Há muito tempo uma reflexão deveria ser feita para estudo e reflexão sobre a liturgia. Gostaria de enfocar um princípio que vejo hoje como muito predominante e grave: a questão da "criatividade" na liturgia.
Não há dúvida de que o engajamento dos leigos em diversas pastorais é uma postura louvável, e devemos sempre incentivar esses diversos serviços conforme a vocação de cada um. No entanto, hoje temos algo que chamamos de "pastoral litúrgica", que, para mim, é algo totalmente desnecessário e vai na contramão do bom serviço litúrgico.
As tais "pastorias litúrgicas", ou "pastorais da liturgia" são geralmente compostas por leigos participantes da paróquia local, com o objetivo de "preparar a liturgia da missa". Aí, eu pergunto, o que seria "preparar" a liturgia? Não é ela um rito imutável, fixo, por sua própria sacramentalidade e sublimidade? No entanto, tais pastorais têm a visão de que a Missa é uma cerimônia que deve sempre ser enriquecida com vários fatores, com a inteção -- muito nobre, por sinal -- de levar o fiel a um maior entendimento da Palavra de Deus.
Uma Liturgia bem celebrada é algo importantíssimo. O problema é justamente a dificuldade das pessoas de entenderem a real natureza do sentido da missa e das próprias regras litúrgicas. Assim, esses grupos geralmente se utilizam da "criatividade" para promover missas recheadas de elementos que não são próprios da Missa, nem se é permitido utilizá-los. Numa nobre tentativa de enriquecer a celebração, acabam passando por cima de todo o caráter sacrifical, deixando a missa parecida com tudo, menos com missa mesmo.
Não há dúvida de que o engajamento dos leigos em diversas pastorais é uma postura louvável, e devemos sempre incentivar esses diversos serviços conforme a vocação de cada um. No entanto, hoje temos algo que chamamos de "pastoral litúrgica", que, para mim, é algo totalmente desnecessário e vai na contramão do bom serviço litúrgico.
As tais "pastorias litúrgicas", ou "pastorais da liturgia" são geralmente compostas por leigos participantes da paróquia local, com o objetivo de "preparar a liturgia da missa". Aí, eu pergunto, o que seria "preparar" a liturgia? Não é ela um rito imutável, fixo, por sua própria sacramentalidade e sublimidade? No entanto, tais pastorais têm a visão de que a Missa é uma cerimônia que deve sempre ser enriquecida com vários fatores, com a inteção -- muito nobre, por sinal -- de levar o fiel a um maior entendimento da Palavra de Deus.
Uma Liturgia bem celebrada é algo importantíssimo. O problema é justamente a dificuldade das pessoas de entenderem a real natureza do sentido da missa e das próprias regras litúrgicas. Assim, esses grupos geralmente se utilizam da "criatividade" para promover missas recheadas de elementos que não são próprios da Missa, nem se é permitido utilizá-los. Numa nobre tentativa de enriquecer a celebração, acabam passando por cima de todo o caráter sacrifical, deixando a missa parecida com tudo, menos com missa mesmo.
























































