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Meany Ranheta, a sedevacantista que tem doutorado em teologia


Prezados e caros leitores, recebi um e-mail de um leitor me indicando duas postagens do blog da Meany Ranheta e pediu para fazer um artigo sobre os temas abordados. O corpus dos textos lidos só dão uma conclusão definitiva: profecia, insistência e ignorância.

Meany, tentando de todas formas dar sustento à sua crença, faz um exercício de retorno em encontrar erros nos escritos dos que ela chama de "conservadores". Ou seja, em tudo se discute sobre o Concílio e o Novus Ordo aponta para o sedevacantismo. Nisso ela profetiza que o pequeno grupo de tradôs anti-acordo serão sedevacantistas porque haverá - com bastante ênfase - um futuro Papa que aniquilará a Missa de São Pio V e as Comunidades Ecclesiae Dei. É em suposições, ilusões e mentiras que ela se fortalece uma vez que não recebe os sacramentos.

Mesmo sabendo que os "conservadores" estão em crescimento pelo mundo são firmes no amor por Bento e pela Tradição pela continuidade e que não nenhum aderiu as fantasias demoníacas da sua crença, ela insiste em fazer ativismo ainda ciente que sua posição está mais que saturada pelo alcance infinito desta página.

Talvez o leitor se pergunte: "Mas por que a Meany não anuncia o Evangelho aos seus familiares, amigos, colegas de trabalho etc e só fica na demência da vacância?" Simples. Além de serem dopados para esse fim não há como conciliar a fé católica com o sedevacantismo. Ou você salva almas do mundo ou você tenta inutilmente doutrinar os outros para a seita vacante. Quando um mosteiro sedevacantista reconheceu Bento XVI regularizou-se canonicamente, houve algum demônio que disse que isso aconteceu porque os monges se preocupavam demais com orações e apostolado e estavam se esquecendo do ativismo sedevacante. 

Aqui no Brasil tivemos migrações apóstatas do sedevacantismo para uma seita neo-judaica, humanismo panteísta naturalista e budismo. Mas eles não tem o mínimo interesse em salvá-los ou trazê-los de volta. Eles querem é fazer valer a vontade de Tchuc - o bispo sede que sagrou até satanista - anunciando ao mundo que a Sé está vacante. Um senhor representante deles no Brasil, nunca conseguiu sequer trazer para crença sua esposa e família.

E para fechar a síntese, Meany se escandaliza porque o Romano Pontífice utilizou o termo "Sua Santidade" para  se referir ao Patriarca eleito da Igreja Copta.   

O motivo que me leva a escrever esse artigo não é o desejo de refutar o sedevacantismo ou fazer ataques pessoais, como normalmente os seus adeptos interpretam uma obra dessa natureza; mas abrir os olhos dos que não possuem uma fé firme podendo balançar com a falsidade da crença vacante, ajudar os que já foram "fisgados" a se libertarem e dar àqueles que já possuem um autêntico amor pela Tradição subsídios importantes para a obra da restauração da Igreja que cada um pode fazer contribuindo com sua parte; pois apenas queixar-se pela internet não é via de resultados satisfatórios. "Não combater o erro é corroborar com ele. Não defender a verdade é suprimí-la." (Papa São Félix)



A mentiras sedevacantistas prometem que tudo é possível sem a Missa e os sacramentos: vida eterna mesmo em pecado mortal, familia de oração, saúde espiritual intacta, abundância de graças materiais, ascece, evolução à divindade, etc.  Não existe nenhum tipo de certeza de salvação ou de se estar em estado de graça, exceto por revelação, jamais justificado pelo estado de necessidade ou que "estamos sem clero". Há apenas um conhecimento imperfeito, conjectural, baseado em indícios, como o testemunho da próprio consciência, de se estar em estado de graça. S. Th., IaIIae, q.112, a.5. É a eterna tentativa humana em ser como Deus, o que levou nossos primeiros pais a serem expulsos do paraíso. Podemos afirmar que doutrina demoníaca do sedevacantismo se resume na tentativa para voltar ao paraíso pelos seus próprios caminhos.



Pessoas que já tiveram contato com esses ativistas ao saírem desse meio precisaram até de tratamentos com psicólogos até longos períodos de convalescência para que voltem à sua normalidade. Cabe a todos nós propagar os seus erros que se escondem atrás de um aparente amor a Igreja Católica para que as almas não caiam no encantamento de suas filosofias. 



