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Pio XII na concepção sedevacantista

Quo usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra? Quam diu etiam furor iste tuus nos eludet? Quem ad finem sese effrenata iactabit audacia? Nihilne te nocturnum praesidium Palatii, nihil urbis vigiliae, nihil timor populi, nihil concursus bonorum omnium, nihil hic munitissimus habendi senatus locus, nihil horum ora voltusque moverunt? Patere tua consilia non sentis? Constrictam iam horum omnium scientia teneri coniurationem tuam non vides? Quid proxima, quid superiore nocte egeris, ubi fueris, quos convocaveris, quid consilii ceperis, quem nostrum ignorare arbitraris? 

Essa é a oratio prima de Cicero que usou de seu talento orador para incriminar Catilina cujas intenções era de destruir Roma. Ele impressionou o Senado por dois fatores principais: dispensou protocolo de apresentação e o teor de violência contra os atos e intenções do acusado. Cicero não apontou nada de pessoal da vida do acusado, apenas focou nos argumentos e com a força deles conseguiu a condenação de Catilina. O exemplo desse ilustre orador romano até hoje é ensinado nos cursos de direito.

Mas nem todos aprendem com esse clássico romano. O desespero pela perda dos argumentos faz com que o debatedor queira atingir com fúria seu oponente como se dessa forma o triunfo da discussão fosse certo.

Tivemos uma leitora que após ler o último artigo que bateu o record de visualizações sobre este tema,[40 mil] sobre sua crença fictícia despojou nos comentários - que não está visualizado mas arquivado no sistema disqus do blog - vários adjetivos ofensivos "intragável", "detestável", "desprezível" entre centenas no seu micro-blog contra o autor do texto que consultado juridicamente sobre a ação consta como crime de ofensa moral pela internet que sendo processada pode sofrer 1 ano e meio de detenção, multa e retração pública. TJMG, 12ª CC – APELAÇÃO CÍVEL Nº 1.0091.08.011925-7/001. Rel. Des. Alvimar de Ávila. Publ. 26.04.2010, citado em Direito & Internet, p. 146.

Por isso orientamos aos nossos leitores que sempre quando iniciarem um debate principalmente se for de cunho apologético, rezem antes pelo oponente e que suas palavras sejam as de Cristo para ganhar aquela alma. Corrigir os que erram é obra de misericórdia espiritual. (Catecismo de S. Pio X. Capítulo IV.)


É claro que não iremos processar ninguém porque a nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas sim, contra os principados, as potestades e os príncipes das trevas deste século (Efésios 6,12). Tanto que em nenhum artigo desse site ninguém encontrará nomes nem perfis reais dos que professam a crença da vacância.
Por isso, levando em consideração que esse blog  mantém o exercício pleno do princípio assegurado pelo artigo 5º, inciso LV da Constituição Federal: "audiatur et altera pars", que significa “ouça-se também a outra parte”, daremos continuidade no combate das doutrinas sedevacantistas. ( Entenderam bem amigos sedevacantistas? Doutrinas! Nada contra vocês! )

“Se descuidares de corrigir, te tornas pior que aquele que pecou” (apud Santo Tomás. Suma Teológica. Parte II-II, art. 33, a. 2).
Pio XII versus Papas pós conciliares


Num estudo minucioso analisei ponto a ponto a doutrina do “Pio XII último Papa católico”, seja nos escritos de sedevacantistas espanhóis cujo grupo do yahoo faço parte, seja nos textos avulsos que seus propagadores espalham para sustentar essa doutrina. Ao final de todo este trabalho chegamos as seguintes conclusões:

1 - Sem a interpretação da ruptura a todo custo, a doutrina do “Pio XII último Papa católico” não se sustenta;

2 - Para justificar a suposta contradição entre as ações de Pio XII e os Papas pós conciliares toda ação destes últimos são distorcidos, manipulados, retirados de seu contexto e forçados a dizer coisas que eles não dizem.

Todo sedevacantista projeta Pio XII como um super protetor paternal, por terem uma percepção muito sensível dos fatores da crise pós conciliar que os abalam seja no cotidiano social ou metafísico em que eles acabam se apegando ao objeto idealizado por qual se está atraído - a figura de um Papa rígido que solucione a crise com um único decreto - um Papa revestido de material bélico atirando em todo mundo que não fosse católico, que não dialogava nem com não-católicos e nem com não-cristãos e que exigia publicamente a conversão de todos.  É uma projeção mental do que eles queriam que fosse por exemplo Bento XVI. Quando ele chamou de "Papa" o superior da Igreja Copta fora da comunhão de Roma, logo um sede se escandaliza porque supõe que Pio XII jamais faria isso. 

