma pessoa possuída, e interpela(m)-se o(s) demônio(s) em nome de Deus, e da Santíssima Virgem, etc, tudo conforme ritual da Igreja, só pode ser feito por Sacerdote exorcista, e após a constatação de que o problema de fato é possessão. Já o "exorcismo menor" consiste exatamente em rezar pela libertação, e tem até algumas fórmulas, como a oração a São Miguel, a Augusta Rainha, e várias outras semelhantes, muito boas.

Referências:
 
(Cf. S. Th., Ia, q.52, a.3, ad.3). 

  

Livro "O diabo e o exorcismo", Autor Frei Elias Vella , Editora Palavra e Prece, 2004, SP.

Livro "O diabo, vivo e atuante no mundo", Autor Monsenhor Corrado Balducci SJ, MIR Editora , 2ª Edição, 2005, SP.
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PARA CITAR ESTE ARTIGO:

Filme Atividade Paranormal e a articulação demoníaca
David A. Conceição 11/2012 Tradição em Foco com Roma.

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