Todo e qualquer leigo, pelos dons que lhe foram concedidos, é ao mesmo tempo testemunha e instrumento vivo da missão da própria Igreja, «segundo a medida concedida por Cristo» (Ef. 4,7). [...] Segundo o grau de ciência, competência e autoridade que possuam, têm o direito, e por vezes mesmo o dever, de expor o seu parecer sobre os assuntos que dizem respeito ao bem da Igreja (LG 33. 37).


Constraste da doutrina sedevacantista e da doutrina católica sobre a salvação




"quem pensa estar de pé veja que não caia" (1 Cor 10,12) 

A perda da graça da justificação tem como conseqüência a perda de todos os merecimentos anteriores. As boas obras ficam letargiadas ("opera mortificata"). Mas, segundo sentença geral dos teólogos, revivem quando se restaura o estado de justificação ("opera vivificata").

O batismo deixa uma marca indelével, sendo que, no mesmo, são infusas a fé, a esperança e a caridade, as três virtudes, dentre as quais a maior é a caridade. A caridade informa a fé e mantém a graça santificante, de sorte que pecar contra a caridade faz perder a graça santificante. O indivíduo nesse estado não perde a fé, nem deixa de ser membro da Igreja, mas a sua fé é uma fé morta, porque não é informada pela caridade. Cristo disse que é um ramo desligado da videira, e que não dá mais frutos.

Justificação é a passagem do pecado para a graça (hábito). O pecado original é uma espécie de hábito. O hábito se distingue do ato, por isso, há os pecados que são atuais e há o pecado original. O batismo é o sacramento pelo qual se recebe a graça santificante e as virtudes e se entra na amizade com Deus. Essa é a justificação ou justificação primeira. 

Santificação é o aumento da caridade e do mérito recebido por meio desta. É também justificação, mas "justificação segunda", pois o Concílio de Trento diz: "são justificados ainda mais" (Cap. 10, do Decreto sobre a justificação). 

Salvação pode ser sinônimo tanto de justificação quanto de bem-aventurança. No primeiro caso, é a passagem do pecado para a graça, e no segundo é a passagem da graça para a glória. 

O sentido de "salvação" na teologia católica, normalmente, é o de adentrar à glória e não à graça, e assim me confirmado por D. Estevão. Apenas numa tradução do Concílio de Trento disponível no antigo site Agnus Dei se usava "salvação" no lugar de justificação

A analogia entre a primeira passagem e a segunda na forma como aqui descrita é imperfeita, pois foi comparado o pecado e a graça com a graça e a glória, e deveria ser a natureza e a graça. A graça pressupõe a natureza e não a destrói; pelo contrário, a aperfeiçoa, assim como a glória pressupõe a graça e a aperfeiçoa. O correto seria dizer: no primeiro caso, é a passagem da natureza à graça e, no segundo, da graça à glória.

Os graus de certeza de uma doutrina são:

Verdades reveladas imediatamente - são de fé divina (quando se apóia na autoridade mesma de Deus revelador), de fé católica (quando a Igreja proclama que tal doutrina está contida na Revelação, logo se apóia também no magistério infalível da Igreja) ou de fé definida (proposta por meio de uma definição solene do Papa ou de um concílio universal).

Verdades católicas ou doutrinas eclesiásticas - são infalíveis assim como os dogmas propriamente ditos, todavia, não se apóiam na revelação imediatamente, mas apenas na autoridade da Igreja sobre as quais tem falado de forma definitiva (fé eclesiástica) 

Sentença próxima à fé - é uma doutrina considerada por quase todos os teólogos como de fé, ou seja, como verdade revelada. 

Sentença teologicamente certa ou pertencente a fé - é também uma verdade infalível, embora sobre a qual não há manifestação alguma do magistério eclesiástico, pois sua veracidade se apóia na conexão íntima que possui com a verdade revelada. Nessa categoria se enquadram os “fatos dogmáticos”. 

Sentença comum - é uma doutrina que, ainda que caia dentro do campo da livre discussão, é sustentada geralmente por todos os teólogos. Exemplo: o limbo foi durante muito tempo sentença comum. 

Sentença provável - são as opiniões teológicas, embora devam ser bem fundamentadas, Um exemplo de sentença provável é que o justificado pode merecer de côngruo a própria reconciliação, quando, depois de uma futura queda, Deus lhe restaurar a graça da justificação. 