Vejamos:
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Tomo II - Capítulo XXV - A civilização cristã em ameaça de extinção

Hitler fundou o Partido Nazista, conhecido entre os alemães como Nacional-Socialismo (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães - (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei) ; o crescimento do partido foi financiado com dinheiro soviético, a mando de Stálin; os dois fizeram acordos secretos antes da Segunda Guerra; o homem estatizou centenas de empresas; direcionava suas palavras sempre aos "trabalhadores"; queria abolir as "classes sociais"; queria abolir os princípios judaico-cristãos e criar um "cristianismo positivo"; queria promover a reforma agrária e expropriou terrenos particulares, sem indenização, para uso do Estado, et cetera
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A situação judaica na Alemanha também tinha o apelo de Hitler da traição da primeira guerra mundial. De acordo com os nazistas os judeus haviam sabotado a Alemanha no esforço de guerra causando a derrota, além de os caras que encabeçaram a capitulação na I Guerra serem judeus. Hitler explorou essa tenção em sua perseguição doentia pelos judeus.


O ponto máximo de ataque à Cristantade foi a invenção e a disseminação pelo mundo de abominações como o relativismo moral, o comunismo, o multiculturalismo, o sionismo, os direitos humanos, as reparações históricas, o desconstrucionismo dentro outros. E tiveram aliança de regiliões que se moviam interessadas pela extinção do Cristianismo como o Islã.
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Pio XII, constatando que era preciso tomar uma medida de emergência para evitar a islamização em regiões orientais afetadas pelo comunismo conclamou os cristãos a serem tábua de salvação para mudanças no quadro político e social na esfera religiosa para frear o crescimento muçulmano com seu proselitismo ardiloso. Fingem ser dóceis quando chegam em qualquer país ocidental mas depois começam a revindicar seus "direitos", e com o relativismo politicamente correto os que professam a fé no Cristo Salvador trilham um caminho frouxo de combate enquanto a falsa religião se determina. Assim fizeram os descendentes de muçulmanos na França, que não protestavam por causa de desemprego, preconceito, mas sim porque querem impor o Islamismo à cultura ocidental.

E sua carta divulgada pela Nunciatura Apostólica regional, o Papa da esperança é breve em suas colocações:

"O sucessor de São Pedro, cujo ministério foi confiado por Nosso Senhor para o pastoreio do Seu rebanho e para a salvação das almas por esta única via, saúda a todos a quem se destina e chega essa espístola como sinal de unidade do Evangelho vivo, tão ferozmente atacado por aqueles que tem consciência que a Santa Regilião Católica é sua principal barreira para a implantação de seus diabólicos planos de desestruturar a sociedade para que virem sua face contra Aquele a quem vos foi dada a vida (...)

Eis o meu apelo a vós, Veneráveis irmãos no Episcopado católico, (...) Vossas Beatitudes do eclesiástico ortodoxo, Vossas Santidades [Aqui fala do copta em união com Roma e do separado], Vossas Paternidades (...) que reforcem vossos amáveis rebanhos na fidelidade a Cristo e sejam instruídos e sábios contra as ciladas destes detestáveis sistemas ateus (...)

Vos concedo a minha benção apostólica (...)

Para citar esta tradução: 

SCHNÜRER, Gustave. L'Eglise et la civilisation au moyen age. Ed Payot, Paris Tomo II -1942 tradutores David A. Conceição; Simone Cerqueira; Tatiane Marinho; Eduardo Guedes - graduandos Letras UFRJ cursando disciplina Francês I 2012/2
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Quem diria? Pio XII que na concepção sedevacantista teria nojo de todos que estivessem fora dos muros de Roma solicita uma união e abençoa os cismáticos na luta contra a descristianização ocidental. Esse o exemplo de Ecumenismo que deve dar lugar a leitura irenista que os modernistas fazem da Unitatis Redintegratio.

Tá certo! Pio XII utilizou o mesmo termo que Bento e isso pode fechar a questão. Mas Pio XII jamais se encontraria com hereges e cismáticos nem aprovaria nada que não resultasse na conversão da fé católica ao contrário do Padre Ratzinger que não quer que ninguém se converta.