As verdades católicas ou doutrinas eclesiásticas (fides ecclesiastica) dividem-se em:

Conclusões teológicas: deduzidas de duas premissas, sendo uma delas de fé e a outra de razão. São consideradas verdades reveladas mediata ou virtualmente. 

Fatos dogmáticos: fatos históricos que não foram revelados, mas estão em conexão íntima com a verdade revelada. 

Verdades de razão: não foram reveladas, mas também estão em relação íntima com a verdade revelada. Constituem o fundamento natural da fé (exemplo: conhecimento do suprassensível, possibilidade de conhecer a Deus, espiritualidade da alma, liberdade da vontade) ou os conceitos filosóficos com os quais se expõe o dogma (substância, pessoa, transubstanciação). 

Todas as verdades católicas são infalíveis, pois de fé eclesiástica. 

A Igreja comemora os Santos Inocentes. E, de acordo com Ludwig Ott, é sentença próxima à fé que os batismos de desejo e de sangue podem substituir, em caso de necessidade, o batismo de água, embora não sejam verdadeiros sacramentos, nem incorporem à Igreja.

Não se pode duvidar da sentença acima, pois por sua negação, houve a Carta do Santo Ofício ao Arcebispo de Boston acerca das heresias do St. Benedict’s Center e do Boston College. A realidade do batismos de sangue e de desejo é confirmada pela Sagrada Escritura – pois São Dimas não pode ter sido batizado na cruz –, na tradição e na liturgia, e pelo Magistério Ordinário da Igreja. 

Apesar do Pe. Feeney ter se reconciliado com a Igreja, sem nunca ter se retratado de suas idéias (provavelmente, Paulo VI julgou que ele estava em ignorância invencível, rsrs), sua tese é errada, como comprovou o Santo Ofício em 1949.

Assim sendo, há feeneyistas reconciliados com Roma, e feeneyistas que acusam os Papas, não só os pós-conciliares, mas até S. Pio X, de heresia! 

Sites sedevacantistas divulgam esses horrores teológicos, dizendo que as crianças que morrem sem o batismo sofrem a pena do fogo eterno, etc. Este aqui chega a ter ligações nazistas:


A questão do termo "papa" no patriarcado oriental

Pedro uniu o primado que Cristo lhe concedera à função de bispo de Roma. As duas funções estão agora tão unidas que é impossível ser sucessor de Pedro como Pastor supremo da Igreja sem ser bispo de Roma (mesmo que Roma um dia venha a desaparecer). Agora, o Patriarcado do Ocidente é uma estrutura eclesiástica criada em tempo posterior, pela disciplina dos concílios (parece que surgiu no Concílio de Niceia), e que não é necessária ao Primado.


Pedro uniu o Primado ao episcopado romano pela sua morte enquanto bispo de Roma, lembrando que Pedro também ocupou a cátedra de Antioquia, antes de ocupar a cátedra de Roma. Antigamente, havia duas festas na liturgia da Igreja: uma da cátedra de Antioquia e outra da cátedra de Roma.


Regem dúvidas sobre os cismáticos dizendo que seus Patriarcados foram fundados por Apóstolos, mas seus Patriarcas são usurpadores.


Os Apóstolos não fundaram os Patriarcados, mas, tampouco, na origem, esse esquema de hierarquia seria usurpador, e sim algo que foi instituído depois, nos primeiros concílios, e vinculado à disciplina e não à doutrina (ao contrário do Primado romano). Assim, as sés de alguns Apóstolos tornaram-se, então, sedes dos Patriarcados.


Eles não estão ligados à potestade de jurisdição do Papa.

Os verdadeiros sucessores dos Apóstolos são os chefes das Igrejas particulares sui juris.


Há origens de versões do patriarcado antes de Cristo. Mas, que eu saiba, a versão mais próxima da atual veio quando o Imperador Justiniano deu ao Papado o que ficou conhecido como o Patriarcado do Oeste. Na verdade, o Patriarcado de Roma, que era composto por quase toda a Europa. 


O privilégio das sés patriarcais foi dado já no Concílio de Niceia:

"O bispo de Alexandria terá jurisdição sobre o Egito, Líbia e Pentápolis; assim como o bispo Romano sobre o que está sujeito a Roma. Assim, também, o bispo de Antioquia e os outros, sobre o que está sob sua jurisdição." (cân. 6)

De qualquer forma, o Patriarcado tem mais de um significado. O Patriarcado do Oeste foi um título usado não-oficialmente antes, e oficialmente séculos depois. Foi retirado no Papado de Bento XVI. Mas acho que tem pouco a ver com uma ordem dele ou não.

O Patriarca não é nomeado diretamente pelo Santo Padre. Em caso de vacância da Sé Patriarcal, o Santo Sínodo se reúne e elege o novo Patriarca cujo nome é submetido à aprovação do Romano Pontífice. Em caso de aprovação o Santo Padre concede ao eleito a " ecclesiastica communio " e este passa a ser o novo Patriarca que dependendo do Rito específico é coroado ou entronizado. Os novos Eparcas também são escolhidos pelo Santo Sínodo e nomeados pelo Patriarca que submete o eleito à aprovação do Sínodo e o Romano Pontífice concede a " assensio".

Na nota da "Lumen gentium" se diz que os bispos cismáticos exercem uma jurisdição de fato. Nesse caso, eu entendo que essa jurisdição de fato, nos casos em que prescreve a lei da Igreja, cujo fim é a salvação das almas, é uma jurisdição suprida, como pode ocorrer também na FSSPX. A Igreja, por exemplo, convalida os impedimentos matrimoniais e não exige uma confissão geral dos ortodoxos que retornam à unidade.

Outro ponto interessante é no best seller "Jesus, Mestre de Nazaré" do insigne Aleksandr Mien, sacerdote ortodoxo russo, falecido em 1989, o que demostra sua imparcialidade. Na pág. 177, o autor narra que: 


"...Jesus deu a Simão o nome novo de "Pedra"; ele é a pedra sobre a qual a Igreja se funda. Qualquer valor que se dê a estas palavras e como quer que sejam interpretadas, é difícil duvidar que Cristo tenha confiado ao apóstolo uma missão ímpar. Por isso, Pedro foi reconhecido pela Igreja chefe originário".

Nas notas de rodapé, Mien faz a seguinte observação: 

"Sem dúvida, não é este o lugar para debater a questão do "primado" de Pedro; salientamos apenas que justamente neste sentido de "primado", muitos Padres da Igreja entendiam o papel do apóstolo. Isidoro Pelusiota chama Pedro de "aquele que detém o primado entre os apóstolos" (A Irone, em Cartas, 142). "O Senhor escolheu Pedro como primeiro guia de seus discípulos" (Epifânio, Panarione, 51)...

Assim, percebe-se que a instituição do papado não foi "inventada" somente no séc. III, como ainda alegam os protestantes, pois, já nas primeiras comunidades cristãs, reconhecia-se o primado de Pedro.

Até o padre Mien, que era da Igreja Ortodoxa Russa, reconhece o primado de Pedro, devido a sua grande capacidade de discernimento e estudo aprofundado.


Pode-se, pois, e em alguns casos deve-se, chamar o Patriarca de Constantinopla de "Sua Santidade". E os Patriarcas ortodoxos de Alexandria (seja o copta, seja o grego) de Papa. Por questão de protocolo e respeito que nos guia em um verdadeiro diálogo para conversão.

O termo "uniata" para designar as Igrejas Católicas de Ritos Orientais em plena comunhão com a Santa Sé Apostólica não deve ser utilizado pois é pejorativo, assim como o termo "papista" usado para designar os católicos nos países de tradição evangélica. Tem uma conotação de "traidores", inventado que foi pelos Ortodoxos para criticar os católicos de Ritos Orientais.

O título honorífico "papa" está bem ligado ao Patriarcado de Alexandria, de modo que até o Patriarca Greco-ortodoxo de Alexandria e não só o Copta-ortodoxo de Alexandria é chamado Papa. Esse título é oriundo linguístico primitivo árabe "Pai". Não tem o desígnio do Primado Petrino nem de Chefe Supremo da Igreja Universal como caracteriza o léxico latino romano "papa": PETRUS APOSTOLUS PRINCEPS APOSTOLORUM O Papa Pio XII, que a partir de agora vai ser considerado herege e deixar de ser Papa pela Meany, usou a mesma nomenclatura quando nomeou Marcoa Khouzam pelo Patriarcado Copta em 1947: 


(...) Sob a Autoridade Suprema do Romano Pontífice com o auxílio e em comunhão com seus Santos Sínodos, recebe a missão do pastoreio dessas almas de tradição e litúrgica copta-católica e sede para elas o Papa da verdade, coragem e do apostolado. (...) TYERREHenry . L'Eglise d'Orient et de ses variations Editora Boulangerie