Tiro no pé I - Pio XII e a Rainha Anglicana

Para um católico que ama a Deus e sabe ver nas suas criaturas, a mão dEle, é simples e fácil amar a Monarquia e suas semelhanças. Assim amamos a beleza do Criador, não O vendo diretamente, mas O enxergando num pôr-de-sol, num canto de um sabiá, num perfume agradável ou numa obra humana, que é neta de Deus, como um castelo, uma catedral gótica, ou um diamante lapidado. E falando de obra humana, podemos ver em instituições como a monarquia (em qualquer uma delas), a Mão Divina também. Não ver no rei ou uma rainha uma figura que lembra Deus, é não ver sua misericórdia, suas manifestações e a sua beleza. A Inglaterra foi um dia católica e os seus reis também. O que aquele país tem de bom veio da Igreja, sem dúvida alguma.

A Monarquia Inglesa, quer queiram ou não, é uma instituição cristã, com santos até, como Santo Eduardo, o confessor, que construiu a Abadia de Westminster. Os olhos de um verdadeiro cristão deve olhar para aquele país e tudo o que nele acontece, máxime na mais importante família inglesa, para rezar e pedir a Deus pela conversão de todo um povo para o catolicismo sendo uma via a percorrer para a exaltação da Santa Madre Igreja.
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Oremos para que a Inglaterra inteira volte, o quanto antes, para a verdadeira Igreja, que tem o sucessor de são Pedro, como o verdadeiro representante de Jesus Cristo neste mundo.
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E Bento XVI abre as portas para os convertidos anglicanos pelo Anglicanorum Coetibus e reafirmando o parecer de Leão XIII sobre a invalidade de suas ordens.

"Nestes últimos tempos o Espírito Santo estimulou grupos de anglicanos a pedir várias vezes e insistentemente para serem recebidos, também corporativamente, na plena comunhão católica e esta Sé Apostólica acolheu benevolamente o seu pedido. De facto, o Sucessor de Pedro, que tem do Senhor Jesus o mandato de garantir a unidade do episcopado e de presidir e tutelar a comunhão universal de todas as Igrejas, não pode deixar de predispor os meios para que este santo desejo possa ser realizado." 
 

Tiro no pé II - Pio XII e o Patriarca ortodoxo de Constantinopla

Fazer apologética com os ortodoxos é mais trabalhoso e difícil, reconhecemos. Negociar com 15 denominações ortodoxas separadamente é um problema, pois estes cismáticos estão em cisma não somente em relação a Igreja Católica mas entre eles mesmos.

São autocéfalos, étnicos e nacionalistas no cada um por si. E isto é um grande problema. 
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Salvo engano, os ortodoxos usam o argumento do patriarcado para negar a jurisdição petrina. Como se para eles o governo da Igreja é dividida por igual aos apóstolos.
Na Igreja Católica, a hierarquia dos Patriarcados continuaram, o que muda é realmente o entendimento d’eles. Porque os Patriarcados católicos são autônomos, já entre os cismáticos há os autônomos, mas também há os autocéfalos como eles continuam tratando a questão.

Os bispos ortodoxos receberam o caráter do sacerdócio episcopal, mas não foram imbuídos da autoridade para ensinar, governar e santificar. E são hereges, porque negam e duvidam de doutrinas que foram solenemente definidas, e impostas a eles mesmos, no Concílio de Florença.

Os fiéis mais próximos de uma futura conversão em massa seriam os do Patriarcado de Constantinopla e o Búlgaro.
                                                                                           
Tiro no pé III - Pio XII e as crianças judias 

Existem atualmente menos de 20 milhões de judeus no mundo, e o número vem decrescendo com casamentos mixtos, com abandono das tradições judaicas e do não interesse dos jovens sobre a história e religião.
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A Igreja é de ação evangélica - Bento XVI - não é de berço, não é de herança. Evangelizamos e a alma se converte a Cristo.

Agora imagine a baixa que isso causa no Judaísmo e para a cabeça dos judeus. Um judeu convertido a Cristo é judeu a menos no mundo. Aquela família interromperá a descendência judaica e seus filhos não irão mais a sinagoga, o casamento será com goy  - gentio- e deixará de observar os preceitos.
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O judeu convertido não poderá mais recitar o "Shema", pois Deus não é Uno mas Trino.

Essa é uma das resistências práticas que impedem a conversão dos judeus.

A propósito, Pio XII autoriza o Opus Dei a receber judeus e membros de outras religiões a serem numerários e membros que exigir a conversão à fé católica.

Tiro no pé IV - A conversão do muçulmano

Mohammed é um falso profeta do demônio que a esta hora já deve estar cansado de queimar no mármore do Inferno, assim como todos os seus seguidores conscientes e perseguidores dos cristãos. É simples assim. 
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O Islamismo é religião do demônio, não é de Deus.