Alguns confundem respeito humano com respeito pelo ser humano. O respeito humano é um vício, é uma proteção, com base no politicamente correto, para que não façamos o correto, é um medo de expor a verdade diante dos homens. Nada a ver com tratar determinados Patriarcas por "Sua Santidade". Aqui se trata de um respeito pelo ser humano que é e de uma norma de protocolo. Se os ortodoxos o chamam assim, é natural que, em conversas com eles e sobre eles, tenhamos essa consideração. Seria respeito humano se negássemos que um ortodoxo cismático, por exemplo.



Aliás Deus de fato opera o maior de todos os milagres no erro ortodoxo, e a nossa Santa Igreja Una, Santa, Católica, Apostólica e Romana no-lo confirma, uma vez que reconhece a validade dos Sacramentos celebrados nas igrejas cismáticas. Quer milagre maior do que a Transubstanciação?

Daí a querer entender os motivos, os "porquês", pelos quais Deus faz ou deixa de fazer isso ou aquilo, devemos nos lembrar do que Ele mesmo disse a Jó: Quem é aquele que obscurece assim a Providência com discursos sem inteligência? Cinge os teus rins como um homem, vou interrogar-te e tu Me responderás. Onde estavas quando lancei os fundamentos da Terra? Fala, se estiveres informado disso. (Jó 38,2-4)

Sabemos que é necessário para a salvação a adesão à Igreja, que é o reconhecimento de todos os dogmas ou verdades de fé. Um ortodoxo que sabendo que Cristo fundou uma só Igreja e a entregou ao pastoreio de Pedro e seus sucessores, não pode encontrar a salvação a não ser que se converta e volte ao seio da Igreja.

Aliás, o mundo inteiro pode se salvar, Cristo remiu a todos, mas todos precisam aderir a Ele a Sua Igreja.


Eu particularmente olho com grande amor para a Igreja Católica de rito Copta, no Egito, por várias razões:

Considerando o que diz a palavra de Deus a respeito do Egito, principalmente Isaías 19,18-24.

E também por eu ser devoto de Santa Catarina de Alexandria por cuja intercessão já recebi grandes graças em meus estudos (para quem não sabe, ela é a padroeira dos estudantes e dos filósofos, pois conseguiu a conversão de dezenas de filósofos pagãos com os quais debateu).

Por intercessão de Santa Catarina, que Deus abençoe e ilumine o povo egípcio e que tenhamos quanto antes a alegria de ver realizada a profecia de Isaías acima transcrita, quando Deus dirá, conforme Isaías, "bendito seja o Meu povo do Egito"!


Referências:


Manual de teologia dogmática, Ludwig Ott


Marcos de Santa Teresa: Compêndio Moral Salmanticense

Codex Ecclesiarum Orientalium, Código de Direito Canônico dos Orientais promulgado pelo Beato João Paulo II

Pequena explicação sobre o sacrifício, baseada em obra do Pe. Emanuel (um espiritual francês do século XIX).

Diadoco de Fótice, Cien Capítulos, 77, ed. Ciudad Nueva

A Próxima Cristandade (Philip Jenkins, Ed. Record)

Pe. Frederick William Faber. The Precious Blood, or: the Price of Our Salvation (O Preciosíssimo Sangue, ou: o Preço da Nossa Salvação), 1860, p. 316.

John L. McKenzie S. J., Dicionário Bíblico, São Paulo, Paulinas, 4ª ed., 1983, pp. 2 e 133

A Vida que começa com a morte. D. Estevão Bettencourt O.S.B. Livraria Agir Editora, 3º edição, 1963.

Demonstração Popular da Verdadeira Religião
. Frei Affonso Maria ord. carm. Imprensa Industrial, Recife, 1935.

O Mistério dos Sacramentos
, do Pe. Dr. Mons. Teixeira Leite Penido, Vozes, 1954.


Segundo, TANQUEREY, Adolph: A Vida Espiritual Explicada e Comentada. Anápolis: Aliança Missionária Eucarística Mariana, 2007. pgs. 403-434


PARA CITAR ESTE ARTIGO:


 Meany Ranheta, a sedevacantista que tem doutorado em teologia 11/2012 Tradição em Foco com Roma.




CRÍTICAS E CORREÇÕES SÃO BEM-VINDAS:

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