A Verdade é única, não pode ser "alterada", "açucarada", "amansada" ou "roseada" ou qualquer coisa do gênero. Não podemos fazer apostolado com os outros levando-os na conversa mole e fiada, mas apenas na Verdade. E a Verdade, nua e crua, pode ser chocante para alguns, mas Ela o É desde o início dos tempos. Cristo é o único Caminho, Verdade e Vida, e NINGUÉM (N-I-N-G-U-É-M) vai ao Pai senão por ele. Isso tem de ser dito, tem de ser proclamado, não pode ser ignorado.

Isto não é EXTREMISMO. Extremismo seria forçar as pessoas à conversão (coisa que, by the way, os muçulmanos fazem). A Verdade não se permite tal aberração, o homem possui a liberdade dada por Deus para conhecê-La e decidir se vai aceitá-La ou não, e assim definir seu caminho e seu destino ao fim de sua vida. Qualquer outra religião ou filosofia de vida decente (satanismo e ateísmo são piadas caricaturais de mau gosto), aliás, compartilha do mesmo princípio (desde o budismo até judaísmo, passando pelas inúmeras seitas que existem por aí).  
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Certa vez alguém disse que a Igreja não perde fiéis, mas infiéis. E isto é verdade.

Quem é fiel não tem suas estruturas abaladas, pois firmou-se sobre a rocha firme e segura, reconhecida e representada na pessoa do Santo Padre por outorga do próprio Senhor Nosso; assumiu de fato o Batismo único, na Fé una do Uno e Trino Deus.

Tendo em vista que Fé é adesão, aquele que não sabe ao quê aderiu tende a não ser um bom fiel: eis a importância de se conhecer a Doutrina que se professa, pois Fé também é Doutrina. Ou melhor, Fé é a adesão à Doutrina. Doutrina Santa esta, chamada "Doutrina dos Apóstolos" nas Sagradas Escrituras. Sem mácula alguma; perfeita. Se o indivíduo não a conhece por completo, fica vulnerável a contradizê-la no decorrer da vida, a não dar frutuoso testemunho e a perder-se.

Imaginem, agora, se todos conhecessem e agissem conforme a Doutrina que professam? Claro, pois se não é para fazer da forma como a Doutrina manda, então por quê professá-la, não é mesmo? Então, imaginem se todos fossem instruídos sobre a Fé que professam? Se todos entendessem a mensagem evangélica de renúncia de si mesmo e preenchimento do amor e da obediência de Nosso Senhor Jesus Cristo! Se agissem conforme professam, não sendo, assim, mentirosos? O MUNDO CRERIA!
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 ”Estarei mais ainda depois do gesto histórico e corajoso do Papa, que desde o primeiro instante de seu conhecimento do meu desejo logo aceitou dispensar-me pessoalmente os sacramentos da iniciação ao cristianismo. Sua Santidade proclamou uma mensagem explícita e revolucionária a uma Igreja até agora demasiado cautelosa na conversão dos muçulmanos, ao abster-se de fazer proselitismo nos países de maioria islâmica e calar-se sobre a realidade dos convertidos nos países cristãos. De medo. O medo de não poder proteger os convertidos em face de sua condenação à morte por apostasia e o medo das represálias nos confrontos  dos cristãos residentes nos países islâmicos. Pois bem, hoje Bento XVI,  com seu testemunho, nos diz que é preciso superar o medo e não temer de modo algum afirmar a verdade de Jesus, apesar dos muçulmanos”.  Magdi Allam ex-maometano


                                                                                     
 Tiro no pé V - Magistério de João Paulo II sobre o Islã
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 "Quem, conhecendo bem o Antigo e o Novo Testamento, ler o Corão, vê claramente o processo de redução da Divina Revelação que nele se efetuou. É impossível não perceber como ele está longe daquilo que Deus disse de Si mesmo, primeiro no Antigo Testamento pela boca dos profetas, e depois de modo definitivo no Novo Testamento por meio do Seu Filho. Toda esta riqueza da auto-revelação de Deus, que constitui o patrimônio do Antigo e do Novo Testamentos, foi de fato posta de lado no Islamismo.

Ao Deus do Corão se dão alguns dos nomes mais belos que se conhecem na língua humana, mas em última instância trata-se de um Deus fora do mundo, um Deus que é apenas Majestade, nunca Emanuel, Deus-conosco. O Islamismo não é uma religião de redenção. Nele não há espaço para a Cruz e para a Ressurreição. Menciona-se Jesus, mas apenas como um profeta que prepara a vinda do último profeta, Maomé. Recorda-se também Maria, Sua Mãe virginal, mas se acha totalmente ausente o drama da redenção. Por isso, não apenas a teologia, mas também a antropologia do Islã se acha muito distante da cristã."

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Não se pode não admirar, por exemplo, a sua fidelidade à oração. A imagem do crente em Alá que, sem ligar para tempo e lugar, cai de joelhos e mergulha na oração é um modelo para os confessores do verdadeiro Deus, em particular para aqueles cristãos que, desertando suas maravilhosas catedrais, rezam pouco ou não rezam absolutamente em tempo algum."

Cruzando o Limiar da Esperança, (página 98)

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A convivência com o Islã sempre será difícil. Eles se utilizam dos valores da sociedade democrática e do estado de direito, enquanto são minorias, e partem para a agressão quando são maioria. Nosso povo sofre em todos os países onde eles conseguiram tomar o aparato estatal a história se repete. Infelizmente, é assim. Em contatos com pessoas que cursam Letras Árabes na UFRJ como por exemplo xeiques, como o Jihad, que apresentavam a "face doce do islã democrático, defensor das mulheres, etc...", entretanto, toda a vez que comentávamos sobre algum absurdo, ele defendia como errado diante do Al Corão. Então, o que nós vemos é que tudo é errado, e eles se conformam, ou o discurso de abertura só vale para a diáspora, e enquanto forem minoria.

A face do Islã tolerante acabou com o final da dinastia Omíada. Dos abácidas em diante (antes da cruzada, só para lembrar), tolerância e paz para os cristãos e outras minorias foi exceção, e não regra. 

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Por isso devemos combater o Islã com a sua mesma arma silênciosa: a família numorosa!
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Se o número de católicos está em declínio, a responsabilidade é justamente nossa, que muitas vezes não nos comportamos como católicos.

Ademais, a verdade é Cristo. Portanto, somos responsáveis por pregar essa verdade. Respeitar a "opção espiritual" é uma coisa, aceitá-la é outra. Nunca podemos concordar com a espiritualidade de quem não está na Verdade.


Conclusão:
É muito positivo a influência destes artigos tanto os que professam a crença da vacância como para interessados no assunto. Ainda que não se concorde em 100% do corpus textual sempre há aquele paragrafo que deixe a pessoa em estado de reflexão, meditando e vendo os erros da posição que decidiu fazer adesão e dá-lhe uma roupagem católica.

Por um lado, um leitor enviou um e-mail dizendo que gostou dos artigos sobre esse tema - sedevacantismo - e pensa em tratá-lo em seu Mestrado na Unicamp usandos nosso conteúdo mais algumas informações novas de pesquisa. É uma boa notícia porque aqui no Brasil nunca alguém utilizou deste tema nas cursos de teologia. Será um honra publicar aqui depois de pronto.

Entretanto, toda vez que não se tem argumentos para se contrapor às nossas falas e aos nosso questionamentos que não são poucos logo utilizam a tática de tentar derrubar moralmente o autor do texto e não o texto em si.

Penso eu, em que desmonta meus argumentos uma certa senhora de 40 anos, Meany Ranheta visitar minha página do facebook e montar um artigo em seu micro-blog para 50/70/100 pessoas lerem sobre meus gostos musicais, meu jeito de vestir, e até achar "um escândalo" o fato de haver uma foto minha beijando minha namorada?


É claro que diante desse ocorrido, imito e obedeço a Cristo que é o autor da minha fé. Não a odeio porque
Deus não odeia coisíssima nenhuma. O ódio é uma paixão e Deus não tem paixões (movimentos do apetite sensível), porque é Ato puro. Quando a Escritura diz que Deus odeia ou se ira, está usando uma metáfora. E a expiação não é limitada também coisa nenhuma.

Entrego-a a Deus, que saberá ensinar-lhe com a vida.

Deixando esse off-topic, porque senão corre o risco dele que será o alvo de comentários e não o argumento principal do artigo, que por sinal pode ter três finais.

1. A vacância declarada a partir de Pio XII

2. A inocência declarada de Pio XII pois ele errou e não sabia o que estava fazendo.

3. A clássica atitude quando se perde em argumentos: 



PARA CITAR ESTE ARTIGO:

 

Pio XII na concepção sedevacantista David A. Conceição 12/2012 Tradição em Foco com Roma.



CRÍTICAS E CORREÇÕES SÃO BEM-VINDAS:


tradicaoemfococomroma@hotmail.com

 

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